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terça-feira, 10 de abril de 2012

Novo Chrome OS se parece mais com um sistema operacional "de verdade"



O Google liberou uma atualização no canal Dev do Chrome OS bem… diferente. Sai a ideia de um navegador para todas as nossas tarefas, entram elementos mais amigáveis e reconhecíveis de sistemas operacionais tradicionais, como janelas e uma barra de tarefas. Longe da proposta original, seria a nova versão do Chrome OS uma admissão de derrota?
O Chrome OS foi lançado no final de 2010 com uma abordagem agressiva: tudo o que você precisa 
pode ser feito em um navegador. Ele não tinha gerenciador de janelas, nem barra de tarefas, nem qualquer outro elemento lugar comum em sistemas para desktops. Tudo muda com a versão apresentada hoje.
O novo Chrome OS (futura versão 19) se afasta das origens e traz um gerenciador de janelas, o Aura, com aceleração via hardware e um framework que servirá de base para futuros desenvolvimentos na plataforma. Embora os web apps continuem sendo o único tipo de aplicação “instalável”, agora quando abertos eles ficam organizados em uma barra de tarefas parecida com a do Windows, mas chamada pelo Google de Prateleira. Para abrir apps, entra em cena um Launchpad-like, similar à (subutilizada) solução introduzida pela Apple no Lion.
A coisa mais bacana desse novo Chrome OS parece ser mesmo o Aura. Com aceleração via hardware, além da renovação no visual, ele traz ainda suporte a novos formatos de arquivos, player de vídeo e áudio nativos aperfeiçoados, efeitos visuais e animações de transição e melhor uso de múltiplos monitores (alterne-os com Ctrl + F5). Como nem tudo são flores, má notícia para os early adopters que descolaram um CR-48, o estiloso netbook-referência do Google para o Chrome OS: a nova build é incompatível com o dispositivo. Para rodá-la, só nos Chromebooks Acer AC700 e Samsung Series 5.
Embora continue até certo ponto fiel à sua ideia original, essa revitalização do Chrome OS dá o braço a torcer em aspectos que, no passado, o Google julgou dispensáveis e que, desde sempre, são partes importantes de sistemas operacionais completos. É bom vê-lo progredir e não ser “engolido” pelo Android, mas mesmo com tantas melhorias, a dúvida fundamental permanece: há espaço para os dois sob as asas do Google?

Fonte:


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Android rodando em máquina virtual

A Myriad anunciou nesta semana sua máquina virtual que permite a execução de qualquer aplicativo para Android no smartphone Nokia N900, baseado na plataforma Maemo.

A ideia é fazer com que os fabricantes pré-instalem a
máquina virtual Alien Dalvik nos aparelhos ou a licenciem para desenvolvedores que querem distribui-la com seus aplicativos.

A máquina virtual Alien Dalvik permite que um aplicativo para Android seja vendido como um aplicativo para o MeeGo, completo com instalador e ícone nativo ao invés de ter que portar o código para outras plataformas. Isto basicamente torna qualquer smartphone compatível com o Android (exceto o iPhone).

Por enquanto, a máquina virtual Alien Dalvik está limitada à plataforma Maemo, com uma versão para o MeeGo chegando em breve. Além disso, nada impede que a máquina virtual seja portada para outras plataformas.

Veja abaixo um vídeo com uma demonstração da máquina virtual Alien Dalvik:

Fonte:

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Firefox e Chrome têm propostas diferentes para evitar rastreamento

Tanto a Google quanto a Mozilla pretendem aprimorar as configurações de privacidade de seus navegadores – Chrome e Firefox, respectivamente – de modo a evitar rastreamento dos passos dos internautas. Mas as propostas são bem diferentes.

A gigante das buscas, ironicamente, depende justamente dos cookies para exibir anúncios condizentes com as páginas que o usuário visita. No entanto, a extensão Keep My Opt Outs, anunciada na última segunda-feira (24/01), ativa uma função que evita o monitoramento do comportamento do internauta.

As empresas de marketing que participam da Iniciativa das Redes de Publicidade (ou Network Advertising Initiative - NAI, na sigla em inglês) já permitem aos usuários que se retirem da lista de cadastrados do grupo, mas essa decisão deixa de ser aplicada caso os cookies do browser sejam excluídos. A vantagem do complemento da Google é que ela relembra a essas redes, automaticamente, a opção do internauta.

A Mozilla, por sua vez, pretende adicionar essa opção às funções básicas do navegador, ou seja, sem que a instalação de uma extensão seja necessária. O Firefox identificaria as preferências do usuário, que funcionariam como um cabeçalho HTTP, e comunicaria os sites sobre tal configuração.

