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terça-feira, 10 de abril de 2012

Symbian recebe versões oficiais (e gratuitas) de Word, Excel e PowerPoint


Considerada uma plataforma condenada, “em chamas”, ignorada pela mídia e usuários avançados, o Symbian, quem diria, acaba de se tornar o segundo sistema móvel a ter clientes oficiais, feitos, testados e distribuídos pela Microsoft, da suíte básica do Office — Word, Excel e PowerPoint. Antes dele, só Windows Phone. iOS? Android? Pff…
O anúncio acabou de ser publicado no Conversations, blog corporativo da Nokia, onde é dito que a disponibilidade dos três apps é imediata; basta atualizar o software ou conectá-lo a um PC via Nokia Suite e os apps serão recebidos. Na Nokia Loja, chegam em algumas semanas. Tudo de graça.
Word, Excel e PowerPoint juntam-se a outras peças do Office lançadas em fevereiro junto com o Belle (OneNote, Lync 2010, Document Connection e PowerPoint Broadcast). Nessa primeira etapa, os seguintes aparelhos recebem os apps: Nokia 701, Nokia 700, Nokia 603, Nokia E7, Nokia X7, Nokia C7, Nokia Oro e Nokia C6-01. Outros três, Nokia N8, Nokia E6 e Nokia 500, os ganharão em breve, e o Nokia 808 PureView sairá de fábrica com todos pré-instalados.
Suítes de produtividade “genéricas” existem aos montes e em praticamente toda plataforma, mas na prática a experiência é quase sempre melhor com produtos oficiais, como os donos de Windows Phone bem sabem e os de Android e iOS puderam atestar com o OneNote Mobile. “Se você está trabalhando em um documento do Word, nada bate usar o app da própria Microsoft”, diz Dinesh Subramaniam, da Nokia.
Carente de apps e da atenção dos desenvolvedores, o Symbian colhe (belos) frutos da parceria entre Nokia e Microsoft. Ter o Office “de verdade” é suficiente para fechar os olhos para os problemas da plataforma ou nem Word, Excel e PowerPoint são o bastante para resgatar a moral do velho Symbian?

Fonte:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Microsoft atualiza Office e mira em Google

A Microsoft revela hoje versão atualizada do Office para manter domínio sobre o mercado de aplicativos corporativos, desafiado por alternativas gratuitas oferecidas pelo Google.

A maior empresa mundial de software está atualizando o Word, Excel, Outlook e PowerPoint e lançando versões online dos programas para acompanhar a nova classe de usuários móveis que surgiu no mercado desde a última atualização do pacote de softwares em 2006.

A maioria dos observadores do setor espera que a franquia Office, que segundo a Microsoft tem 500 milhões de usuários mantenha sua posição dominante no mundo dos negócios. Mas o Office pode enfrentar o início de uma erosão de seu status de produto "essencial".

"Toda vez que a Microsoft lança uma nova versão do Office, eles registram uma alta na receita", disse Toan Tran, analista da Morningstar. "Mas quão importante é essa atualização? Eles podem ter dificuldade maiores para conseguir que as pessoas façam upgrade."

A expectativa é que a Microsoft mostre uma lista de melhorias, como edição de fotos no Word, vídeo no PowerPoint e novas formas de colaboração em documentos e gestão de email.

Mas a faceta mais interessante é o movimento da Microsoft para a "computação em nuvem", que permite aos usuários manipular documentos armazenados em servidores remotos em qualquer lugar com acesso à Internet, área em que o Google vem ditando o ritmo.

"Estão vindo para o nosso campo de jogo", disse Dave Girouard, executivo do Google responsável pelos esforços da empresa em aplicativos de negócios.

"Eles (a Microsoft) admitiram que este é o futuro e agora achamos que os nossos produtos e serviços vão ter muito mais consideração", acrescentou.

O Google afirma que o Google Docs, conjunto de programas de escritório disponíveis pela Internet sem necessidade de download, afirma que obteve 25 milhões de usuários desde o lançamento há quase quatro anos.

"Word e Excel estão muito seguros, o Excel está inserido em um número incontável de processos de negócios, então vai ser bem difícil atingi-lo", disse Tran.

Mas a Microsoft enfrenta pressão nos programas de email e calendário, áreas mais compatíveis com uso móvel e online, onde o Google já tem uma forte posição.

"O Google promoveu uma série de incursões nessas áreas e a Microsoft vai enfrentar pressão ao longo do tempo. Eles vão ter que provavelmente cortar preços", afirmou o analista.

A divisão de negócios da Microsoft, cujas vendas são 90 por cento representadas pelo Office, tem uma média de lucro de 2,8 bilhões de dólares por trimestre. Isso corresponde a 47 por cento do lucro total da Microsoft até agora neste ano fiscal.

Vai levar pelo menos um ano antes que fique claro se a Microsoft sairá vitoriosa e em que extensão os clientes migrarão para versões online, reduzindo a dependência de software que precisa ser instalado no computador.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Microsoft corrige falha de 17 anos no Windows

A Microsoft anunciou nesta sexta-feira que um bug (falha de segurança) do Windows que surgiu há 17 anos finalmente vai ser reparado na sua próxima atualização de segurança.

A atualização de fevereiro para o Windows vai fechar uma brecha de segurança do sistema operacional DOS. A primeira vez que a vulnerabilidade apareceu foi no Windows NT 3.1. Desde então ela foi passada para frente em quase todas as versões do Windows.

O antigo bug foi descoberto por um pesquisador do setor de segurança do Google, Tavis Ormdandy, em janeiro de 2010 e envolve uma ferramenta que permite que novas versões do Windows executem programas que datam ainda da era do DOS.

Ormandy encontrou uma forma de explorar esta ferramenta no Windows XP, Windows Server 2003 e 2008 e também no Windows Vista e no Windows 7.

Outras falhas
 
A atualização mensal de segurança da Microsoft também deverá consertar outras 25 falhas no Windows, cinco delas consideradas "críticas".

Estas cinco falhas críticas permitem que hackers consigam "sequestrar" um computador com o Windows e usar seus programas neste computador. Além de consertar falhas em muitas versões do Windows, a atualização de fevereiro também vai lidar com bugs no Office XP, Office 2003 e Office 2004 para máquinas da Apple.

Esta atualização não é a maior já lançada pela Microsoft. A gigante do setor de softwares lançou uma atualização em outubro de 2009 que consertou 34 falhas, oito delas consideradas críticas.

Em janeiro de 2010 a Microsoft fez um reparo para uma vulnerabilidade grave no navegador Internet Explorer, que estava sendo usada por hackers. Esta vulnerabilidade teria sido a mesma usada para atacar o Google na China.

Depois do ataque contra o Google, muitos outros criminosos online começaram a procurar formas de explorar esta brecha na segurança. Nesta semana um outro especialista do setor de segurança relatou a descoberta de uma falha de segurança no Internet Explorer que permite que hackers vejam os arquivos mantidos no computador da vítima.

A Microsoft divulgou um boletim de segurança a respeito do problema e pretende consertar esta falha no futuro. No momento, ainda não há provas de que esta última brecha na segurança do Explorer já esteja sendo usada online.