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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A internet ajuda diretamente a salvar vidas. Duvida?

Hoje, lendo a notícia de que a partir de janeiro de 2011, o coordenador do Registro Nacional de Doares de Medula Óssea (Redome) do Instituto Nacional de Câncer (Inca), hematologista Luis Fernando Bouzas, espera colocar em funcionamento um sistema que permitirá o cadastramento de doadores pela internet, me lembrei de uma conversa longa que tive em meados do ano passado com um cirurgião cardiovascular no Instituto do Coração, do Hospital das Clínicas.
Segundo esse cirurgião o maior obstáculo do processo de transplante é a chegada da informação de um doador à Central de Transplantes. Não por problemas tecnológicos. Na maioria das vezes, porque a própria equipe médica responsável pelo primeiro atendimento acaba esquecendo de iniciar o processo, perguntando à família sobre a disponibilidade para doação e informando à central de transplante, diante de uma resposta afirmativa. Quase sempre, o esquecimento é causado pela sobrecarga de trabalho. E não porque falte recursos ou informação ao médico.
Mas as modernas tecnologias de informação e comunicação _as famosas TICs _ ajudam, e muito.
As ferramentas de comunicação (e os meios de comunicação, em geral) têm um papel fundamental a desempenhar para o aumento dos transplantes no Brasil: o de educar a população, informando sobre o processo de doação de órgãos. Isso inclui (1) tipo de órgão que pode ser doado por crianças, adolescentes, adultos e idosos; (2) o que é, como diagnosticar e como documentar a morte encefálica (morte cerebral ou coma irreversível); (3) a importância de, uma vez informada da morte, a família manifestar a decisão da doação o mais rápido possível (o tempo médio para retirada de um órgão é de seis horas); (4) a necessidade, muitas vezes, de manter o corpo “vivo” artificialmente, para evitar a perda desses órgãos, que acaba prolongando o luto e atrasando os ritos de sepultamento.
A comunicação da disponibilidade de órgãos para a central é feita por telefone, pelo próprio médico e confirmada depois, por fax, com toda a informação técnica do potencial doador levantada por equipes das Organizações de Procura de Órgãos (OPOs), responsáveis por preparar o doador para o transplante. São Paulo tem 10 OPOs.
Uma vez feita a doação, começa a busca pelo receptor. Aqui ele faz questão de deixar claro que a fila de transplante não é uma fila de banco, onde quem chega primeiro é atendido primeiro, salvo a preferência para idosos. Valem critérios técnicos (maior grau de compatibilidade entre doador e receptor) e as condições clínicas do receptor. O que torna o cadastro do doador uma peça fundamental no sistema, para cruzamento de informações.