A abordagem da Mozilla é mais transparente, mas demorará mais para ser implantada. Mesmo que a função já apareça na próxima versão do Firefox – o que não é certeza, no blog há somente uma sugestão  de que isso possa acontecer– os portais ainda terão que reconhecer o código HTTP. Por isso, a proposta da Google, a curto prazo, é mais eficiente.

Ainda assim, as empresas sofrem da mesma falha: elas dependem da boa vontade das redes de publicidade. Embora a NAI seja composta por 15 das maiores companhias do ramo nos Estados Unidos, outras tantas, algumas menos politicamente corretas podem não estar dispostas a participar da ação.

O maior problema da iniciativas está no comportamento do mercado. Será preciso reeducar sites de prestígio para que eles deixem de seguir os passos do usuários. O que  representa um grande baque a uma publicidade que, por vezes, vários suportam.

Enquanto tudo isso não se realiza, muitos portais vão utilizando os dados pessoais de seus visitantes de forma perigosa.

Na semana passada, por exemplo, o Facebook passou a permitir que desenvolvedores de aplicativos tivessem acesso a endereço e telefone exibidos no perfil de seus usuários. Frente à repercussão negativa, voltou atrás, mas ainda busca uma melhor forma de avisar seus membros sobre o que pode acontecer caso autorizem tal acesso a fim de que possam usar o programa desejado.


Fonte:
 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Google lança concurso para jovens

A google  lançou  ontem, terça-feira, um concurso  científico internacional, chamado  “Google Science Fair”,  destinado para jovens. Aos interessados, os requisitos são os seguintes: Ter de 13 a 18 anos, estes podem concorrer individualmente ou em grupo de dois ou três componentes e  apresentar um bom projeto, em inglês, até o dia 04 de abril.
O concurso trata-se de uma parceria entre a gigante de buscas, a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear, a Lego, a “National Geographic” e “Scientific  American”.
O projeto pode ser apresentado em vídeo, de dois minutos ou mesmo um dossiê de 20 página, explicando de uma forma geral o que pretende-se fazer. Após o encerramento do concurso, um júri formado por professores irá examinar  cada ideia dos candidatos. Em maio será divulgado 60 semifinalistas. Por  fim, os projetos serão colocados online  e terá uma votação aberta, assim, o público poderá eleger o melhor.
A Google, no final de maio, irá anunciar 15 nomes dos finalistas. Eles serão convidados a visitar a sede do grupo, localizada na Califórnia. Para a votação final e escolha do grande vencedor, um júri de investigadores reconhecidos mundialmente, farão a escolha final. Haverá vencedores em três categorias,estabelecidas pela faixa etária, assim distribuídos: 13 - 14 ; 15 - 16  e 17 -18 anos.
O prêmio entregue ao grande vencedor será uma viagem de dez dias às ilhas Galápagos e também uma bolsa de estudo no valor de 50 mil dólares.

Fonte:

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Apple, Google e Microsoft levam bronca de executivo da Mozilla



O diretor de desenvolvimento da comunidade da Mozilla, Asa Dotzler, pediu às três grandes rivais do Firefox – Apple, Google e Microsoft – que “deixem de ser malvadas”. Segundo o executivo, os aplicativos iTunes (Apple), Office (Microsoft), Chrome e Earth (Google) atuam como cavalos de troia, instalando software sem a autorização expressa do usuário.

De maneira semelhante ao acontecido com a Apple em 2008, quando a empresa foi acusada de esconder instalações de aplicativos nas atualizações do iTunes 8 para Windows, Asa Dotzler afirma que plugins relacionados aos aplicativos mencionados são sorrateiramente incluídos em downloads dos programas.
A reclamação do executivo tem origem na instalação não consentida do iTunes Application Detector pelo iTunes, dos plugins da Windows Live Gallery e do Office e também do Google Update entre os complementos do Firefox.

Em um artigo de seu blog pessoal, Asa Dotzler diz saber que o Firefox poderia fazer mais para proteger os usuários contra esse tipo de instalação, mas que isso não deveria ser necessário quando o programa instalado é de um desenvolvedor – teoricamente – confiável como a Microsoft, a Google ou a Apple.

Ao final da reclamação, além de pedir para que as empresas mencionadas parem de “ser malvadas” – comentário direto do lema informal da Google “don´t be evil” (não seja malvado) –, o executivo da Mozilla incita novas companhias como a RockMelt a não seguir os mesmos passos e simplesmente perguntar ao usuário a respeito da instalação de qualquer programa.

Fonte e imagem:

domingo, 31 de outubro de 2010

Para Android e iPhone: busca por voz do Google já funciona no Brasil

Se você é usuário do iPhone ou de um smartphone com Android, saiba que já pode utilizar o recurso de Pesquisa por Voz (Voice Search) no Google em português do Brasil. Com isso, em vez de simplesmente digitar alguma coisa para busca, tudo o que  você precisa fazer é pronunciar o termo em questão ao telefone. O software do Google se encarregará de fazer a conversão para texto.

