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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Os SSDs estão chegando...


Fonte:

Templo brasileiro proíbe o uso do USB


A tecnologia USB foi proibida em um templo no interior de São Paulo. O líder do culto afirma que o símbolo padronizado para representar o USB é parecido com um tridente, e por isso seria um artifício do Demônio.
Welder Saldanha, fundador do templo, vetou a utilização para aqueles que seguem seus ensinamentos. "O símbolo disso (ele se recusa a pronunciar o nome da tecnologia) é um tridente, que é usado para torturar as almas que vão para o inferno. Isso mostra que todos os usuários dessa tecnologia são adoradores do Satã" – afirma ele.
Para acalorar ainda mais a polêmica, o pastor ainda explicitou que o Bluetooth seria algo divino. Por quê? Porque o seu símbolo é azul, “a cor dos olhos do nosso salvador Jesus Cristo”, completa Saldanha. Pelo menos as pessoas que vão ao templo ainda têm uma forma de trocar dados, não é mesmo?
Fonte imagem:
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Oracle ganha aval da União Europeia para comprar Sun

A companhia norte-americana de software Oracle obteve nesta quinta-feira aprovação incondicional da União Europeia para a compra da fabricante de computadores e produtora de software Sun Microsystems, por 7 bilhões de dólares.

A Oracle, segunda maior produtora mundial de software corporativo, recebeu luz verde em agosto do ano passado do Departamento de Justiça dos Estados Unidos para adquirir a Sun, criadora do Java, uma das linguagens de programação mais usadas do mundo.

A Comissão Europeia começou uma profunda investigação sobre o acordo em setembro, citando preocupações sobre o impacto competitivo na base de dados MySQL da Sun.


"Estou Satisfeita que a competição e inovação serão preservadas em todos os mercados considerados. A aquisição da Sun pela Oracle tem o potencial de revitalizar ativos importantes e criar novos e inovadores produtos", afirmou a comissária de defesa da concorrência da UE, Neelie Kroes, em comunicado.

Fonte: Terra Tecnologia


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

China testa novo sistema de intercepção de mísseis

As estruturas militares da China procederam ao ensaio de uma nova tecnologia de intercepção e destruição de mísseis em voo, uma manobra que a agência oficial Xinhua afirma ter "alcançado os objectivos esperados". O teste foi levado a efeito depois de Pequim ter condenado a venda de mísseis norte-americanos "Patriot" às autoridades da ilha de Taiwan.


Os detalhes sobre o ensaio militar, concretizado durante a noite de segunda-feira, são escassos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China limita-se a argumentar que o ensaio de "uma tecnologia instalada em terra para a intercepção de mísseis em voo" foi de "natureza defensiva e não teve por alvo qualquer país". Mas comporta uma carga simbólica.
A última demonstração de força da máquina militar chinesa surge depois de os Estados Unidos terem acertado, na semana passada, os detalhes da venda de mísseis defensivos "Patriot" a Taiwan. O regime de Pequim fez desde logo ouvir os seus protestos, invocando uma vez mais a "política de uma China", ao abrigo da qual a ilha "secessionista" de Taiwan é encarada como parte integrante do território chinês.
"A China sente que os Estados Unidos querem, por um lado, todo o tipo de cooperação, mas, por outro lado, continuam a vender armas a Taiwan e esta discrepância está a expandir-se. Não deve haver qualquer reverso substancial nas relações a propósito disto. Mas a autoconfiança da China está a crescer e vê estas vendas de armas a Taiwan como uma humilhação", explicou, em declarações à agência Reuters, o professor de Relações Internacionais Zhu Feng, da Universidade de Pequim.


"Danos para as relações entre China e Estados Unidos" 

Menos polida, a agência oficial Xinhua fez sair um comentário carregado de críticas à cooperação militar entre Washington e Taipei: "De cada vez que os Estados Unidos venderam armas a Taiwan, houve enormes danos nas relações entre a China e os Estados Unidos. Esta venda de armas norte-americanas a Taiwan não vai ser excepção".
A Xinhua acusa mesmo o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de estar a trair compromissos assumidos com as autoridades de Pequim, desde logo a não ingerência em questões de "interesse fundamental". "Parem imediatamente as vendas de armas a Taiwan para evitar danos na cooperação entre a China e os Estados Unidos em áreas importantes", insiste a agência do Governo.
Há também vozes inflamadas entre a cúpula militar de Pequim, que começa a pressionar os responsáveis políticos para que adoptem sanções a empresas norte-americanas. É o caso de Jin Yinan, major-general do Exército de Libertação Popular e professor na Universidade de Defesa Nacional da China. Num artigo publicado este mês pelo Study Times, Yinan escreveu: "Devemos usar medidas de resposta para fazer com que o outro lado pague o preço correspondente e sofra o castigo correspondente".


Investimento em defesa contra mísseis.

