Mostrando postagens com marcador Redes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Redes. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Estudo indica que sinal Wi-Fi pode deixar árvores doentes


Segundo um estudo realizado pela Universidade Wagenigen, na Holanda, a radiação emitida por redes Wi-Fi é prejudicial ao meio-ambiente. Além de problemas no crescimento de árvores, os pesquisadores detectaram a morte de algumas camadas de tecidos e diversas fissuras e sangramentos nas cascas.

As conclusões indicam que a maioria das cidades do mundo ocidental podem estar sendo afetadas pelo problema, especialmente aquelas onde há maior concentração de tecnologia. A pesquisa foi iniciada na cidade de Alphen ann den Rijn, que há cinco anos atrás detectou anormalidades nas árvores que não podiam ser explicadas por nenhum tipo de infecção de vírus ou bactérias.

Os resultados mostram que 70% das árvores em ambientes urbanos apresentam os mesmos sintomas, número que não passava de 10% em 2005. Entre as descobertas feitas pelas equipes de pesquisadores está o fato de florestas com grande densidade serem menos afetadas pelos sinais do que aquelas que possuem grande distância entre cada árvore.


Durante a etapa de estudos, os pesquisadores expuseram 20 árvores de carvalho a diversos tipos de radiação por um período de três meses. Aquelas colocadas pertos de sinais Wi-Fi demonstraram um  brilho semelhante ao chumbo, causado pela morte das camadas superior e inferior da epiderme das folhas.  Além da radiação emitida pelas redes Wi-Fi e sinais de celular, os sintomas também podem ser atribuídos a micropartículas emitidas por carros e caminhões em áreas urbanas.

Apesar das conclusões obtidas, os pesquisadores alertam que não se deve entrar em pânico, já que ainda devem ser medidos os resultados a longo prazo da exposição à radiação Wi-Fi. Além disso, reforçam que há estudos que provam o contrário e não mostram nenhum tipo de sintoma negativo da exposição prolongada em organismos humanos.

Fonte:
 

sábado, 30 de janeiro de 2010

Regulação freia desenvolvimento da internet pela rede elétrica

A oferta de acesso à internet pela rede elétrica pode acabar não se tornando realidade no Brasil por causa de exigências impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dizem empresas interessadas em explorar o serviço. Mesmo as distribuidoras mais adiantadas na tecnologia temem que não seja viável se lançar no negócio porque não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora de seu próprio grupo.

O uso da rede elétrica para o tráfego de internet é considerado uma ferramenta importante para disseminar o aceso à banda larga no Brasil. Isso porque a rede das distribuidoras de energia é bem maior do que a malha de operadoras de telefonia e de TV a Cabo e atinge parte expressiva do território brasileiro.

O problema apontado pelas empresas está na regra aprovada pela Aneel no ano passado, ao regulamentar a exploração da tecnologia. Ela estabelece que as distribuidoras de energia terão de fazer uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Assim, mesmo que a distribuidora tenha uma subsidiária específica para a banda larga elétrica, esta terá de concorrer junto com os demais interessados, em igualdade de condições, para ter o direito de usar sua rede.

Rede nas mãos das grandes

Para Orlando Cesar Oliveira, diretor da Copel Telecom, braço da banda larga da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a legislação da Aneel está fortalecendo o monopólio das redes nas mãos das grandes empresas de telecomunicações.

Ele explica que hoje há três tecnologias para conexão em banda larga: pela rede das empresas de telefonia, pelos cabos das operadoras de TV a cabo e pela rede elétrica (Power Line Communication - PLC). Nas duas primeiras, as redes são usadas para oferecer serviços de internet, sem necessidade de licitação.

"A Telefônica, que vende o Speedy, e a Oi, que vende o Velox, têm uso exclusivo de suas redes e não pagam por isso", afirmou. "Na energia, estão exigindo uma chamada pública", acrescentou.