Gratuito, o aplicativo Pesquisa por Voz pode ser baixado gratuitamente a partir da Android Market. É necessário que a versão do sistema operacional seja a 2.1 ou superior. Para usuários do iPhone, basta pesquisar por "Google Mobile App" na App Store.

Além de buscas, o aplicativo também pode converter unidades (reais para dólares, por exemplo), pesquisar por notícias ou encontrar determinados estabelecimentos próximos ao local atual do usuário. Se por algum motivo não for possível pronunciar, o usuário pode utilizar um campo para digitar o termo da pesquisa. O aplicativo sugerirá palavras conforme a digitação avançar.

O vídeo abaixo mostra mais detalhes:


As novidades não terminam aí: o recurso de Pesquisa por Voz funciona de maneira integrada ao novo serviço Navegação em Mapas por GPS, que utiliza o sistema de GPS do aparelho de maneira conjunta ao Google Maps para calcular rotas, indicar trajetos, etc. O usuário precisará apenas pronunciar uma localidade e esperar o programa fornecer as devidas orientações.

Essa funcionalidade já está integrada ao Android (a partir da versão 1.6) e não requer atualização. Mais informações sobre os aplicativos móveis do Google no endereço www.google.com.br/mobile.


Fonte: 




Referência: Blog do Google Brasil.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Oracle processa Google sob acusação de violação de patentes no Android

Nesta quinta-feira (12/08/2010), a Oracle abriu um processo judicial contra o Google em um tribunal da Califórnia, Estados Unidos, sob a acusação de quebra de patentes e violação de direitos autorais. A ação afirma que o Google utilizou de maneira "consciente e repetidamente" tecnologias da plataforma Java no sistema operacional Android sem o devido licenciamento.

A Oracle passou a deter os direitos sobre as tecnologias Java após adquirir a Sun Microsystems, processo que se iniciou em abril de 2009. A compra, concluída em janeiro de 2010, pode ter custado aos cofres da Oracle cerca de 7,5 bilhões de dólares.

Por conta disso, é possível que esse processo seja um sinal de que a Oracle pretende ser mais rígida quanto ao licenciamento da tecnologia Java, de acordo com alguns analistas de mercado.

O fato é que o Android está ficando cada vez mais popular e, em situações como essa, é comum que detentores de patentes que possam ter algum envolvimento com o projeto queiram tirar o máximo proveito disso, o que significa que o Google já podia estar esperando que algo do tipo acontecesse, mas talvez não nessa proporção.

Até o momento, nenhum representante do Google se pronunciou sobre o caso.

Fonte: InfoWester
Referência: ZDNet UK.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Google lança formato de vídeo aberto para web

webM é baseado no codec VP8, da On2 Technologies, e em padrões abertos

A Google anunciou durante o evento para desenvolvedores Google I/O, que acontece entre 19 e 20 de Maio em San Francisco, na Califórnia, um novo formato para arquivos multimídia para a web, batizado de WebM.

O WebM é baseado no codec de vídeo VP8, desenvolvido pela empresa On2, adquirida pela Google em agosto do ano passado, e no codec de áudio Ogg Vorbis, um padrão Open Source desenvolvido pela Xiph.org. Ambos são encapsulados em um "contâiner" no formato Matroska, outro padrão aberto criado pela CoreCodec, Inc.

O formato é uma alternativa ao popular Flash Video e ao H.264, formato de vídeo popular na web mas "amarrado" por patentes e necessidade de pagamento de royalties para sua implantação e uso, que dificultam sua adoção. Os custos de licenciamento, por exemplo, foram o principal motivo citado pela Mozilla Foundation ao divulgar sua decisão de não adotar o H.264 como um dos formatos de vídeo online em seu navegador Firefox.

Segundo a Google o WebM é otimizado para a web, com baixa exigência de poder de processamento durante a reprodução, o que o torna ideal para uso mesmo em dispositivos como smartphones, tablets e netbooks. Alta qualidade de imagem e mínimo número de perfis de codificação, o que facilita o processo de criação de arquivos no novo formato, são outras características.

Empresas como AMD, ARM, Broadcom, Digital Rapids, Freescale, Imagination Technologies, Logitech, Marvel, MIPS, NVIDIA, Qualcomm, Texas Instruments, Veri Silicon e ViewCast são parceiras da Google no projeto webM, e se comprometeram a adotar o padrão em seus produtos de software ou plataformas de hardware. 