Como funcionam as Centrais de Transplantes?
1. O receptor preenche uma ficha e faz exames para determinar suas características sanguíneas, da estatura física e antigênicas (o caso dos rins);
2. Os dados são organizados em um programa de computador;
3. Quando aparece um órgão, ele é submetido a exames e os resultados são enviados para o computador;
4. O programa faz o cruzamento entre os dados de doador e receptor e apresenta dez opções mais compatíveis com o órgão, para reduzir o risco de rejeição. A ordem cronológica na fila só é usada como critério de desempate, no caso de haver mais de um possível receptor;
5. Os possíveis receptores não são identificados pelo nome para evitar favorecimento. Só suas iniciais e números são mostrados. Nesta etapa, todos os profissionais da central têm acesso ao cadastro;
6. O laboratório refaz vários exames e realiza outros novos com material armazenado desse receptor. Nesse momento, o receptor ainda não é comunicado;
7. A nova bateria de exames aponta o receptor mais compatível. Nessa etapa, o acesso ao cadastro fica restrito à chefia da central;
8. O médico do receptor é contatado para responder sobre o estado de saúde do receptor. Se ele estiver em boas condições, é o candidato a receber o novo órgão. Se não estiver bem de saúde, o processo recomeça. O médico tem o direito de recusar o transplante, em função das condições clínicas do paciente;
9. O receptor é contatado e decide se deseja o transplante e em que hospital fará a cirurgia. O receptor também tem o direito de recusar o transplante.
Para ser um receptor é necessário, obrigatoriamente, estar inscrito no cadastro mantido pelas centrais de transplantes. Cada estado organiza a sua fila. Pode acontecer de existir um doador e não existirem pacientes aptos no estado para receberem o órgão. Então a informação é passada para os estados mais próximos e que tenham condições de recolher o órgão em tempo hábil. O inverso também é verdadeiro. Especialmente no caso de transplantes de medula.
No caso dos transplantes de coração, todo inscrito na fila pode acompanhar o seu “comportamento” através do site da central de transplantes. A consulta é protegida por login e senha. Só o paciente e a equipe médica têm acesso á informações.
Portanto, para agilizar todo processo de transplante de órgãos, é importante que os cadastros dos receptores e doares sejam atualizados permanentemente. Em São Paulo isso é feito a cada 15 dias. Mesmo assim não é raro chegar a um provável receptor já falecido, que não teve seu nome retirado do cadastro pelos familiares ou médicos.
Normalmente, as filas de transplantes são mantidas e administradas pelas Centrais e o médicos “transplantadores” não têm acesso a ela, para manter a lisura do processo de escolha do receptor.
No caso do Inca, hoje o cadastramento dos pacientes que precisam buscar doador já é feito via internet, no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme), pelos próprio médicos. Mas o cadastramento dos doares ainda é feito pelos hemocentros, através do e-mail redome@inca.gov.br. O que dificulta a permanente atualização dos dados coletados.
Qualquer pessoa na faixa etária dos 18 aos 55 anos pode se inscrever como doadora de medula óssea. Para tanto, em um primeiro momento, ela deve fornecer seus dados pessoais e fazer a coleta de uma amostra de sangue.
Esse cuidado permite ao Inca fazer testes que vão determinar a característica genética desse doador. As informações serão mantidas no banco de dados do Redome e cruzadas posteriormente com os dados do paciente. O doador cadastrado poderá ser chamado para fazer a doação até completar 60 anos. Por isso, sua ficha precisa estar permanentemente atualizada.
Como a doação de coração, a doação de medula pode salvar vidas. “A gente conta com a solidariedade das pessoas para participar do registro e mantê-lo permanentemente atualizado”, ressalta o hematologista.
O Inca alcançou hoje (4/11) 1,8 milhão de doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Essa marca torna o Redome o terceiro maior registro do mundo em número de doadores, segundo o seu coordenador. “Isso é muito importante para toda a população brasileira e a comunidade internacional, porque esse é um registro que tem características genéticas e étnicas muito próprias e importantes”, diz Bouzas, que também é diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca.
Já o Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme) foi criado em 2000. Esse banco de dados totaliza 6,8 mil pacientes inscritos, dos quais 1,2 mil estão ativos este ano, na busca de um doador compatível.
O coordenador dos dois bancos de dados de medula óssea do Inca revelou que, atualmente, entre 30% e 35% dos pacientes inscritos no Rereme encontram um doador compatível no Brasil e no exterior. O Redome procura doadores em potencial dentro e fora do país, porque em todo o mundo há 15 milhões de doadores cadastrados nos Estados Unidos, países da Europa e Japão, entre outros.
“Quando não encontramos um doador brasileiro no registro nacional, ao mesmo tempo acessamos os registros de outros países para buscar essa possibilidade. Não é comum [encontrar um doador] mas, às vezes, acontece”, disse o hematologista. Ele explicou que a razão para isso é que parte da população brasileira é originária de correntes migratórias, principalmente da Europa e África.
Para 2011, a meta é aumentar o percentual de possibilidades de encontrar um doador compatível para os pacientes inscritos no Rereme para 60% a 70%, revelou Bouzas. “Seria uma excelente condição. A gente acredita que ainda vai precisar cadastrar um número significativo de doadores”.
Até o final do ano, a previsão é bater o recorde de transplantes no Brasil, proporcionados pelo Redome, atingindo até 160 transplantes, o que significará um avanço ante os 136 transplantes efetuados em 2009.

Fonte:

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Microsoft descobre fraude em massa em anúncios na Internet

“Lavagem de cliques” turbina o número de visitas a banners e engana anunciantes; Google não quis falar sobre o tema.

A Microsoft descobriu um novo tipo de fraude na Internet relacionada a cliques em sites, o que levou a empresa a entrar com dois processos contra golpistas.

Em um dos processos, iniciado em Washington, nos Estados Unidos, a empresa acusa o site RedOrbit.com e seu presidente, Eric Ralls, de usar um esquema de “lavagem de cliques”, termo que a Microsoft utiliza para descrever uma nova forma de turbinar o número de acessos a anúncios online.

"O que achávamos ser quase impossível de ser feito até então, descobrimos que já é feito pelos criminosos”, explica o advogado da unidade de crimes digitais da Microsoft, Richard Boscovich.


Segundo a Microsoft, a RedOrbit utilizava a rede AdCenter para, com o uso de botnets (redes de PCs zumbis controladas por criminosos da Internet) e sites adulterados, incrementar em milhares de vezes o número de cliques em anúncios da RedOrbit.

Porém, em vez de simplesmente usar as botnets e sites para gerar tráfego diretamente para os banners, como os golpistas costumam fazer, a empresa direcionou esse fluxo para seus servidores, onde “camuflou” a origem e fez com que esse tráfego parecesse legítimo. “É a primeira vez que vemos esse tipo de coisa acontecer”, diz Boscovich.

A Microsoft começou a investigar a fraude em 2009, quando notou números anabolizados na RedOrbit.com, que saltou de uma média de cliques de 75 por dia para 10 mil.