A China reivindica soberania sobre Taiwan desde 1949, ano em que as forças comunistas de Mao Tsé-tung prevaleceram na guerra civil e empurraram os nacionalistas de Chiang Kai-shek para a ilha. Em 1979, os Estados Unidos mudaram o seu reconhecimento diplomático para Pequim, indo ao encontro da "política de uma China".

Contudo, as sucessivas administrações norte-americanas mantiveram sempre uma apertada cooperação militar com Taiwan, à luz do argumento de que a superpotência tem o dever de ajudar o território a defender-se.

Nos últimos anos, as chefias militares da China duplicaram o investimento em diferentes tecnologias bélicas. A defesa anti-mísseis é uma das áreas privilegiadas. Ainda assim, segundo Yang Chengjun, um perito em armamento citado pelo jornal chinês Global Times, os sistemas de defesa do país continuam "longe de formar uma capacidade operacional".


Fonte: RTP

domingo, 20 de dezembro de 2009

Aeronáutica anuncia nova tecnologia para controle aéreo no País

Software está em testes em prédio subterrâneo em Curitiba

O Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 2), com sede em Curitiba, deve começar a operar, em março do próximo ano, um novo software de controle de voo, com tecnologia totalmente brasileira.

O software, conhecido como Sagitário (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional), já está em testes na unidade paranaense, instalada em um prédio de quatro andares totalmente subterrâneo.

Segundo o comandante interino do Cindacta 2, coronel Leônidas de Araújo Medeiros Júnior, uma das novidades do novo sistema é que ele informa qualquer possível conflito de voo antes mesmo de as aeronaves deixarem o chão. O software segue todas as práticas e recomendações do mercado internacional. A expectativa é que até 2012 todo o país esteja coberto com esse sistema.

Fonte: ZERO HORA

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

TransferJet: a tecnologia que promete acabar com transferência através de cabos

O que é e o que faz?


 

Desenvolvida pela Sony, a TransferJet é um sistema que permite a transferência de arquivos baseada em simples toques entre os aparelhos a uma velocidade incrivelmente alta. É como se você unisse o melhor do Bluetooth com a facilidade do USB, mas com diversas melhorias.

O primeiro grande destaque dessa nova tecnologia é a velocidade. Quem nunca sofreu ao tentar enviar alguns gigabytes de arquivos do computador para o MP3 Player? Com o TransferJet isso pode ser feito em apenas alguns segundos, já que, teoricamente, ele faz a troca de arquivos a uma velocidade de 560 Mbps. Para ter uma noção do que isso significa, basta imaginar que a conexão via Bluetooth 2.0 alcança, no máximo, 3 Mbps.






Porém, a grande inovação da nova tecnologia da Sony é conseguir trazer essa velocidade exorbitante às transferências a partir de um sistema de toque e aproximação. Para isso, basta você deixar dois celulares lado a lado para que eles troquem informações e dados, sem necessitar da utilização de cabos ou redes de amplo alcance. Na prática, isso poderia significar o fim da utilização de qualquer tipo de fio ou entrada física para a realização de transferências. Se, por exemplo, uma família deseja visualizar as fotos de uma viagem na televisão, bastaria posicionar a câmera ao lado da TV para que ela automaticamente exiba as imagens.

Como funciona?

O grande segredo do TransferJet é unir a velocidade da tecnologia UWB - sigla para Ultra Wide-Band, ou “banda ultralarga”, presente em equipamentos que permitem a conexão através de uma espécie de rede sem fio de curto alcance, como teclados e mouses wireless - com a facilidade dos aparelhos com NFC (sigla em inglês para Comunicação de Campo Próximo), que funcionam de maneira semelhante ao Bluetooth, ou seja, através de conexão de alta frequência.






Por utilizar um sinal de baixa frequência (4,48 GHz), o alcance máximo do sinal TransferJet é de aproximadamente 3 cm, o que permite o sistema de toque e aproximação. Além disso, dentro desse campo é possível fazer com que arquivos sejam trocados com a velocidade máxima – que na prática alcançou “apenas” 375 Mbps.

E é por causa dessa frequência abaixo das ondas de rádio e de outros componentes que é possível realizar transferências com outros equipamentos sem sofrer qualquer tipo de interferência. Com isso, você pode compartilhar dados via TransferJet com um amigo enquanto alguém ao seu lado utiliza o Bluetooth ou o sinal de internet wireless.

A Sony publicou um material online que explica detalhadamente todos os recursos e especificidades técnicas do novo recurso. Caso queira aprofundar-se no assunto, você pode conferir clicando aqui.

Toque e passe com segurança

O sistema de transferência por toque surgiu a partir do modelo japonês de metrô. No caso, os passageiros pagam as passagens em fração de segundos simplesmente encostando um cartão em um aparelho na entrada das estações. O movimento de toque era tão intuitivo que em pouco tempo o sistema de pagamento foi largamente aceito pela população.




No caso do TransferJet, a transferência de arquivos é feita de maneira semelhante ao exemplo do metrô japonês. Para enviar uma imagem, música ou até mesmo um vídeo de um celular para outro, basta encostá-los. A Sony aposta então em uma tecnologia que utiliza um movimento natural para facilitar a aceitação e o entendimento de qualquer pessoa.
 