Além disso, versões dos navegadores Mozilla Firefox e Google Chrome com suporte ao webM estarão disponíveis em breve, com o Opera se juntando ao grupo "em breve". Na página oficial do projeto, em www.webmproject.org, há ferramentas para criação e reprodução de conteúdo, bem como mais informações sobre a iniciativa.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Microsoft atualiza Office e mira em Google

A Microsoft revela hoje versão atualizada do Office para manter domínio sobre o mercado de aplicativos corporativos, desafiado por alternativas gratuitas oferecidas pelo Google.

A maior empresa mundial de software está atualizando o Word, Excel, Outlook e PowerPoint e lançando versões online dos programas para acompanhar a nova classe de usuários móveis que surgiu no mercado desde a última atualização do pacote de softwares em 2006.

A maioria dos observadores do setor espera que a franquia Office, que segundo a Microsoft tem 500 milhões de usuários mantenha sua posição dominante no mundo dos negócios. Mas o Office pode enfrentar o início de uma erosão de seu status de produto "essencial".

"Toda vez que a Microsoft lança uma nova versão do Office, eles registram uma alta na receita", disse Toan Tran, analista da Morningstar. "Mas quão importante é essa atualização? Eles podem ter dificuldade maiores para conseguir que as pessoas façam upgrade."

A expectativa é que a Microsoft mostre uma lista de melhorias, como edição de fotos no Word, vídeo no PowerPoint e novas formas de colaboração em documentos e gestão de email.

Mas a faceta mais interessante é o movimento da Microsoft para a "computação em nuvem", que permite aos usuários manipular documentos armazenados em servidores remotos em qualquer lugar com acesso à Internet, área em que o Google vem ditando o ritmo.

"Estão vindo para o nosso campo de jogo", disse Dave Girouard, executivo do Google responsável pelos esforços da empresa em aplicativos de negócios.

"Eles (a Microsoft) admitiram que este é o futuro e agora achamos que os nossos produtos e serviços vão ter muito mais consideração", acrescentou.

O Google afirma que o Google Docs, conjunto de programas de escritório disponíveis pela Internet sem necessidade de download, afirma que obteve 25 milhões de usuários desde o lançamento há quase quatro anos.

"Word e Excel estão muito seguros, o Excel está inserido em um número incontável de processos de negócios, então vai ser bem difícil atingi-lo", disse Tran.

Mas a Microsoft enfrenta pressão nos programas de email e calendário, áreas mais compatíveis com uso móvel e online, onde o Google já tem uma forte posição.

"O Google promoveu uma série de incursões nessas áreas e a Microsoft vai enfrentar pressão ao longo do tempo. Eles vão ter que provavelmente cortar preços", afirmou o analista.

A divisão de negócios da Microsoft, cujas vendas são 90 por cento representadas pelo Office, tem uma média de lucro de 2,8 bilhões de dólares por trimestre. Isso corresponde a 47 por cento do lucro total da Microsoft até agora neste ano fiscal.

Vai levar pelo menos um ano antes que fique claro se a Microsoft sairá vitoriosa e em que extensão os clientes migrarão para versões online, reduzindo a dependência de software que precisa ser instalado no computador.

sábado, 17 de abril de 2010

Google cria compartilhamento de impressoras pela web

Google Cloud Print permite que qualquer dispositivo conectado a internet utilize impressoras compartilhadas na rede, independente de compatibilidade de software.



Impressões poderiam ser feitas em impressoras ligadas a computadores conectados à internet ou em impressoras ligadas diretamente na nuvem

São Paulo - Sabe aquela dificuldade que surge na hora de instalar uma impressora em um computador novo porque a versão do sistema operacional não é compatível com o equipamento? Pode estar com os dias contados, segundo o Google. É que a empresa apresentou ontem um sistema que permite a qualquer desktop, notebook, netbook ou smartphone conectar-se a impressoras ligadas a qualquer outro equipamento, por meio de uma conexão virtual, via web, e sem a necessidade de instalação de drivers.

A ideia, que recebeu o nome de Google Cloud Print, ainda está em desenvolvimento, mas a companhia de Mountain View explica direitinho em seu blog como ela deve funcionar. "Ao invés de se basear no sistema operacional local (ou drivers) para imprimir, os aplicativos podem usar o Google Cloud Print para enviar e gerenciar tarefas de impressão. O Google Clould Print ficará responsável por enviar o trabalho para a impressora correta de acordo com as opções selecionadas pelo usuário, e retornar o status do trabalho para o aplicativo", diz a nota assinada pelo gerente de produtos Mike Jazayeri.