Em outro processo, na mesma Corte, a Microsoft processa 20 pessoas por conta de fraudes em sites gerenciados pela HelloMetro. A iniciativa também está relacionada a fraudes sobre publicidade online, problema que não fica restrito apenas a esses dois casos, claro.

Segundo a Microsoft, se as empresas que fornecem publicidade online não tomarem uma providência, os anunciantes perderão a confiança nesse modelo de negócio. “Temos que  tomar medidas agressivas para parar a fraude na publicidade online”, afirma Brad Smith, consultor da Microsoft para a área.

Embora Smith cite a necessidade de as empresas trabalharem juntas nesse combate, a Microsoft não deu sinais de que vai procurar o Google, que opera a maior plataforma de anúncios online, ou outros competidores para falar sobre o tema. Procurado para falar sobre as fraudes na publicidade na Internet, o Google preferiu não se manifestar sobre o caso.


Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Opera será oferecido em mercados emergentes

O grupo de telefonia móvel britânico Vodafone anunciou que lançará o mininavegador da Opera em celulares de baixo custo, para que seus milhões de usuários em mercados emergentes tenham acesso fácil à Internet, o que impulsionou as ações da Opera.

A Vodafone informou nesta quarta-feira que trabalhou com a Opera no desenvolvimento de uma versão melhorada de seu Opera Mini 5, que oferece acesso à Internet para celulares de baixo e médio custo conectados a redes de telefonia móvel mais básicas, ou de segunda geração (2G).

As ações da Opera, negociadas na bolsa de Oslo, subiram em 7 por cento depois do anúncio. As da Vodafone, que caíram na terça-feira depois que sua parceira norte-americana de joint venture, Verizon 

Communications, disse ver pouco benefício em uma fusão com o grupo britânico, revelavam mais de 1 por cento de queda no pregão matinal.

As operadoras de telefonia móvel estão ansiosas por elevar a receita gerada pela Internet e pelo fenômeno das redes sociais, enquanto a receita das tradicionais chamadas de voz recua nos mercados maduros, saturados pela forte competição.

"Com esse produto, poderemos transformar até mesmo os celulares básicos em aparelhos de grande capacidade de acesso à Internet, permitindo que milhões de pessoas desfrutem dos benefícios sociais e econômicos da rede, já considerados comuns por tantos outros usuários," disse Jonathan Bill, diretor de serviços de Internet da Vodafone para mercados emergentes.

O navegador para celulares da Opera comprime os dados, economizando banda e poder de processamento.
Diversos aplicativos da Vodafone, que oferecem conteúdo, notícias atualizadas e jogos, estão em desenvolvimento.

A Vodafone informou que os aplicativos seriam projetados de forma a oferecer maior benefício social aos usuários, como serviços de e-mail, de empregos e de compra e venda.

O serviço será lançado na Índia, África do Sul, Turquia, Tanzânia e Egito, no primeiro momento, mas outros mercados devem ser atendidos no futuro próximo.

Fonte: INFO Online

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Página da televisão estatal chinesa na internet é hackeada

A página da televisão estatal chinesa "CFTV" na internet foi hackeada, e durante algumas horas exibiu uma imagem de uma mulher nua, aparentemente um ato de protesto de internautas pelo excesso de publicidade veiculada durante a transmissão da festa oficial do Ano Novo Lunar do último dia 14.
O evento é o programa mais assistido da televisão chinesa, e nos últimos anos as transmissões foram muito criticadas no país.

Aparentemente, a principal crítica dos espectadores à cerimônia recente, que marcava a transferência do ano do Boi para o do Tigre, era pelo excesso de merchandising, com produtos de anunciantes sendo exibidos como se fossem parte da decoração.

A cerimônia do Ano Novo começou a ser transmitida na China há 27 anos. Desde então, tornou-se uma tradição no país a reunião das famílias, que passam a noite assistindo às principais estrelas locais atuando e comemorando o início do ano.

Calcula-se que centenas de milhões de chineses veem o programa a cada ano, mas nos últimos anos, muitos telespectadores criticam o evento, dizendo que foi adotada uma fórmula repetitiva.

Informações: EFE

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ONU pede tratado para evitar uma "guerra na internet"

O mundo precisa de um tratado para se defender dos ciberataques antes que eles se transformem em uma ciberguerra ou guerra na internet, declarou neste sábado (30) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré.

Os ataques contra o Google, ocorridos na China segundo o próprio site de busca norte-americano, entraram na pauta de discussões do Fórum Econômico Mundial, que termina neste domingo na estação de esqui dos Alpes suíços.

Sobre o tema, o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, disse que o risco de um conflito entre dois países através da internet aumenta a cada ano.

Com essa situação, Touré propôs um tratado no qual as partes se comprometam a não lançar um primeiro "ciberataque" contra outra.

"Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe", declarou Touré.

O acordo internacional "seria parecido com um tratado de guerra antes de uma guerra", acrescentou.

Entretanto, John Negroponte, ex-diretor da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) durante a administração de George W. Bush, disse que os serviços secretos das potências mundiais seriam os primeiros a "fazerem ressalvas" a essa idéia.

Já Susan Collins, uma senadora republicana e membro das comissões de Defesa e Interior no Senado norte-americano, estimou que a perspectiva de que um ataque através da internet desencadeie uma guerra deve ser feita agora em consideração a seu país.

"Se alguém bombardeia nossa rede elétrica e vemos os responsáveis fazerem isso, claramente é um ato de guerra", assinalou.

"Se o mesmo país utiliza computadores sofisticados para desativar a nossa rede elétrica, creio realmente que não estamos longe de dizer que se trata de uma guerra", acrescentou.

Segundo Craig Mundie, diretor de investigação da Microsoft, "há menos de dez países no mundo cuja capacidade informática é sofisticada o suficiente para produzir ciberataques, que podem ainda fazer com que eles pareçam vindos de qualquer parte".

China, Estados Unidos e Rússia são parte dos 20 países que se encontram envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou na quinta-feira em Davos o presidente da companhia de segurança de rede McAfee, Dave DeWalt.

Para a McAfee, o recente ataque contra o Google ilustra a mudança de infraestrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques em uma ofensiva que é "comercial por natureza".

O último informe da McAfee, que guarda informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estejam envolvidos em operações para invadir suas estruturas.

Informções France Press

Fonte: AdNews

sábado, 30 de janeiro de 2010

Regulação freia desenvolvimento da internet pela rede elétrica

A oferta de acesso à internet pela rede elétrica pode acabar não se tornando realidade no Brasil por causa de exigências impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dizem empresas interessadas em explorar o serviço. Mesmo as distribuidoras mais adiantadas na tecnologia temem que não seja viável se lançar no negócio porque não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora de seu próprio grupo.

O uso da rede elétrica para o tráfego de internet é considerado uma ferramenta importante para disseminar o aceso à banda larga no Brasil. Isso porque a rede das distribuidoras de energia é bem maior do que a malha de operadoras de telefonia e de TV a Cabo e atinge parte expressiva do território brasileiro.

O problema apontado pelas empresas está na regra aprovada pela Aneel no ano passado, ao regulamentar a exploração da tecnologia. Ela estabelece que as distribuidoras de energia terão de fazer uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Assim, mesmo que a distribuidora tenha uma subsidiária específica para a banda larga elétrica, esta terá de concorrer junto com os demais interessados, em igualdade de condições, para ter o direito de usar sua rede.

Rede nas mãos das grandes

Para Orlando Cesar Oliveira, diretor da Copel Telecom, braço da banda larga da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a legislação da Aneel está fortalecendo o monopólio das redes nas mãos das grandes empresas de telecomunicações.

Ele explica que hoje há três tecnologias para conexão em banda larga: pela rede das empresas de telefonia, pelos cabos das operadoras de TV a cabo e pela rede elétrica (Power Line Communication - PLC). Nas duas primeiras, as redes são usadas para oferecer serviços de internet, sem necessidade de licitação.

"A Telefônica, que vende o Speedy, e a Oi, que vende o Velox, têm uso exclusivo de suas redes e não pagam por isso", afirmou. "Na energia, estão exigindo uma chamada pública", acrescentou.

Para o presidente da Associação das Empresas Proprietárias de Infraestrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel), Pedro Jatobá, ao fazer a oferta pública, a distribuidora corre o risco de ter sua infraestrutura alugada por terceiros, "e, se depois precisar usá-la, teria de contratar quem arrendou a rede dela".

Para Jatobá, essa imposição, somada à exigência da Aneel de que 90% da renda com o PLC seja revertida para reduzir a tarifa dos consumidores de energia, pode desencorajar a entrada das elétricas no negócio. "Essa timidez ou pouca resposta que estamos tendo na instalação dos equipamentos é reflexo dessas dificuldades", disse Jatobá.

Oliveira, da Copel, alerta para a possibilidade de que, numa concorrência pública para o uso de sua rede, pelo critério do menor preço, uma grande empresa de telecomunicações vença a disputa apenas com o objetivo de preservar mercado, sem necessariamente oferecer os serviços.

O diretor da Aneel Edvaldo Santana defende as exigências incluídas pela agência no regulamento da tecnologia. Segundo ele, fazer licitação para escolher quem presta o serviço de PLC é uma maneira de garantir o menor preço aos clientes dessa nova tecnologia de banda larga. "A obrigação da Aneel é sempre buscar o menor preço", disse Santana.