À primeira vista, o curto alcance do sinal do TransferJet pode parecer uma desvantagem, mas a proposta é exatamente o oposto. Com um raio de curto alcance – apenas 3 cm –, a tecnologia é mais econômica, já que não se “força” o aparelho a buscar sinais, e oferece mais segurança do que outros métodos de troca de arquivos wireless.

Ao contrário do que acontece com o sinal de Bluetooth, por exemplo, o sistema de reconhecimento por proximidade evita que você capte um sinal indesejado de outro aparelho – quem nunca encontrou diversos celulares desconhecidos enquanto tentava enviar algum arquivo para um amigo ao lado? Além disso, também impede que transferência sofra com interferência externa de outros sinais ou que os dados sejam interceptados por outro equipamento.

Para tornar o envio ainda mais seguro, o TransferJet possibilita a criação de uma espécie de registro de aparelhos. Com isso, você pode especificar quais celulares ou câmeras têm permissão para enviar arquivos para você. Funciona de maneira semelhante ao que já vem sendo utilizado na comunicação via Bluetooth, porém, uma vez cadastrado e aceito, aquele sinal é visto como confiável e pode enviar dados automaticamente, sem necessitar de uma autorização do usuário. É claro que essas opções podem ser alteradas.

Assim como acontece com outros tipos de conexão sem fio, o TransferJet também deve procurar sinal, selecionar e autenticar usuário para então permitir a conexão. A diferença é que a nova tecnologia da Sony funciona a partir de um toque entre os aparelhos: um método mais simples, prático e incrivelmente rápido se comparado com outros.


 

 O fim da transferência por cabos?

 

Ao contrário do que possa parecer, por mais que utilize um conceito semelhante, o Bluetooth não é a tecnologia que mais vai sofrer com a chegada do TransferJet. Com esse novo projeto, a Sony pretende revolucionar o modo de transferir arquivos, que até agora era ditado pelas entradas USB.

A principal diferença entre os dois modos de envio de dados, além da velocidade, é a praticidade. O já popular conhecido USB utiliza um sistema mais complexo se comparado ao TransferJet, já que necessita selecionar o arquivo, como e para onde ele será enviado. Já com a nova tecnologia, isso funcionaria de maneira automática ao aproximar o aparelho do computador, por exemplo.

Outra vantagem sobre o USB é o simples fato de não necessitar de cabos para realizar essa troca de dados. Por utilizar um sistema wireless muito próximo do Bluetooth, não existe mais a necessidade da utilização de cabos para realizar qualquer tipo de transferência, já que a tecnologia da Sony oferece um método mais seguro. Assim você não precisa mais se arriscar conectando o pendrive em computadores públicos ou ficar na mão ao tentar utilizar um leitor com defeito por causa do constante “tira e põe”.

Novos mercados, grandes horizontes


A chegada do TransferJet, além de mudar o modo de fazermos transferência, traz grandes inovações para o segmento tecnológico. A Sony propõe a criação de quiosques em que o usuário pode realizar downloads através da nova tecnologia. Com isso, bastaria você chegar a alguns desses pontos e encostar seu celular ou qualquer outro equipamento equipado com a TransferJet para ter acesso a vídeos, músicas e imagens.

Além disso, a empresa japonesa ilustra a multifuncionalidade da tecnologia com o exemplo de um parque temático, em que o usuário poderia utilizar terminais de downloads para baixar mapas e outros materiais informativos sobre o local.

Coisa do futuro já no presente

Se você acredita que esse tipo de tecnologia deve ser lançada em um futuro distante, saiba que vai ser possível encontrar um aparelho com TransferJet nas lojas mais cedo do que você imagina.

No ano passado, a Sony já divulgou diversos protótipos de produtos equipados com o novo recurso em várias feiras, como celulares, notebooks e câmeras digitais. Além disso, no final de novembro deste ano, a gigante de eletroeletrônicos lançou dois chips com TransferJet integrado.

Mas não apenas a empresa japonesa tem investido nesse novo modo de realizar transferências. Outros grandes nomes do ramo tecnológico mostraram interesse e também começaram a produzir aparelhos equipados com o TransferJet, como a Casio, Pioneer, Sharp, Panasonic, Seiko e Toshiba, que já mostrou o protótipo de um celular capaz de realizar esse tipo de troca de dados.



 



Outras marcas renomadas também assinaram contrato para utilizar a tecnologia da Sony em seus produtos. É o caso de Canon, Nikon, Olympus e JVC, especialistas em câmeras digitais e filmadoras, equipamentos que se beneficiarão com a novidade.

Todos os aparelhos equipados com o TransferJet vão possuir um pequeno selo indicativo com o símbolo da tecnologia, de maneira semelhante ao que acontece com aqueles que possuem suporte para Bluetooth.