Para o presidente da Associação das Empresas Proprietárias de Infraestrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel), Pedro Jatobá, ao fazer a oferta pública, a distribuidora corre o risco de ter sua infraestrutura alugada por terceiros, "e, se depois precisar usá-la, teria de contratar quem arrendou a rede dela".

Para Jatobá, essa imposição, somada à exigência da Aneel de que 90% da renda com o PLC seja revertida para reduzir a tarifa dos consumidores de energia, pode desencorajar a entrada das elétricas no negócio. "Essa timidez ou pouca resposta que estamos tendo na instalação dos equipamentos é reflexo dessas dificuldades", disse Jatobá.

Oliveira, da Copel, alerta para a possibilidade de que, numa concorrência pública para o uso de sua rede, pelo critério do menor preço, uma grande empresa de telecomunicações vença a disputa apenas com o objetivo de preservar mercado, sem necessariamente oferecer os serviços.

O diretor da Aneel Edvaldo Santana defende as exigências incluídas pela agência no regulamento da tecnologia. Segundo ele, fazer licitação para escolher quem presta o serviço de PLC é uma maneira de garantir o menor preço aos clientes dessa nova tecnologia de banda larga. "A obrigação da Aneel é sempre buscar o menor preço", disse Santana.

Para ele, a competição é o melhor critério para escolher a empresa que vai prestar o serviço de PLC, em vez de simplesmente dar a uma subsidiária da distribuidora essa atribuição."Toda operação verticalizada, em regra geral, é mais cara para o consumidor", argumentou.

Serviço mais caro

Outro ponto criticado pelo diretor da Copel é a exigência de pagamento pelo uso da rede, mesmo que a infraestrutura seja explorada por uma empresa do mesmo grupo da distribuidora. "O regulamento da Aneel põe em risco o uso do PLC e encarece a tecnologia", afirmou.

Santana, da Aneel, argumenta que as regras não inviabilizam a expansão dos serviços de internet pela rede elétrica, mas sinalizou que a agência está disposta a dialogar caso haja frustração dos investimentos em PLC por causa da regulamentação. "Se as empresas comprovarem que é inviável, a Aneel jamais vai resistir a aprimorar o regulamento. Mas, até agora, não chegou nada aqui para a gente", disse.

O diretor da Copel Telecom ressalta ainda que a tecnologia PLC vai permitir a oferta de outros serviços, além de internet, como televisão e telefone. "Serão multioperações. O uso do PLC requer integração e afinidade entre operadoras. No mundo inteiro, esta operação só ocorre porque é feita dentro da mesma corporação", disse Oliveira.

As regras da Aneel, segundo ele, causam insegurança para investimentos no PLC. Para a implementação da tecnologia, estão sendo estimados investimentos de US$ 400 por consumidor. Ele cita o exemplo do Paraná, onde, para atender a um terço da população seriam necessários US$ 400 milhões. "Quem vai fazer um investimento desses sem a certeza se aquilo vai funcionar ou não?"

sábado, 16 de janeiro de 2010

Redes 4G devem chegar ainda em 2010


Mal começou 2010 e as operadoras de telefonia móvel já estão em busca de viabilizar as redes 4G para o final do ano. E as perspectivas de faturamento com essa tecnologia são grandes: a receita total das redes 4G, com serviços ao cliente (incluindo o acesso móvel à internet), deverá superar os US$ 70 bilhões em todo o mundo até 2014.


O acesso à rede será o principal serviço do 4G, mas algumas novidades como localização (com orientações passo a passo ou por pontos de interesse), multimídia (como vídeo sob demanda e compartilhamento P2P), transmissões (como rádio digital e TV pay-per-view) e jogos (com opções de multiplayer e realidade aumentada são os atrativos do novo serviço.