Para ele, a competição é o melhor critério para escolher a empresa que vai prestar o serviço de PLC, em vez de simplesmente dar a uma subsidiária da distribuidora essa atribuição."Toda operação verticalizada, em regra geral, é mais cara para o consumidor", argumentou.

Serviço mais caro

Outro ponto criticado pelo diretor da Copel é a exigência de pagamento pelo uso da rede, mesmo que a infraestrutura seja explorada por uma empresa do mesmo grupo da distribuidora. "O regulamento da Aneel põe em risco o uso do PLC e encarece a tecnologia", afirmou.

Santana, da Aneel, argumenta que as regras não inviabilizam a expansão dos serviços de internet pela rede elétrica, mas sinalizou que a agência está disposta a dialogar caso haja frustração dos investimentos em PLC por causa da regulamentação. "Se as empresas comprovarem que é inviável, a Aneel jamais vai resistir a aprimorar o regulamento. Mas, até agora, não chegou nada aqui para a gente", disse.

O diretor da Copel Telecom ressalta ainda que a tecnologia PLC vai permitir a oferta de outros serviços, além de internet, como televisão e telefone. "Serão multioperações. O uso do PLC requer integração e afinidade entre operadoras. No mundo inteiro, esta operação só ocorre porque é feita dentro da mesma corporação", disse Oliveira.

As regras da Aneel, segundo ele, causam insegurança para investimentos no PLC. Para a implementação da tecnologia, estão sendo estimados investimentos de US$ 400 por consumidor. Ele cita o exemplo do Paraná, onde, para atender a um terço da população seriam necessários US$ 400 milhões. "Quem vai fazer um investimento desses sem a certeza se aquilo vai funcionar ou não?"

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Internet Summary

Nokia lança versão Linux da Ovi Store

HELSINQUE, 12 de janeiro (Reuters) - A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, anunciou nesta terça-feira que abriu uma versão de sua loja software para o modelo N900, que executa o sistema operacional Linux. O sistema Linux Maemo é visto pela Nokia como crucial na disputa da empresa com o iPhone, da Apple.

Crianças europeias preferem vida real à Internet, diz pesquisa

Por Alexander Clare LONDRES (Reuters Life!) - Nunca conheceram um mundo sem Internet, mas ainda preferem encontrar seus amigos no mundo real.

Alcatel e fabricantes de chips vão pesquisar consumo eficiente

PARIS (Reuters) - A Alcatel-Lucent formou um consórcio de operadoras de telecomunicações, fabricantes de chips e laboratórios de universidades para criar tecnologias que reduzam o consumo de eletricidade por redes de comunicações a um milésimo do nível atual. O consórcio Green Touch vai reunir centenas de cientistas que vão desenvolver maneiras de melhorar a arquitetura, circuitos, códigos de computação, cabos de fibra óptica e outros elementos que compõem a rede de comunicações do mundo.

Twitter abre vagas para transformar "tweets" em dinheiro

SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) - O Twitter, serviço de microblogs muito popular mas ainda deficitário, está contratando engenheiros e especialistas que ajudarão a tirá-lo do vermelho, A empresa de Internet criada há dois anos e meio atrás, cujas mensagens curtas de texto, ou "tweets", se tornaram um fenômeno mundial das redes sociais, está montando uma equipe cujo foco será a geração de receita, com uma linha de produtos ainda não lançados, a julgar pelos anúncios de empresa no site do Twitter.

Google está se tornando um monopólio gigante, diz ministra alemã

BERLIM (Reuters) - O Google está se tornando um "monopólio gigante" como a Microsoft e pode enfrentar ações legais se não se tornar mais transparente, disse a ministra alemã de Justiça. Em entrevista à revista semanal Der Spiegel, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger disse estar preocupada porque a empresa está reunindo muito poder e informação sobre cidadãos através de seus programas como Google Earth e o Google Books.

Picoprojetores são a próxima tendência nos celulares?

LAS VEGAS, Estados Unidos (Reuters) - Os grandes televisores de tela plana foram uma das maiores atrações da Consumer Electronics Show, mas empresas como a Macrovision estão apostando em imagens exibidas em escala muito menor, por aparelhos pequenos como um celular. Embora os produtos comerciais equipados com os chamados picoprojetores sejam ainda raros, a Microvision e rivais como a Texas Instrumentos e a 3M fizeram promessas ambiciosas sobre a tecnologia na feira de eletrônica encerrada domingo em Las Vegas.

Leitores eletrônicos buscam sucesso, mas podem fracassar

LAS VEGAS, Estados Unidos (Reuters) - Você se lembra do player de MP3 Dell DJ? Ou do organizador pessoal Sony Clié? É provável que dezenas dos leitores eletrônicos lançados na Consumer Electronics Show sigam o caminho desses aparelhos extintos, nos próximos 12 meses. O Kindle, da Amazon, popularizou os leitores digitais e galvanizou um mercado estimado em alguns milhões de aparelhos ao ano, e diversas empresas, da Barnes & Noble ao Google, estão participando.