Os desenvolvedores descrevem duas formas como o Google Clould Print pode se comunicar com a impressora. A primeira é por meio de um proxy, pequeno software que ficará no PC em que a impressora estiver instalada. Esse proxy registrará a impressora no Cloud Print e aguardará por tarefas de impressão. Quando uma tarefa chegar, pela nuvem, o Cloud Print enviará a tarefa utilizando o sistema operacional nativo do PC.

Por enquanto, a equipe de programadores do Chrome OS está trabalhando em um proxy para o Windows, mas eles prometem em breve dar suporte a Mac e Linux também. O problema desse tipo de impressão é que toda vez que algum documento tiver que ser impresso, tanto o dispositivo de onde parte a impressão quanto o computador que está ligado à impressora terá de estar conectado à internet. Por isso, o Google sugere uma segunda forma de conexão de impressoras com o Cloud Print.

A ideia é que fabricantes de impressoras desenvolvam equipamentos com suporte nativo à conexão com a nuvem sem necessidade de computadores intermediários. Esse tipo de impressora ainda não existe, mas o Google espera que a divulgação do projeto Cloud Print em um estágio tão preliminar estimule a indústria a pensar no assunto.

O Chrome OS irá usar apenas o Cloud Print e, por isso, não haverá drivers para impressoras no novo sistema operacional.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Estados Unidos identifica chinês que criou o código utilizado no ataque ao Google

O governo dos Estados Unidos informou ter identificado o chinês responsável pelo código (exploit) utilizado no ataque ao Google em dezembro de 2009, situação que gerou uma crise na atuação da empresa na China. O nome da pessoa não foi divulgado pelas autoridades americanas. Sabe-se apenas que o indivíduo trabalha como analista de segurança, inclusive para o governo chinês.
 
O código desenvolvido por ele explora uma falha até então desconhecida no Internet Explorer que permite a contaminação de computadores com malwares. A versão 6 do navegador é a mais afetada pelo problema, uma vez que não contém recursos de segurança que possam bloquear ou ao menos dificultar a contaminação.
 
O chinês chegou a publicar partes do código criado em um fórum, descrevendo-o apenas como mais de um seus trabalhos. Todavia, ele não foi considerado responsável pelo ataque. Tudo indica que outros indivíduos utilizaram o código para esse fim, hipótese reforçada pelo fato de o governo chinês ter acesso aos trabalhos do analista.
 
Recentemente, um grupo de investigadores do caso descobriu que os ataques partiram de uma universidade e de uma escola na China, sendo que a direção dessas instituições negou envolvimento na história.
 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Novo vírus infecta 75 mil computadores em 196 países

Um novo tipo de vírus de computador contaminou quase 75 mil máquinas em 2,5 mil organizações em 196 países, incluindo contas de usuários em populares sites de redes sociais. O ataque começou no final de 2008, mas só foi notado em janeiro, de acordo com a empresa de segurança na internet NetWitness.

O vírus, conhecido como "Kneber botnet", reúne os dados de login para sistemas financeiros online, redes sociais e emails de computadores infectados e transmite essa informação a seus criadores. Uma botnet é uma rede formada por computadores infectados que os hackers podem controlar a partir de uma máquina central.

A empresa afirmou que o ataque foi identificado pela primeira vez em janeiro durante um desenvolvimento de rotina no software da NetWitness. Um estudo mais aprofundado pela Herndon, empresa de segurança de software dos Estados Unidos, revelou que muitos sistemas comerciais e governamentais foram comprometidos, incluindo 68 mil dados de login e acesso a email, bancos online, Yahoo, Hotmail e redes sociais como o Facebook.

Os ataques aparentemente não estão ligados à invasão do Google e de mais 30 empresas das áreas de finanças, energia, defesa, tecnologia e comunicação, em janeiro, supostamente por hackers chineses. Mas são sintomáticos da sofisticação de ciberataques movidos por grupos criminosos assim como da incapacidade das empresas privadas em evitá-los.

"A abordagem tradicional dos sistemas de invasão e detecção é por definição inadequada para esse tipo de ameaça sofisticada", disse o presidente-executivo da NetWitness, Amit Yoran, ao jornal The Washington Post. "As coisas que nós - a indústria - fizemos nos últimos 20 anos não funcionam contra ataques deste tipo. Esta é a história".

Informações Redação Terra

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Google anuncia fim do suporte ao Internet Explorer 6

Aplicativos da empresa deixarão de funcionar corretamente no IE6 ainda este ano.

Após a própria Microsoft iniciar uma campanha para que seus clientes abandonem o IE6 e migrem para edições mais novas do navegador, agora a gigante Google também anuncia que seus aplicativos deixarão de funcionar corretamente neste browser.

Por mais que esta versão continue sendo utilizada por muitos usuários, várias empresas começam a deixar claro que este aplicativo deve ser deixado de lado.

Desta vez foi a Google que divulgou que suas ferramentas não irão mais rodar sobre essa plataforma.