Além disso, a Sony pretende lançar uma espécie de leitor para fazer a integração com equipamentos fora da tecnologia. Nos exemplos divulgados, é o acessório utilizado em uma televisão para que ela consiga acessar os arquivos de uma câmera digital.
 

Fonte: Baixaki

domingo, 25 de outubro de 2009

Tecnologia verde ajuda a natureza e atrai consumidores


Aliar tecnologia aliada à preservação do meio ambiente. Esta é a nova missão de empresas do setor e de consumidores, que começam a procurar produtos ecologicamente corretos a fim de contribuir com a natureza. Para isso, muitas formas de diminuir os efeitos que causam a escassez de energias e desmatamento começam a entrar na casa da população e nas lojas. Desde simples atitudes como tirar os aparelhos da tomada, apagar a luz durante o dia, até a compra de um celular que utiliza a luz solar para ser carregado.

De acordo com o diretor de marketing corporativo da Samsung, Carlos Werner, a adesão das pessoas aos produtos com tecnologias verdes tem crescido no Brasil. “À medida que as pessoas se informam sobre esse tipo de tecnologia, o interesse também aumenta.”, afirmou.

Porém, para a consultora de sustentabilidade Ana Paula Inkis, este cenário é diferente. "As pessoas têm interesse, mas não há infraestrutura para que chegue fácil a elas no Brasil", disse. "É preciso investimento em informação para que as pessoas comecem a mudar nas próprias casas", completou.

Gadgets Verdes

Pendrives, celulares, televisores, computadores e até carros. Os produtos verdes invadiram todo o mercado tecnológico com novidades que variam da redução do gasto de energia elétrica até artigos feitos de materiais recicláveis.

Os televisores são ferramentas aliadas da nova tecnologia. Segundo Werner, os gastos com energia elétrica podem ser bem menores. “As TVs LED gastam muito menos, cerca de 50%”, comentou o diretor. A Luxia LED TV UN40B7000 é um dos produtos tidos como ecologicamente amigáveis da marca. Ela gasta apenas 101 W, bem abaixo dos 200 W gastos pelos televisores comuns.

Mesmo assim, as novas tecnologias que proporcionam novidades que ajudam a natureza ainda são um pouco caras. Os televisores LED, por exemplo, possuem preços que chegam a aproximadamente R$ 6 mil reais. Contudo, o diretor de marketing da Samsung discorda. "A diferença de preço não é mais tão grande. Com o aumento da escala, houve redução nos custos", explicou.

Já para Ana Paula Inkis, alguns produtos são vendidos como verdes, mas na realidade não são. "Muitos trazem metais pesados em sua composição e mostram apenas outros atrativos, que simplesmente aparentam ser ecologicamente corretos", afirmou. Ainda segundo a especialista, o que falta é informação ao consumidor para que ele tenha boas escolhas e maior fiscalização dentro de fábricas.

Automóveis

Os carros mudaram não só a rotina das cidades, mas também contribuíram para o aumento da poluição com a emissão de gases tóxicos. Contudo, as tecnologias a favor da natureza chegaram também aos veículos automotores, como os carros híbridos, que possuem dois motores. Um deles é convencional, abastecido com gasolina. Já o outro é elétrico, alimentado por baterias. O motor à combustão só é acionado quando o carro precisa fazer mais esforço ou quando descarregadas as baterias.

Já os carros elétricos são movidos a baterias, que podem ser carregadas em qualquer rede elétrica convencional. A vantagem deste tipo de automóvel é que em nenhum momento é emitido gás carbônico.

domingo, 27 de setembro de 2009

Samsung apresenta seu primeiro telefone celular de código aberto



A Samsung Electronics anunciou nesta sexta-feira o lançamento de seu primeiro telefone celular de código aberto com sistema operacional Linux, informou a agência local Yonhap.
O aparelho com tela tátil estará disponível, em princípio, apenas para o mercado britânico, após o acordo alcançado entre Samsung e o maior operador móvel mundial, Vodafone, para inaugurar um novo serviço de internet no Reino Unido. O telefone de Samsung funcionará com o Limo, versão para móveis do Linux, um sistema operacional de código aberto que permite realizar aplicações e modificar software sem necessidade de pagar direitos.
O sistema Limo foi desenvolvido pela fundação homônima, formada por um consórcio mundial de empresas, operadores e fabricantes líderes na indústria da comunicação móvel que pretendem a difusão deste sistema aberto.
O inovador modelo sairá em exclusiva para o mercado britânico e se chamará Vodafone 360 H1 Samsung. O dispositivo de última geração dispõe de tela tátil de alta definição e das últimas funções para conectar-se a internet, baixar música ou ver filmes no telefone celular.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Novos eletrônicos: Motorola A45 Eco "Motocubo"

Pequeno e simpático, nova aposta da Motorola é um aparelho mais barato e voltado ao usuário que usa o smartphone principalmente em redes sociais, e não gasta tanto em planos de dados.