Próxima versão do Nexus One pode ser voltara à empresas

LAS VEGAS (Reuters) - Um executivo do Google, Andy Rubin, disse na sexta-feira que a próxima versão do Nexus One, celular fabricado pela HTC, terá foco em usuários corporativos e pode ter um teclado físico. Tal aparelho pode ser um concorrente em potencial ao BlackBerry, da Research In Motion, que possui uma forte posição no mercado de celulares para empresas.

Império de telecomunicações de Slim perde o brilho

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O magnata mexicano, Carlos Slim, pode ser um dos dois homens mais ricos do mundo, mas seu império de telecomunicações está perdendo parte do brilho. Tecnologia, regulamentação e crescentes competidores estão pesando sobre a Telmex, o ativo principal dos ativos de telecomunicações de Slim, e o crescimento acelerado das vendas do grupo de comunicação celular América Móvil está perdendo força.

Panasonic projeta crescimento na venda de televisores 3D

LAS VEGAS (Reuters) - A Panasonic planeja vender 1 milhão de unidades ou mais de televisores 3D no primeiro ano do lançamento, afirmou o chefe da unidade nos Estados Unidos, esperando que a nova tecnologia cative os consumidores em 2010. A empresa, que planeja iniciar a distribuição desses aparelhos em março, aprendeu a desenvolver um mercado para TVs de alta-definição na década de 1980, e será "muito razoável" sobre os preços desta vez, disse na sexta-feira Yoshi Yamada, presidente-executivo da unidade norte-americana da empresa.

Fonte: G1

domingo, 20 de dezembro de 2009

Microsoft quer voltar à briga de browsers com Internet Explorer 9




Com o Internet Explorer 9, a Microsoft mostrou que quer voltar a guerra dos browsers. O IE continua o navegador dominante da internet, mas perdeu grande parte do público depois do lançamento do Microsoft Netscape que ficou abaixo das expectativas.
Isso deixou uma oportunidade para os rivais florescerem - mais notavelmente o Firefox, que atualmente é utilizado por um quarto dos internautas, mas também o Safari, da Apple, que agora roda em Windows, bem como o Mac OS X, e como o Google Chrome, que pretende fazer a web mais rápida e uma melhor base para os aplicativos.

A Microsoft vem despejando recursos de volta para o esforço do IE. Segundo Dean Hachamovitch, gerente geral do Internet Explorer , o programa está mais atraente, pois os usuários poderão fazer trabalhos melhores em gráfico e texto. Queremos construir uma melhor IE para que todos os sites tenham uma melhor experiência", disse Hachamovitch..

Pressionada, a Microsoft começou a trabalhar no IE 9 apenas três semanas atrás, disse Sinofsky. Mas os sinais foram claros de que a empresa teve interesse no seu navegador novamente.

Em realçao ao IE 8, o novo programa trouxe mais segurança e recursos de privacidade. Ele tenta seguir vários padrões da Web, como HTML (Hypertext Markup Language) e Cascading Style Sheets.


Fonte: AdNews!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Vivo lança internet móvel pré-paga


  Usuários agora podem escolher opções de pacote diário, semanal e mensal
 
Atenta ao potencial do segmento pré-pago, a Vivo lança o serviço Vivo Internet Pré, para acesso à web por modem ou smartphone. Válida para clientes da modalidade pré de todo o Brasil, a oferta pode ser contratada em uma das três opções de pacote – diário, semanal ou mensal. Para o lançamento, a aquisição do modem em lojas próprias da companhia e pontos do varejo, por R$ 299, dá 30 dias de serviço grátis.
“Essa é mais uma aposta da companhia para incentivar a conexão das pessoas, atendendo às crescentes demandas do público por opções diferenciadas de acesso”, afirma Rafles Frausino, diretor do Segmento Pessoa Física da Vivo.
O Vivo Internet Pré é tarifado por tempo de uso do serviço: pacote diário, por R$ 12, pacote semanal, por R$ 35, e o mensal, que sai a R$ 130. No primeiro caso, o serviço fica ativo até às 23h59 do dia seguinte, independente do horário em que for feita a ativação. Nos demais, são contados 07 e 30 dias, respectivamente, até meia-noite.
A inserção de créditos é feita com cartões de recarga tradicionais, enviando um torpedo para o número 8100 com o código; ou pelos pontos de recarga e sistemas de banco.
Após os 30 dias gratuito de uso, o cliente para ativa o serviço por meio dos canais tradicionais de contato com a empresa – call center e pontos de venda – como também por SMS gratuito direto do modem ou do aparelho, ao enviar o texto “DIÁRIO”, “SEMANAL” ou “MENSAL” para o número 8200.
Por meio da rede 3G da Vivo, disponível em 574 municípios – a maior cobertura no Brasil – o Vivo Internet conecta os dispositivos à internet com velocidade de até 1 Mbps dentro do volume máximo de uso, seja pré ou pós-pago. Para saber o limite de consumo, acesse a página www.vivo.com.br/internet3g.