Em setembro de 2009, 100 operadoras móveis já diziam testar a tecnologia Long Term Evolution (LTE) de quarta geração.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Redes 4G


As redes 3G ainda estão se espalhando pelo Brasil e muitas cidades ainda nem possuem o serviço, porém onde a rede já está presente algumas pessoas começam a descobrir outro jeito de usar a internet. Pois se aqui a 3G está apenas começando, fique sabendo que já existe um substituto, as redes de novas gerações chamadas 4G.
Segundo a consultoria ABI Research, ano que vem operadoras existentes no mundo todo lançaram os serviços de telefonia celular 4G. Existe a perspectiva que cerca de 34 milhões de pessoas, usem as redes 4G a partir de 2010.


As redes da 4ª Geração, as 4G, começaram a ser instaladas em março desse ano nos países da Europa. A rede 4G oferece velocidades incríveis que começam em 20Mbps, podendo chegar a 100Mbps. Para se ter uma idéia a rede atual 3G dificilmente ultrapassa 7Mbps. A nova tecnologia promete transformar os Smartphone em verdadeiros terminais de acesso web.
“Com o 4G o usuário terá acesso a uma variedade de aplicações e com uma enorme qualidade, podendo enviar e receber dados com mais rapidez. Isso sendo talvez o grande diferencial da 4G”, explica o country manager da Qualcomm, Paulo Breviglieri.
No Brasil um empecilho já foi encontrado e que terá que ser resolvido quando as redes 4G começarem a aparecer por aqui, que é quanto à freqüência que os sinais 4G utilizam. Na maioria dos países a freqüência utilizada é de 2,5 GHz, mas no Brasil essa freqüência já é empregada em outros serviços de comunicação.

Aqui no Brasil sabe-se que os serviços de dados estão a todo vapor. Esse uso disseminado faz com que as operadoras se sintam “obrigadas” a implantarem redes 4G,  tornando-se imprescindível e espera-se que num período de tempo bem curto a tecnologia seja implatada por aqui.
De acordo com especialistas, as operadoras terão que adequar à nova tecnologia e isso sem sombra de dúvida necessitará de investimentos, inclusive em faixas de freqüências, para poder oferecer esse tipo de rede. Já pelo lado do usuário, terá uma nova geração de aparelhos, que serão os aparelhos 4G, que permitirá acessar a novos serviços ou até mesmo os mesmos, mas com o grande diferencial, a qualidade que estará bem melhor.

Outra tecnologia que oferece comunicação de dados móvel em alta velocidade é o Wimax. E já que as duas prometem coisas quase idênticas, como a Wimax se distinguiria da 4G? Acredita-se que as duas tecnologias andaram juntas, sendo complementar, cada uma oferecendo um tipo de serviço. Disponibilizando assim para os usuários alternativas para conexão de dados.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Web via rede elétrica: um passo para conectá-la na tomada

Usar a internet vai ficar bem mais fácil. Cada tomada de uma residência será o ponto de acesso para se conectar à rede mundial. Essa nova opção para acessar a web vai começar a ser comercializada em breve para os usuários brasileiros a nível nacional.A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou em abril a tecnologia de internet pela rede elétrica, que permite o tráfego de voz, dados e imagens. Conhecida como PLC (Power Line Communication), a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a links de 4,5 Mbps —que devem chegar a 14 Mbps até o final do ano.No Brasil, o uso começou no Paraná, na fornecedora de energia elétrica local, no final da década passada. Desde então, foi desenvolvida uma tecnologia compatível com o sistema elétrico brasileiro, que foi testado nos últimos dois anos, até ser homologado.A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada —assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica."A transmissão de dados é feita pela estrutura já existente de distribuição de energia elétrica. Os dados podem ser enviados diretamente do provedor de acesso para a rede elétrica até chegar aos usuários. Também é possível mesclar a forma de transmissão onde já existem outras estruturas: a conexão pode ser feita via cabo a partir do provedor até a região de um prédio. Se o edifício não tiver cabeamento, por exemplo, a conexão pode continuar sendo feita via rede elétrica até os apartamentos", afirma.Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ressalta que, para os usuários da tecnologia, a conta de luz continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes. Em vez de transmitir somente luz, a rede elétrica também passará a fornecer acesso à internet.


Fonte: Cibele Gonelli - UOL