Desenvolvido no Brasil e visando os mercados emergentes, o Motocubo A45 Eco é o primeiro indício de que a Motorola ainda não está derrotada. A empresa que durante muito tempo dominou o mercado com seus belíssimos celulares tem perdido espaço para concorrentes como a HTC, Nokia e Apple.
Não, o Motocubo não tem pretensão alguma de ser um iPhone-killer. O alvo do novo aparelho é o público jovem, que já está acostumado à vida online, mas ainda não tem condições financeiras de bancar os salgados preços de pacotes de dados das operadoras. Tudo no Motocubo indica conexão e contato. Em poucos toques – nos botões, já que a tela não tem capacidade touchscreen – é possível acessar o Orkut, Facebook, MySpace, Last.FM e diversas outras redes sociais. Tudo isso em aplicativos simples e de baixo consumo de banda, já que o aparelho não dispõe de conexão 3G nem WiFi.

Mas nem quadrado é!

Uma das grandes inovações – mesmo em se tratando de Motorola – é o formato do aparelho. Pequeno o suficiente para caber na palma da mão, o Motocubo é mais uma mudança de direção no design dos aparelhos “Moto”. A empresa que trouxe inovações frequentes com V3, PEBL e AURA agora deixa o slider A45 Eco com jeito de brinquedo de criança.
Aliás, esse é o principal defeito do Motocubo se você pensar que o seu público é de adolescentes e jovens adultos – definitivamente um público que não aceita muito bem o rótulo infantil. O teclado QWERTY escondido por baixo da tela de 320 x 240 pixel – que não parece ser muito boa – é a primeira grande arma para conquistar esse pessoal de qualquer jeito. Inegavelmente, o principal uso do celular por esse grupo de consumidores é o envio de SMS. Mesmo que muitos sejam especialistas em escrever em teclados T9, não existe comparação no conforto e agilidade que um teclado completo oferece para se escrever num telefone.


O segundo encanto do Motocubo é a interface de usuário. Rodando no sistema proprietário da Motorola e com vários softwares desenvolvidos especialmente para o aparelho quase todos os aplicativos do Motocubo são acessíveis a partir de três ou quatro toques de botão. Entre esses aplicativos está o Google Maps – em versão exclusiva desenvolvida em parceria com a empresa de Mountain View – que calcula sua posição através de triangulação de antenas de celular, uma vez que o A45 Eco não dispõe de GPS real. A preocupação com a usabilidade foi tanta que os SMS – um dos principais usos esperados do aparelho – são separados por contato, e mostrados como numa conversa por mensageiro instantâneo.
Para fechar o pacote, o Motocubo chega com preço desbloqueado – fora de operadoras – de R$ 549,00, garantindo que não será apenas um aparelho bonito nas vitrines das lojas. Depois do subsídio de operadora com planos fechados de voz e dados, certamente esse preço cairá ainda mais.

Presença online

Apesar de não contar com grandes opções de conectividade de ponta – não dispondo de antenas 3G e WiFi – o Motocubo garante que seu usuário esteja sempre a um toque da internet. O apelo popular do A45 Eco para a Motorola é tanto que para garantir a conexão de quem comprar um Motocubo a empresa entrou em negociação com as operadoras para fornecer planos de dados pré-pagos ou com tarifas especiais para seus clientes. Como só ter o plano não basta, o celular também tem seu “jeitinho” de otimizar a transferência de dados via EDGE. Transferências de fotos para serviços como o Picasa, por exemplo, ocorrem através de mensagens multimídia (MMS) ao invés de consumir banda EDGE.
A navegação é feita no Opera – um dos principais navegadores para celulares disponíveis – que já vem pré-instalado no aparelho e também é acessível com poucos toques.
Outros aplicativos disponíveis podem parecer apenas exagero, mas certamente alguém fará bom uso deles. O MotoID reconhece músicas tocadas no ambiente e na mesma linha o exclusivo Midomi permite que o usuário cantarole no telefone para se lembrar de alguma música que gostou.


Portando um rádio FM com capacidade de reconhecer RDS (ou seja, podendo mostrar textos enviados pela emissora, como a programação e o nome da estação) e integrado com o Last.FM, o Motocubo apresenta o conector padrão para fones de ouvido (3,5 mm) e suporte AD2P para bluetooth estéreo. Mesmo que ninguém vá fazer muitos downloads via EDGE, o espaço de armazenagem do Motocubo é bastante razoável, com 2 Gb na caixa extensíveis até 32 Gb.
Como nem só de redes sociais e música se vende celular, a Motorola ainda instalou no A45 Eco alguns jogos de forte apelo, como o The Sims 2 e Spore e nos momentos de espera também é possível treinar a mente com Sudoku. Além disso, é impossível criar um celular para o público jovem e não incluir uma câmera. No caso do Motocubo, para manter o preço em patamares aceitáveis, a qualidade desse acessório acabou prejudicada, contando com apenas 2 Mpixel de resolução.

