Mostrando postagens com marcador Banda Larga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Banda Larga. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de março de 2010

Intelig lança banda larga por rede elétrica

SÃO PAULO – A Intelig Telecom iniciou, no Brasil, a oferta comercial de banda larga e voz com a tecnologia BPL (Broadband over Powerline Indoor), que permite a transmissão de dados via fios da rede elétrica interna do cliente.

De acordo com a companhia, o lançamento, por enquanto, resume-se a uma pequena parcela do mercado paulista por meio de uma parceria com Eletropaulo Telecom, que forneceu a infraestrutura.

Para usufruir do serviço, o cliente precisa agendar uma instalação presencial com a campanhia. Imediatamente depois da visita dos técnicos, os recursos estarão disponíveis.


O plano convergente reúne telefone fixo e internet banda larga, requerendo aos usuários apenas o trabalho de plugar o modem na tomada.

A Intelig informa ainda que, na promoção de lançamento, o cliente não paga a taxa de adesão e os equipamentos (modem e ata) são oferecidos sem qualquer custo para o cliente.

Chamado de InteligCombo, o  plano, completo e com velocidade de banda de 10 Mbps, custa R$ 74,90 com impostos - preço que se manterá até março de 2011, segundo a empresa.

O serviço estará disponível primeiramente em Moema, Pinheiros e Jardins, isto é, em 350 edifícios, o que corresponde a 18 mil residências. Não há previsão para a chegada em outras regiões.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Telefônica lança banda larga popular a R$ 29,80

A Telefônica assinou o Programa de Banda Larga Popular do Governo de São Paulo. O serviço será comercializado a partir do dia 24 de fevereiro inicialmente na cidade de São Paulo e região do ABC, mas ao longo de 2010 será estendido para o interior paulista. (Participe de enquete do Adnews sobre o tema).

A novidade foi divulgada na Campus Party 2010, evento de tecnologia que aconteceu em São Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80 para a contratação da velocidade de internet de 256 Kbps, além do modem, instalação e provedor gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.

"Não serão cobrados serviços adicionais junto com o pacote de internet", afirmou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente.

A expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil conexões da banda larga popular até o final deste ano. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de residências no estado de São Paulo como potenciais alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de 1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as demais têm computador sem internet.

A Telefônica aderiu ao projeto de Banda Larga do governo, apenas três meses e meio após seu lançamento. O atraso na adesão da Telefônica ao programa derivou, segundo informou o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas para quem já fosse seu cliente. O governo não permitia essa limitação.

Ao ser questionado sobre a baixa velocidade oferecida aos usuários no pacote popular, Costa, afirma: "Acredito que não é frustrante, porque corresponde a quatro vezes mais que uma conexão discada, além de ser uma velocidade boa para o público alvo do projeto".

Net saiu na frente

Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a venda da internet rápida popular para 48 cidades do Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais. O serviço tem velocidade de transmissão de dados de 200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos, com modem cedido em comodato.

Além do plano básico, que obedece ao decreto do governo paulista, a empresa também passou a comercializar para o mesmo público um pacote combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e TV a cabo, por R$ R$ 39,90.

Projeto paulista

O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50 reais cobrados usualmente em pacotes básicos de banda larga. A redução do preço foi possibilitada pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que aderiram ao plano.

Segundo dados divulgados pelo governo paulista na época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas possuem computador sem Internet e as demais ainda utilizam conexão discada.

Informações UOL e Plantão Info

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Banda larga popular de SP não cumpre critérios da ONU

Na última quarta-feira (14/10), o governador José Serra anunciou um projeto de banda larga popular em São Paulo. Mas, o pacote não passou pelo critério definido pela UIT (União Internacional de Telecomunicações), ligado as Organizações das Nações Unidas (ONU).

De acordo com a Folha de S.Paulo, o serviço que será oferecido pelo governo terá velocidade mínima de 200Kbps (kilobits por segundo), enquanto a instituição considera banda larga a velocidade de transmissão de dados superior a 256 Kbps (kilobits por segundo).

Por outro lado, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não tem normas que definam a velocidade mínima da banda. Ela considera usuários de banda larga todos que têm acesso acima de 64 Kpbs, velocidade de conexões discadas.

O governo do Estado afirmou, em nota, que a definição da UIT é polêmica e que "o Brasil não tem regulamentação que indique qual a velocidade mínima para uma conexão ser classificada como banda larga". E também que a velocidade 200 Kbps é a mínima e ela pode chegar a 1 Mbps.

A diferença entre as velocidades do programa de banda larga popular e o mínimo admitido pela UIT foi evidenciado quando João de Deus, vice-presidente da Abrafix, associação que representa as teles fixas, citou o relatório da entidade que define banda larga como um serviço acima de 256 Kbps. A declaração foi feita durante debate no Futurecom.

Para defender as teles e a qualidade do serviço do país, João de Deus afirmou que a velocidade média para baixar arquivos (download) no Brasil é maior do que em outros países com a mesma renda per capita.