Segundo o site Life Hacker, a empresa enviou e-mails para sua lista de suporte técnico dizendo que devido ao fato de que o Internet Explorer 6 não possui suporte às novas tecnologias adotadas em melhorias recentes, seus aplicativos não irão, portanto, funcionar corretamente neste navegador.

As inovações incluem a execução mais rápida de códigos em JavaScript, além de padrões em HTML 5, nova tecnologia de interpretação de páginas da web que promete explorar ao máximo os avançados recursos multimídia já existentes no mercado.

“Como resultado destas melhorias, ao longo de 2010 iremos retirar o suporte ao Microsoft Internet Explorer 6.0, bem como outros navegadores antigos que não são suportados pelos seus próprios fabricantes.” – afirma o comunicado.

O processo será gradual e terá início no dia 1º de março de 2010, quando serão atualizados os aplicativos Google Docs e Google Sites. A partir deste momento algumas funcionalidades podem parar de funcionar no IE6.

No decorrer do ano, mas ainda sem data prevista, será a vez do Gmail e Google Calendar.

Vale lembrar que os softwares continuarão a funcionar corretamente em navegadores como Internet Explorer 7 ou superior, Firefox 3.0 e suas versões posteriores, Google Chrome 4.0 ou superior bem como o Safari 3.0 e suas edições seguintes.

Fonte: Geek

ONU pede tratado para evitar uma "guerra na internet"

O mundo precisa de um tratado para se defender dos ciberataques antes que eles se transformem em uma ciberguerra ou guerra na internet, declarou neste sábado (30) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré.

Os ataques contra o Google, ocorridos na China segundo o próprio site de busca norte-americano, entraram na pauta de discussões do Fórum Econômico Mundial, que termina neste domingo na estação de esqui dos Alpes suíços.

Sobre o tema, o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, disse que o risco de um conflito entre dois países através da internet aumenta a cada ano.

Com essa situação, Touré propôs um tratado no qual as partes se comprometam a não lançar um primeiro "ciberataque" contra outra.

"Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe", declarou Touré.

O acordo internacional "seria parecido com um tratado de guerra antes de uma guerra", acrescentou.

Entretanto, John Negroponte, ex-diretor da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) durante a administração de George W. Bush, disse que os serviços secretos das potências mundiais seriam os primeiros a "fazerem ressalvas" a essa idéia.

Já Susan Collins, uma senadora republicana e membro das comissões de Defesa e Interior no Senado norte-americano, estimou que a perspectiva de que um ataque através da internet desencadeie uma guerra deve ser feita agora em consideração a seu país.

"Se alguém bombardeia nossa rede elétrica e vemos os responsáveis fazerem isso, claramente é um ato de guerra", assinalou.

"Se o mesmo país utiliza computadores sofisticados para desativar a nossa rede elétrica, creio realmente que não estamos longe de dizer que se trata de uma guerra", acrescentou.

Segundo Craig Mundie, diretor de investigação da Microsoft, "há menos de dez países no mundo cuja capacidade informática é sofisticada o suficiente para produzir ciberataques, que podem ainda fazer com que eles pareçam vindos de qualquer parte".

China, Estados Unidos e Rússia são parte dos 20 países que se encontram envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou na quinta-feira em Davos o presidente da companhia de segurança de rede McAfee, Dave DeWalt.

Para a McAfee, o recente ataque contra o Google ilustra a mudança de infraestrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques em uma ofensiva que é "comercial por natureza".

O último informe da McAfee, que guarda informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estejam envolvidos em operações para invadir suas estruturas.

Informções France Press

Fonte: AdNews

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

YouTube testa vídeos em HTML5

O YouTube lançou esta semana uma versão experimental do site que usa o padrão HTML5 para reproduzir vídeos, no lugar do Adobe Flash. O site diz que o uso do HTML5 está na lista dos recursos mais pedidos pelos usuários do site.

Na prática, o HTML5 usa outro tipo de codificação de áudio e vídeo para mostrar os vídeos em sites sem precisar baixar plug-ins. Entretanto, não são todos os navegadores que são compatíveis com HTML5: por enquanto, apenas Google Chrome, Apple Safari e o ChromeFrame no Internet Explorer conseguem mostrar páginas feitas em HTML5 com a tab video e compatibilidade com o formato h.264.

Além da limitação dos browsers, existe a restrição de alguns recursos do YouTube nos vídeos em HTML5. Não é possível mostrar anúncios nos vídeos, nem legendas e anotações, segundo o YouTube. Quem quiser testar o novo recurso pode acessar o endereço www.youtube.com/html5.


