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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Antivírus corporativo da McAfee sofre pane; empresa confirma problema

Computadores em companhias, hospitais e escolas pelo mundo ficaram presos em uma reinicialização repetida na quarta-feira (21) depois de um programa antivírus identificar um arquivo normal do Windows como vírus.

A McAfee confirmou que uma atualização do software liberada às 12h (horário de Brasília) fez com que o programa antivírus voltado a clientes corporativos classificassem o arquivo inofensivo. A companhia também postou uma atualização da pane para download.

A companhia não soube precisar quantos computadores foram afetados, mas julgando pelas postagens on-line, o número foi no mínimo entre milhares --e, possivelmente, centenas de milhares.

A McAfee disse ainda que, aparentemente, não ocorreu problema similar com as versões para consumidores. A empresa está investigando como o erro aconteceu, e "vai tomar medidas" para prevenir uma reincidência, disse a companhia em comunicado.

O problema no computador forçou um terço dos hospitais em Rhode Island a adiar cirurgias eletivas e parar de atender pacientes sem traumas nas salas de emergência, disse Nancy Jean, porta-voz do sistema de hospitais Lifespan.

Em Kentucky, também nos EUA, a estação de polícia orientou os carros a desligarem seus computadores enquanto o problema era resolvido. A Fundação Nacional de Ciência, em Arlington, também perdeu acesso aos computadores.

Procurada pela Folha, a McAfee ainda não informou a extensão dos danos no Brasil.

Atualização da McAfee trava Windows XP SP3

Uma atualização defeituosa da McAfee resultou em problemas para usuários do Windows.

O update veio com uma falha que praticamente inutilizou PCs até que o suporte técnico resolvesse o problema manualmente.

De acordo com o SANS Internet Storm Center, o arquivo DAT 5958 da McAfee identificou o arquivo svchost.exe incorretamente, como se ele fosse o vírus W32/Wecorl.a.

Assim, o antivírus isolou o arquivo e causou diversos problemas para usuários do Windows XP SP3, incluindo a "tela azul da morte".

Em um artigo, a empresa descreveu o problema e os sintomas, além de ter disponibilizado uma nova versão da atualização.


informações BABOO
Fonte: iMaster

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ONU pede tratado para evitar uma "guerra na internet"

O mundo precisa de um tratado para se defender dos ciberataques antes que eles se transformem em uma ciberguerra ou guerra na internet, declarou neste sábado (30) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré.

Os ataques contra o Google, ocorridos na China segundo o próprio site de busca norte-americano, entraram na pauta de discussões do Fórum Econômico Mundial, que termina neste domingo na estação de esqui dos Alpes suíços.

Sobre o tema, o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, disse que o risco de um conflito entre dois países através da internet aumenta a cada ano.

Com essa situação, Touré propôs um tratado no qual as partes se comprometam a não lançar um primeiro "ciberataque" contra outra.

"Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe", declarou Touré.

O acordo internacional "seria parecido com um tratado de guerra antes de uma guerra", acrescentou.

Entretanto, John Negroponte, ex-diretor da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) durante a administração de George W. Bush, disse que os serviços secretos das potências mundiais seriam os primeiros a "fazerem ressalvas" a essa idéia.

Já Susan Collins, uma senadora republicana e membro das comissões de Defesa e Interior no Senado norte-americano, estimou que a perspectiva de que um ataque através da internet desencadeie uma guerra deve ser feita agora em consideração a seu país.

"Se alguém bombardeia nossa rede elétrica e vemos os responsáveis fazerem isso, claramente é um ato de guerra", assinalou.

"Se o mesmo país utiliza computadores sofisticados para desativar a nossa rede elétrica, creio realmente que não estamos longe de dizer que se trata de uma guerra", acrescentou.

Segundo Craig Mundie, diretor de investigação da Microsoft, "há menos de dez países no mundo cuja capacidade informática é sofisticada o suficiente para produzir ciberataques, que podem ainda fazer com que eles pareçam vindos de qualquer parte".

China, Estados Unidos e Rússia são parte dos 20 países que se encontram envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou na quinta-feira em Davos o presidente da companhia de segurança de rede McAfee, Dave DeWalt.

Para a McAfee, o recente ataque contra o Google ilustra a mudança de infraestrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques em uma ofensiva que é "comercial por natureza".

O último informe da McAfee, que guarda informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estejam envolvidos em operações para invadir suas estruturas.

Informções France Press

Fonte: AdNews

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Facebook anuncia acordo com a McAfee para garantir segurança de usuários

O Facebook e a McAfee anunciaram um acordo pelo qual os 350 milhões de usuários da rede social ganharão assinatura de software antivírus para proteger seus computadores. O acordo prevê a cobertura de internautas de 11 países, entre eles o Brasil, por um período teste de seis meses.

Para ter acesso ao antivírus basta visitar a aba "Proteja seu PC" no Facebook. Quando o perído de testes chegar ao fim, os usuários receberão ofertas de suítes de segurança com descontos.

Até hoje o Facebook apenas modificava a senha dos membros cujas contas haviam sido invadidas e avisava que seus computadores estavam infectados. Agora, os usuários terão de limpar seus HDs para poder voltar à comunidade.

"Nos casos em que uma conta é comprometida, nós desenvolvemos um processo único que exige que o usuário tome medidas para limpar sua conta e aprenda práticas de segurança. Nós também incorporamos o software da McAfee ao processo para os internautas com máquinas infectadas. Agora, se o seu computador for infectado, você precisará rodar um programa semelhante ao da figura ao lado e limpá-lo antes de voltar ao Facebook", diz nota oficial no blog do Facebook .

O valor dos programas distribuídos, segundo a McAfee, chega a US$ 12 bilhões. Os países que farão parte do teste são Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, México e Reino Unido.

O acordo visa combater a disseminação de vírus e programas infectados com códigos maliciosos que se espalham por email e pelas redes sociais. Esses programas tomam conta do computador da vítima e se espalham a partir de sua lista de contatos.

Fonte: O Globo