Ecologicamente correto

Uma vez mais tentando agradar ao seu público-alvo, o Motocubo vem embalado no conservacionismo. 25% do aparelho é produzido a partir de garrafas PET recicladas, e no momento do descarte, até 70% do equipamento pode ser reaproveitado. Além disso, o A45 Eco é certificado por ter rastro de carbono zero.
Infelizmente, em outro aspecto pode-se imaginar que a consciência ecológica não seja tão presente no Motocubo, mesmo sem fatos concretos. A bateria do equipamento não foi descrita pelo fabricante, mas em se tratando de Motorola, não se deve ter expectativas muito altas em relação à duração de cada carga.

sábado, 29 de agosto de 2009

Internet pela tomada está liberada no Brasil

Depois de adiar duas vezes a votação, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) finalmente aprovou nesta terça-feira (25) as regras para o uso da internet via rede elétrica no Brasil e também para transmissão de vídeo e voz, viabilizando os serviços de TV por assinatura. Conhecida mundialmente pelo nome de BPL (Broadband over Power Lines) ou PLC (Power Line Communications), o novo sistema também já recebeu o aval da Anatel.

A internet via tomada promete democratizar o uso da web, pois mais de 90% da população brasileira tem acesso à eletricidade. Comunidades em áreas rurais e de baixa renda, por exemplo, poderão usufruir o sistema. Além disso, a novidade irá estimular a competição em um mercado dominado pelas empresas de telefonia fixa. Hoje, o serviço de banda larga é restrito a 11 milhões de assinantes.

Para se conectar, basta adquirir um modem compatível e plugar na tomada. A velocidade de conexão poderá chegar a 200Mps o que é considerado um número relativamente alto. As datas para implementação e o preço do novo sistema ainda não foram definidos.

Antônio Rosa, superintendente comercial da Rede TV! e autor do livro “Atração Global – A Convergência de Mídia e Tecnologia”, acredita que a internet via rede elétrica tem tudo para vingar no Brasil. “Com certeza dará muito certo, a CEMIG, de Minas Gerais está a frente das demais operadoras, pois testa o sistema a mais de cinco anos. A Eletropaulo, em São Paulo e a Light no Rio de Janeiro, também já solicitaram para Aneel liberação para comercialização do produto.”

Como funciona

O PLC é uma tecnologia utilizada há muito tempo e em diversos países como explica Rosa. “Tudo começou em 1991 em Manchester, na Inglaterra quando foi testada pela primeira vez.”

A implementação do projeto não deve ser complexa, pois toda a transmissão de dados será feita pela estrutura já existente de distribuição de energia elétrica. As companhias telefônicas terão que disponibilizar a utilização de suas redes para os interessados em explorar o serviço de transmissão de dados ou poderão abrir empresas subsidiárias.

Além disso, 90% da receita auferida por ela com o aluguel da rede serão encaminhados para a modicidade da tarifa de energia elétrica, ou seja torná-la acessível, e os outros 10% ficarão para acionistas. O valor do aluguel será negociado entre as partes.

A demora da Aneel para aprovar as regras do PLC pode ser atribuída ao conflito de interesses entre as companhias de telefonia, TV por assinatura e provedores de internet. “As empresas do setor poderiam operar o chamado e desejado Triplo Play, que é o envio de: Dados, Telefonia e Televisão. Então a Aneel teve que consultar a Anatel, que e a agência reguladora do setor de comunicação e isto está gerando um enorme estresse, pois esta modalidade concorreria diretamente com as operadoras de telefonia, tv por assinatura e provedores de internet”, afirma Rosa.

Problemas

Há ainda outros empecilhos que colocam em dúvida a eficácia da internet via tomada. Teme-se que os fios de cobre com que a frequência interferira em alguns equipamentos eletro-eletrônicos, por fazer com que os dados gerem ruído no espectro eletromagnético.


Também existe a possibilidade de que o sinal de rádios e outros interfiram na conexão. Mas, a solução do problema pode ser simples, basta as concessionárias de energia instalarem uma grande quantidade de repetidores e roteadores junto aos transformadores, para amplificar o sinal de dados e evitar as oscilações nos pontos de segmentação da rede elétrica.

Por Suzana Leite
Colaborou: Marcelo Gripa

Fonte: AdNews

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Pen drive com 128GB é lançado pela Corsair


Embora a Corsair não tenha sido a primeira a lançar um pendrive com 128 GB, a empresa afirmou que seu novo Flash Voyager é “o mais rápido do mundo”.

De acordo com a empresa, o pendrive atinge taxas de leitura e gravação de 32MB/s e 25,6MB/s com sua interface USB 2.0 e possui corpo emborrachado resistente a água.

O Flash Voyager GT com 128 GB já está disponível nos EUA por US$ 399,99 (R$ 800!) através de revendedores autorizados pela Corsair.

Fonte: Baboo, Techlider

IE8 ganha de rivais em testes de segurança


De acordo com a NSS Labs, o Internet Explorer 8 superou novamente seus rivais com seus recursos para o bloqueio de malwares, detectando 81% dos sites infectados.