Telefônica
Primeira a aderir o plano, a Telefônica lançou um pacote com 250 Kbps de velocidade. Segundo Antonio Carlos Valente, presidente da empresa, na prática, o serviço atende aos padrões definidos pela UIT.

Na última sexta-feira (16/10), a companhia detalhou seu projeto de internet popular e anunciou a venda a partir de 9 de novembro. Somente assinantes do serviço de telefonia fixa poderão contratar a banda larga popular.

Fonte: Redação Adnews, TechWord

sábado, 17 de outubro de 2009

Vivo vai ter banda larga popular antes do Natal


O presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou hoje, no Futurecom, que a operadora irá se engajar no programa de banda larga popular dos governos de São Paulo, Pará e Distrito Federal antes do Natal. Segundo ele, a Vivo está  prestes a equacionar o problema do preço do modem, que é mais caro do que o ADSL da telefonia fixa e que também precisa ser oferecido gratuitamente ao cliente. "Estamos buscando o modem barato. Estamos quase lá", afirmou.

Para o executivo, o decreto assinado hoje pelo governador José Serra, que reduz para zero a alíquota do ICMS e prevê a oferta de banda larga fixa ou móvel (entre 200 Kbps a 1 Mbps) ao preço de R$ 29,80 forçou as operadoras a buscarem mais eficiência, tendo em vista as dificuldades de encontrar o preço certo do modem. 

Para negociar melhor o preço do modem Lima defendeu que as empresas de telefonia celular negociassem em conjunto a aquisição desses equipamentos.

Fonte: Tele Síntese, TechWord

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Futuro da web pela tomada é decidido nesta terça

A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vai se reunir nesta terça-feira (11) para decidir a regulamentação do uso das instalações de distribuição de energia elétrica como meio de transporte para a comunicação de sinais, utilizando a tecnologia PLC (Power Line Communication). Se a norma for aprovada, a tecnologia deve atender mais de 90% das residências que recebem energia elétrica.

Em abril, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) regulamentou a matéria através da Resolução 527 que aprovou o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências por Sistemas de Banda Larga por meio de Redes de Energia Elétrica (BPL). O documento estabeleceu os critérios e parâmetros técnicos que permitem a utilização dessa tecnologia de forma harmônica com as aplicações de radiocomunicação que usam radiofreqüência na faixa entre 1.705 kHz e 50MHz.

Segundo informações do Tele Síntese, a proposta de regulamentação do PLC é baseada em algumas determinações. As distribuidoras devem disponibilizar a utilização de suas redes para os interessados em explorar o serviço de transmissão de dados. Além disso, 90% da receita auferida por ela com o aluguel da rede serão encaminhados para a modicidade da tarifa de energia elétrica e os outros 10% ficarão para acionistas. O valor do aluguel será negociado entre as partes.

Para Carlos Mattar, assessor da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, a prestação desse serviço não pode interferir no fornecimento de energia elétrica. A proposta recebeu 163 contribuições de agentes do setor elétrico, telecomunicações e outras entidades representativas.

A implantação do sistema pode custar US$ 200 a US$ 300 por consumidor, para adaptar a rede de acesso em fibra ótica. Apesar do alto valor, o investimento é menor do que o necessário para a construção de uma nova rede. Com a tecnologia, o usuário terá acesso à internet de 10 e 40 Mbps com um preço mais acessível.

O Adnews entrou em contato com a assessoria de imprensa da Anatel que informou que a agência já regulamentou a matéria sobre as condições de uso da radiofrequência, os critérios técnicos necessários para a implementação da tecnologia e as faixas de operação do serviço. Dessa forma, a matéria foi encaminhada para a Aneel que vai decidir as regras para uso da infra-estrutura da internet via rede elétrica.

Fonte: Redação Adnews

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Governo dará banda larga a 37 milhões de estudantes

Até o fim de 2010, todas as escolas públicas urbanas do Brasil, ao todo são 56.720, devem ter internet com banda larga. Segundo Hélio Costa, ministro das Comunicações, 37 milhões de estudantes serão beneficiados, incluindo 84% dos alunos do ensino básico. A declaração foi feita nesta quarta-feira (15), em Brasília.

De acordo com o Computerworld, o governo pretende aumentar nos municípios brasileiros o programa de inclusão digital. “Uma das nossas prioridades é o programa Banda Larga nas Escolas. O governo já conectou cerca de 30 mil escolas urbanas até agora e devemos chegar a mais de 45 mil até o final do ano”, disse Costa.

As ações vão beneficiar cerca de 17 milhões de escolas públicas. Para Costa, é preciso ampliar a inclusão digital, com a implantação de telecentros comunitários. Ele também afirmou que o governo já entregou 66 mil computadores, que estão espalhados em seis mil unidades localizadas nos municípios do interior do país.

No ano que vem, o governo pretende levar telefonia e internet com alta velocidade para mais de 80 mil escolas situadas em zonas rurais.

Fonte: Redação Adnews