Fonte: TechLider

sábado, 29 de agosto de 2009

Internet pela tomada está liberada no Brasil

Depois de adiar duas vezes a votação, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) finalmente aprovou nesta terça-feira (25) as regras para o uso da internet via rede elétrica no Brasil e também para transmissão de vídeo e voz, viabilizando os serviços de TV por assinatura. Conhecida mundialmente pelo nome de BPL (Broadband over Power Lines) ou PLC (Power Line Communications), o novo sistema também já recebeu o aval da Anatel.

A internet via tomada promete democratizar o uso da web, pois mais de 90% da população brasileira tem acesso à eletricidade. Comunidades em áreas rurais e de baixa renda, por exemplo, poderão usufruir o sistema. Além disso, a novidade irá estimular a competição em um mercado dominado pelas empresas de telefonia fixa. Hoje, o serviço de banda larga é restrito a 11 milhões de assinantes.

Para se conectar, basta adquirir um modem compatível e plugar na tomada. A velocidade de conexão poderá chegar a 200Mps o que é considerado um número relativamente alto. As datas para implementação e o preço do novo sistema ainda não foram definidos.

Antônio Rosa, superintendente comercial da Rede TV! e autor do livro “Atração Global – A Convergência de Mídia e Tecnologia”, acredita que a internet via rede elétrica tem tudo para vingar no Brasil. “Com certeza dará muito certo, a CEMIG, de Minas Gerais está a frente das demais operadoras, pois testa o sistema a mais de cinco anos. A Eletropaulo, em São Paulo e a Light no Rio de Janeiro, também já solicitaram para Aneel liberação para comercialização do produto.”

Como funciona

O PLC é uma tecnologia utilizada há muito tempo e em diversos países como explica Rosa. “Tudo começou em 1991 em Manchester, na Inglaterra quando foi testada pela primeira vez.”

A implementação do projeto não deve ser complexa, pois toda a transmissão de dados será feita pela estrutura já existente de distribuição de energia elétrica. As companhias telefônicas terão que disponibilizar a utilização de suas redes para os interessados em explorar o serviço de transmissão de dados ou poderão abrir empresas subsidiárias.

Além disso, 90% da receita auferida por ela com o aluguel da rede serão encaminhados para a modicidade da tarifa de energia elétrica, ou seja torná-la acessível, e os outros 10% ficarão para acionistas. O valor do aluguel será negociado entre as partes.

A demora da Aneel para aprovar as regras do PLC pode ser atribuída ao conflito de interesses entre as companhias de telefonia, TV por assinatura e provedores de internet. “As empresas do setor poderiam operar o chamado e desejado Triplo Play, que é o envio de: Dados, Telefonia e Televisão. Então a Aneel teve que consultar a Anatel, que e a agência reguladora do setor de comunicação e isto está gerando um enorme estresse, pois esta modalidade concorreria diretamente com as operadoras de telefonia, tv por assinatura e provedores de internet”, afirma Rosa.

Problemas

Há ainda outros empecilhos que colocam em dúvida a eficácia da internet via tomada. Teme-se que os fios de cobre com que a frequência interferira em alguns equipamentos eletro-eletrônicos, por fazer com que os dados gerem ruído no espectro eletromagnético.


Também existe a possibilidade de que o sinal de rádios e outros interfiram na conexão. Mas, a solução do problema pode ser simples, basta as concessionárias de energia instalarem uma grande quantidade de repetidores e roteadores junto aos transformadores, para amplificar o sinal de dados e evitar as oscilações nos pontos de segmentação da rede elétrica.

Por Suzana Leite
Colaborou: Marcelo Gripa

Fonte: AdNews

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Futuro da web pela tomada é decidido nesta terça

A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vai se reunir nesta terça-feira (11) para decidir a regulamentação do uso das instalações de distribuição de energia elétrica como meio de transporte para a comunicação de sinais, utilizando a tecnologia PLC (Power Line Communication). Se a norma for aprovada, a tecnologia deve atender mais de 90% das residências que recebem energia elétrica.

Em abril, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) regulamentou a matéria através da Resolução 527 que aprovou o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências por Sistemas de Banda Larga por meio de Redes de Energia Elétrica (BPL). O documento estabeleceu os critérios e parâmetros técnicos que permitem a utilização dessa tecnologia de forma harmônica com as aplicações de radiocomunicação que usam radiofreqüência na faixa entre 1.705 kHz e 50MHz.