A detecção de sites infectados por malwares melhorou em 17% no IE8 desde março, disse Rick Moy, presidente da NSS Labs.

Enquanto o IE8 bloqueou 8 em cada 10 sites infectados usados pela NSS em seus testes que duraram 12 dias, o Firefox 3.0 detectou apenas 27% deles. O Safari 4.0 e o Google Chrome 2.0 bloquearam apenas 21% e 7% dos sites, respectivamente. O Opera foi o pior de todos, bloqueando apenas 1% dos sites infectados.

A NSS testou cinco navegadores – IE8, Firefox 3.0.11, Safari 4.0.2, Chrome 2.0.0.172.33 e Opera 10 beta – contra mais de 2.100 sites infectados em 69 testes durante 12 dias.


Fonte: Techlider

Dell Studio One 19 é lançado no Brasil


A Dell lançou no Brasil um novo PC tudo-em-um com tela sensível ao toque. O Dell Studio One 19 possui tela de 19 polegadas, três opções de cores (preto, branco e vermelho) e teclado e mouse sem fio.

Em sua configuração básica, o Dell Studio One 19 vem com processador Intel Pentium E5200, 3 GB de RAM, HD de 320 GB e vídeo integrado (GeForce 9200).

O Dell Studio One 19 está disponível no site brasileiro da Dell a partir de R$ 3.999.


Fonte: Baboo, Techlider

Será o fim do Windows Mobile?


O importante acordo assinado entre a Microsoft e a fabricante de celulares Nokia pode ajudar a manter sob controle os agressivos produtores rivais de software, mas ao mesmo tempo prenunciar o fim do sistema operacional Windows Mobile, que enfrenta problemas.

Na semana passada, Microsoft e Nokia anunciaram uma aliança para levar os aplicativos Office da Microsoft – entre os quais Word, Excel e PowerPoint- a uma série de celulares Nokia, a partir do ano que vem.

O acordo pode servir para combater o avanço do sistema operacional gratuito Google Android entre os fabricantes de celulares e para preservar a relevância da Microsoft no mercado de celulares, apesar do mau desempenho do Windows Mobile.

“É possível que a Microsoft tenha aceitado que não terá sucesso na corrida dos sistemas operacionais para celulares, especialmente agora que a HTC e a Samsung parecem estar entrando como penetras na festa do Android”, disse Tero Kuittinen, analista da MKM Partners.

“Pode ser melhor ajudar a Nokia a tentar estragar a festa do Google -porque ela ainda tem a chance de dificultar as coisas para o Android”, disse Kuittinen.

O Android ganhou ímpeto considerável no setor de telefonia móvel e muitos fabricantes planejam lançar modelos equipados com ele. No entanto, até o momento, apenas alguns celulares Android chegaram aos consumidores.

“A Microsoft parece estar apostando que o benefício da escala que a Nokia propiciará ao Office compensará a possível perda de vendas entre seus licenciados atuais do Windows Mobile,” disse Neil Mawston, da Strategy Analytics.

Medidas radicais eram necessárias, não só para combater o Android como o sistema operacional Symbian, da própria Nokia, que ela permitiu que outros fabricantes de celulares utilizassem gratuitamente, o que faz da Microsoft a única produtora de sistemas operacionais que cobra taxas de licença aos fabricantes de celulares.

Mas ainda que a Microsoft tenha reafirmado seu compromisso com o Windows Mobile, o acordo com a Nokia é visto por muitos como sinal de que ela deseja limitar seu envolvimento. O arranjo também pode ameaçar as vendas de fabricantes menores como a HTC, que se concentraram em celulares Windows.

Fonte: Techlider, Reuters

Symantec divulga novas ameaças aos usuários do Twitter

Por meio de sua página no Twitter, a Symantec anunciou estar monitorando uma botnet que usa a rede de microblogues como estrutura de comando e controle para distribuir malwares e batizou a ameaça identificada como Downloader.Sninfs.

O malware é conhecido pela Symantec como Infostealer.Bancos. O principal objetivo é permitir que criminosos virtuais roubem senhas, neste caso por meio de sites de phishing que imitam o de conhecidos bancos brasileiros.

Este é um novo meio que os autores de ameaças virtuais estão utilizando para roubarem informações. Apesar da página principal do Twitter estar sendo utilizado neste caso, existem uma série de outros websites que também poderiam servir como vetor para infecções.

A investigação e análise dessa ameaça pelo Symantec Security Response demonstrou que os computadores infectados estavam seguindo o Twitter “Upd4t3” (já suspenso pela rede social) por meio de um RSS, e que essa conta também estava enviando outras informações de sistema comprometidas onde diferentes ameaças podiam ser baixadas. Essencialmente, o arquivo de RSS estava atuando como um arquivo de configuração para o malware.

Até o presente momento não foram identificados comandos adicionais que possam baixar arquivos enviados pelo RSS do Twitter.com, mas continua a investigação para confirmar se de fato trata-se de uma botnet.