Fonte: Terra Tecnologia

Microsoft lançará reparo para Explorer após ataque ao Google

A Microsoft anunciou que irá lançar um reparo para uma falha em uma versão antiga de seu navegador Internet Explorer que permitiu o recente ataque contra a rede do Google na China.

O reparo, que deve sair nesta quinta-feira, "lida com a falha relativa ao recente ataque contra o Google e um pequeno grupo de empresas", segundo o diretor de programas de segurança da Microsoft, Jerry Bryant. Depois de instalado, "consumidores estarão protegidos contra os ataques conhecidos, que foram amplamente divulgados".

O Google disse na semana passada que foi alvo de sofisticados ataques na China, junto com mais de 20 outras companhias. A Microsoft reconheceu que os hackers teriam se aproveitado de uma falha no navegador Internet Explorer 6 para montar os ataques.

A Microsoft afirmou que continua vendo a ocorrência de alguns ataques, mas os únicos que ocorrem com sucesso são contra a versão 6 do Internet Explorer. A mais recente versão do software é o Internet Explorer 8.


Fonte: Terra Tecnologia


sábado, 16 de janeiro de 2010

Aplicativo para Android é eliminado por suspeita de golpe online

Após alertas de bancos, Google retira widget suspeito, além de outros 50 aplicativos similares inseridos pelo desenvolvedor '09Droid'.

Aplicativos móveis que poderiam ter roubado dados bancários de usuários começaram a aparecer na loja de aplicativos Android Market, para o sistema operacional móvel do Google, alertaram especialistas em segurança na segunda-feira (1/1).

O banco canadense BayPort Credit Union, fez um alerta em 22 de dezembro sobre um aplicativo para o sistema Android que prometia facilitar o acesso dos correntistas ao banco online. “Acredita-se que os golpistas tenham desenvolvido aplicações móveis fraudulentas para o Android Marketplace, usando uma técnica de phishing na tentativa de ganhar informações de acesso dos usuários de mobile banking” alerta o banco.

No mesmo dia do BayPort Credit Union, o banco norte-americano First Tech Credit Union, que possui agências nos Estados do Oregon e de Washington, envio um comunicado similar sobre aplicativos suspeitos.

O banco BayPort informou ter notificado o Google no dia 15 de dezembro, uma semana antes de fazer seu alerta, e que a empresa removeu não somente o aplicativo suspeito como outros 50 aplicativos similares inseridos pelo mesmo desenvolvedor, registrado como “09Droid.”

Pesquisadores de segurança não confirmaram que as aplicações bancárias presentes no Android Marketplace eram, de fato, maliciosas. O chefe de pesquisas da empresa de segurança de dados, F-Secure, Mikko Hypponen, disse que está buscando uma cópia dos aplicativos para testes já que o Google retirou as aplicações do Marketplace. Segundo ele, "é possível que as aplicações não tenham nada de malicioso diretamente."

Hypponen acredita que o desenvolvedor "09Droid" tenha simplesmente tentado ganhar dinheiro facilmente ao oferecer diversas versões de aplicativos, que apenas funcionam como atalhos para serviços de internet banking, cobrando 99 centavos de dólar por cada um.

O especialista da F-Secure ainda observa que o Android não é uma plataforma tão popular para servir como base de um golpe online envolvendo diversos bancos.  Em dezembro de 2009, o Android registrou uma participação de 0,02% no mercado de sistemas operacionais, segundo a NetApplications.


Fonte: IDG Now!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Ataque ao Google aproveitou falha em navegador da Microsoft

Foram instalados programas espiões em computadores das empresas. Hackers designaram ataques como ‘Operação Aurora’.

Recentes e sofisticados ciberataques contra o Google e outras empresas exploraram uma falha até agora desconhecida no navegador Internet Explorer, da Microsoft. O ponto fraco no navegador mais utilizado no mundo foi identificado pela empresa de segurança na computação McAfee, e posteriormente confirmado pela Microsoft.

O Google anunciou na terça-feira (12) que detectou, em dezembro, um ataque originado na China à sua infraestrutura empresarial, resultando em roubo de propriedade intelectual. A empresa veio a descobrir que mais de 20 outras companhias presentes no país também sofreram infiltrações.

A McAfee informou na quinta-feira (14) que os responsáveis pelos ataques enganaram funcionários das empresas, fazendo-os clicar em links que direcionavam para um site que instalou secretamente um programa de espionagem em seus computadores, em uma campanha a que os hackers aparentemente designaram
"Operação Aurora".

"Jamais vimos ataques dessa sofisticação no espaço comercial. Só os havíamos visto anteriormente no espaço governamental", disse Dmitri Alperovitch, vice-presidente de pesquisa da McAfee.