Segundo informações do Tele Síntese, a proposta de regulamentação do PLC é baseada em algumas determinações. As distribuidoras devem disponibilizar a utilização de suas redes para os interessados em explorar o serviço de transmissão de dados. Além disso, 90% da receita auferida por ela com o aluguel da rede serão encaminhados para a modicidade da tarifa de energia elétrica e os outros 10% ficarão para acionistas. O valor do aluguel será negociado entre as partes.

Para Carlos Mattar, assessor da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, a prestação desse serviço não pode interferir no fornecimento de energia elétrica. A proposta recebeu 163 contribuições de agentes do setor elétrico, telecomunicações e outras entidades representativas.

A implantação do sistema pode custar US$ 200 a US$ 300 por consumidor, para adaptar a rede de acesso em fibra ótica. Apesar do alto valor, o investimento é menor do que o necessário para a construção de uma nova rede. Com a tecnologia, o usuário terá acesso à internet de 10 e 40 Mbps com um preço mais acessível.

O Adnews entrou em contato com a assessoria de imprensa da Anatel que informou que a agência já regulamentou a matéria sobre as condições de uso da radiofrequência, os critérios técnicos necessários para a implementação da tecnologia e as faixas de operação do serviço. Dessa forma, a matéria foi encaminhada para a Aneel que vai decidir as regras para uso da infra-estrutura da internet via rede elétrica.

Fonte: Redação Adnews

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Brasil Telecom vai implementar rede em setembro

Brasil Telecom está na fase final de testes técnicos para implementar a banda larga pela rede elétrica na casa de seus assinantes. A iniciativa faz parte da estratégia de lançamento do serviço de TV pela internet (IPTV) da operadora, que deve acontece em setembro.A empresa já estuda a venda de Power Line Communication (PLC) há cerca de um ano. Nos primeiros testes, a empresa informou que a tecnologia deixava a desejar em relação à interferência de outros eletrodomésticos. No entanto, a nova geração de equipamentos, entretanto, permite conexões a 200 Mbps —na anterior a velocidade era de 14 Mbps. Também trouxe uma novidade para minimizar as interferências por meio de uma técnica de modulação.

Fonte: UOL Tecnologia

Web via rede elétrica: um passo para conectá-la na tomada

Usar a internet vai ficar bem mais fácil. Cada tomada de uma residência será o ponto de acesso para se conectar à rede mundial. Essa nova opção para acessar a web vai começar a ser comercializada em breve para os usuários brasileiros a nível nacional.A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou em abril a tecnologia de internet pela rede elétrica, que permite o tráfego de voz, dados e imagens. Conhecida como PLC (Power Line Communication), a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a links de 4,5 Mbps —que devem chegar a 14 Mbps até o final do ano.No Brasil, o uso começou no Paraná, na fornecedora de energia elétrica local, no final da década passada. Desde então, foi desenvolvida uma tecnologia compatível com o sistema elétrico brasileiro, que foi testado nos últimos dois anos, até ser homologado.A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada —assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica."A transmissão de dados é feita pela estrutura já existente de distribuição de energia elétrica. Os dados podem ser enviados diretamente do provedor de acesso para a rede elétrica até chegar aos usuários. Também é possível mesclar a forma de transmissão onde já existem outras estruturas: a conexão pode ser feita via cabo a partir do provedor até a região de um prédio. Se o edifício não tiver cabeamento, por exemplo, a conexão pode continuar sendo feita via rede elétrica até os apartamentos", afirma.Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ressalta que, para os usuários da tecnologia, a conta de luz continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes. Em vez de transmitir somente luz, a rede elétrica também passará a fornecer acesso à internet.


Fonte: Cibele Gonelli - UOL

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Mozilla libera primeira versão de testes do Firefox 3.5

São Paulo – Os mais de 800 mil usuários da versão beta receberão Release Candidate do novo browser a partir desta quarta-feira (17/06).

A Mozilla, criadora do browser de código aberto Firefox, lançou a primeira versão de testes, ou Release Candidate (RC), do novo Firefox 3.5.

A atualização classificada como 3.5rc1build2 será automática para os mais de 800 mil usuários da versão beta do navegador informou a Mozilla em seu blog nesta quarta-feira (17/06).

Com a versão RC, a Mozilla pretende receber o máximo de avaliações da comunidade de desenvolvimento que ajudem a aprimorar o novo browser. "Esta atualização contém correções para falhas que serão incluídas na versão final do Firefox 3.5, prevista para o final deste mês", afirma a organização.

Embora não seja a versão final, a Mozilla garantiu a estabilidade do RC do Firefox 3.5 para uso no dia-a-dia.

Os usuários da versão beta do Firefox 3.5 que desejarem se adiantar à oferta automática da versão de testes podem selecionar a área “Check for Updates” ("Verificar Atualizações") no menu “Help” ("Ajuda") do browser.

A nova versão completa de testes do Firefox 3.5 estará disponível para download na próxima semana, informou a Mozilla.

Fonte: IDG NOW!