Fonte: Techlider

Samsung ganha prêmio com telefone conceito em braile


Ainda é apenas um conceito – mas que pode se tornar realidade em breve – este telefone em braille acaba de vencer o Red Dot Awards 2009. Além dos números, tem tela capaz de gerar as informaçoes em braile e teclado para permitir a troca de mensagens de texto.

Fonte: Techlider, Tec Word

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Panasonic e NEC revelam 9 celulares com Linux


A Panasonic e a NEC lançaram nesta terça-feira nove modelos de celulares que utilizam o sistema operacional de código aberto LiMo.

O foco do mercado de celulares está se voltando para o desenvolvimento de softwares desde que o Google e a Apple adentraram no mercado nos últimos dois anos, com fornecedores de aparelhos e operadoras crescentemente buscando alternativas de código aberto, como o LiMo, para reduzir despesas.

O mercado de plataformas de software para celulares é liderado pelo sistema operacional Symbian, da Nokia. Contudo, a companhia perdeu muito espaço no ano passado para a Apple e a Research in Motion.

O sistema operacional Linux fez pouco sucesso com os celulares até agora, mas sua presença está aumentando com as plataformas LiMo e Android.

O Linux é o mais popular sistema operacional de código aberto disponível ao público para ser usado, revisado e compartilhado.

Até agora, NEC, Panasonic e Motorola lançaram no total 42 aparelhos que adotam o software. Ao mesmo tempo, todas as principais fabricantes de celulares, com exceção da Nokia, prometeram produzir novos modelos com o software Android.

Fonte: Reuters, AdNews

Office vai para celulares


As empresas Microsoft e Nokia anunciaram nesta quarta-feira a formação de uma aliança para desenvolvimento de soluções móveis de produtividade.

Segundo a agência de notícias Reuters, o trabalho conjunto será a inclusão do pacote de aplicativos Office em celulares inteligentes da fabricante finlandesa.

As empresas disseram que as soluções desenvolvidas serão disponibilizadas em uma ampla gama de celulares da Nokia, já a partir de 2010.


Fonte: Redação Adnews

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Futuro da web pela tomada é decidido nesta terça

A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vai se reunir nesta terça-feira (11) para decidir a regulamentação do uso das instalações de distribuição de energia elétrica como meio de transporte para a comunicação de sinais, utilizando a tecnologia PLC (Power Line Communication). Se a norma for aprovada, a tecnologia deve atender mais de 90% das residências que recebem energia elétrica.

Em abril, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) regulamentou a matéria através da Resolução 527 que aprovou o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências por Sistemas de Banda Larga por meio de Redes de Energia Elétrica (BPL). O documento estabeleceu os critérios e parâmetros técnicos que permitem a utilização dessa tecnologia de forma harmônica com as aplicações de radiocomunicação que usam radiofreqüência na faixa entre 1.705 kHz e 50MHz.

Segundo informações do Tele Síntese, a proposta de regulamentação do PLC é baseada em algumas determinações. As distribuidoras devem disponibilizar a utilização de suas redes para os interessados em explorar o serviço de transmissão de dados. Além disso, 90% da receita auferida por ela com o aluguel da rede serão encaminhados para a modicidade da tarifa de energia elétrica e os outros 10% ficarão para acionistas. O valor do aluguel será negociado entre as partes.

Para Carlos Mattar, assessor da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, a prestação desse serviço não pode interferir no fornecimento de energia elétrica. A proposta recebeu 163 contribuições de agentes do setor elétrico, telecomunicações e outras entidades representativas.

A implantação do sistema pode custar US$ 200 a US$ 300 por consumidor, para adaptar a rede de acesso em fibra ótica. Apesar do alto valor, o investimento é menor do que o necessário para a construção de uma nova rede. Com a tecnologia, o usuário terá acesso à internet de 10 e 40 Mbps com um preço mais acessível.

O Adnews entrou em contato com a assessoria de imprensa da Anatel que informou que a agência já regulamentou a matéria sobre as condições de uso da radiofrequência, os critérios técnicos necessários para a implementação da tecnologia e as faixas de operação do serviço. Dessa forma, a matéria foi encaminhada para a Aneel que vai decidir as regras para uso da infra-estrutura da internet via rede elétrica.

Fonte: Redação Adnews

domingo, 9 de agosto de 2009

Celular-relógio pode chegar ao Brasil neste ano

O celular-relógio da LG, anunciado em janeiro, chegará ao Brasil até o fim de 2009, mas ainda não há informações sobre preço.
Por enquanto, o aparelho está disponível para o mercado europeu e chegará ao preço de 899 euros (U$1.2900), vendido pela operadora Orange.
De acordo com informações do Glog, o LG's G910 terá uma tela de 1,4 polegada sensível ao toque. É a partir dessa tela que as principais operações do telefone móvel serão selecionadas.
O aparelho também possui uma pequena câmera embutida no telefone que permite fazer chamadas por vídeo. Além de internet, com velocidade de conexão de até 7,2 megabits por segundo.


Fonte: Redação Adnews