A Microsoft posteriormente confirmou o problema e enviou um alerta aos usuários, esperando reduzir o problema. A companhia trabalha para desenvolver uma atualização para o Internet Explorer para evitar novos ataques. "A empresa determinou que o Internet Explorer foi um dos vetores usados em ataques dirigidos e sofisticados contra o Google e outras redes empresariais", afirmou a Microsoft.

A maior produtora mundial de software afirmou que o uso do Internet Explorer em "modo protegido", com os controles de segurança em nível "alto", limitaria o impacto do problema. "Precisamos encarar com seriedade todos os ataques à computação, não apenas esse", disse Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, em entrevista à CNBC. "Temos toda uma equipe que responde em tempo verdadeiramente real a qualquer denúncia que possa ter algo a ver com o nosso software”.

Segundo a McAfee, os programas permitiam a tomada de controle de computadores sem que seus donos soubessem.

O Internet Explorer é vulnerável em todas as recentes versões do Windows, incluindo a nova Windows 7, segundo a McAfee. A Microsoft afirma que os ataques têm sido limitados ao Internet Explorer 6, uma versão mais antiga do aplicativo.

Fonte: G1

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Google anuncia oficialmente seu celular Nexus One




Após cerca de um mês de rumores na internet, o Google confirmou nesta terça-feira o lançamento do aguardado Nexus One, primeiro smartphone com sistema operacional Android que será vendido diretamente pelo buscador em uma loja online. O Nexus One é produzido pela taiwanesa HTC e vai custar US$ 529 desbloqueado nos Estados Unidos. O aparelho não está disponível para o Brasil.

"O Nexus One é quando a internet encontra o telefone", disse Mario Queiroz, vice-presidente de produtos do Google. "É uma nova classe de produtos que chamamos de 'superfones'", afirmou. O Nexus One vem com um processador Snapdragon de 1 GHz, produzido pela Qualcomm, tem tela sensível ao toque de 3,7 polegadas feita com tecnologia Amoled (mais brilhante e econômica) com resolução de 480 x 800 pixels, 4 GB de armazenamento em cartão de memória (mais 512 MB de RAM e outros 512 MB de armazenamento interno), câmera de 5 megapixels, redução de ruído nas chamadas, conector 3,5 mm para fones de ouvido. O Nexus One pesa 130 gramas e o Google vai vender o aparelho com opção de gravar frases a laser de até 50 caracteres na parte traseira do aparelho.

A versão do Android usada no Nexus One é a 2.1, mais recente. Entre suas novidades estão a capacidade de transformar voz em texto em mensagens e aplicativos com o uso de um "teclado habilitado para voz", além de navegação ponto a ponto no Google Maps, múltiplas contas de Gmail e integração com Microsoft Exchange para e-mails, agenda de telefones com múltiplas fontes, incluindo o Facebook e acesso a 18 mil aplicativos disponíveis no Android Market.

Segundo o Google, o Nexus One será vendido diretamente pela empresa no endereço google.com/phone (que já mostra que o telefone está indisponível para o Brasil), pelo preço de US$ 529 desbloqueado, para uso em qualquer operadora. A T-Mobile irá vender o Nexus One por US$ 179 com um plano de dois anos, e em breve as operadoras Verizon (nos EUA) e Vodafone (na Europa) também irão comercializar o smartphone em breve. Diz o Google que "nos próximos meses o Google planeja fazer parcerias com outras operadoras, assim como irá lançar mais aparelhos com Android para expandir a loja online para mais países".

Fonte: Terra

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

União Europeia encerra processo antitruste contra a Microsoft

A União Europeia decidiu, por meio da Comissão Europeia, arquivar de vez o processo antitruste que movia contra a Microsoft. A empresa estava sendo acusada de promover práticas monopolistas ao distribuir o navegador Internet Explorer junto ao Windows, o que poderia estar prejudicando a adoção de browsers concorrentes, como o Opera e o Mozilla Firefox.


O que ajudou nessa decisão foi o fato de a Microsoft ter concordado em oferecer meios mais fáceis para que os usuários possam escolher que navegadores instalar e usar. Para isso, utilizadores das versões XP, Vista e 7 do Windows receberão uma atualização de software que exibirá uma janela (que ficou conhecida como “ballot screen”) onde será possível selecionar os navegadores desejados.





Com o acordo, a Comissão Europeia não só finaliza o processo contra a Microsoft, como também evita que a empresa tenha que lidar com mais uma multa pesada. Isso só poderá acontecer agora se a companhia descumprir alguma parte do acordo, que terá validade de pelo menos cinco anos. Neste caso, o valor da multa está estimado em 10% do faturamento anual da empresa.



Vale frisar que as versões do Windows com “ballot screen” estarão disponíveis apenas na Europa.




Referência: InfoWester,  NYTimes.