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terça-feira, 10 de abril de 2012

Novo Chrome OS se parece mais com um sistema operacional "de verdade"



O Google liberou uma atualização no canal Dev do Chrome OS bem… diferente. Sai a ideia de um navegador para todas as nossas tarefas, entram elementos mais amigáveis e reconhecíveis de sistemas operacionais tradicionais, como janelas e uma barra de tarefas. Longe da proposta original, seria a nova versão do Chrome OS uma admissão de derrota?
O Chrome OS foi lançado no final de 2010 com uma abordagem agressiva: tudo o que você precisa 
pode ser feito em um navegador. Ele não tinha gerenciador de janelas, nem barra de tarefas, nem qualquer outro elemento lugar comum em sistemas para desktops. Tudo muda com a versão apresentada hoje.
O novo Chrome OS (futura versão 19) se afasta das origens e traz um gerenciador de janelas, o Aura, com aceleração via hardware e um framework que servirá de base para futuros desenvolvimentos na plataforma. Embora os web apps continuem sendo o único tipo de aplicação “instalável”, agora quando abertos eles ficam organizados em uma barra de tarefas parecida com a do Windows, mas chamada pelo Google de Prateleira. Para abrir apps, entra em cena um Launchpad-like, similar à (subutilizada) solução introduzida pela Apple no Lion.
A coisa mais bacana desse novo Chrome OS parece ser mesmo o Aura. Com aceleração via hardware, além da renovação no visual, ele traz ainda suporte a novos formatos de arquivos, player de vídeo e áudio nativos aperfeiçoados, efeitos visuais e animações de transição e melhor uso de múltiplos monitores (alterne-os com Ctrl + F5). Como nem tudo são flores, má notícia para os early adopters que descolaram um CR-48, o estiloso netbook-referência do Google para o Chrome OS: a nova build é incompatível com o dispositivo. Para rodá-la, só nos Chromebooks Acer AC700 e Samsung Series 5.
Embora continue até certo ponto fiel à sua ideia original, essa revitalização do Chrome OS dá o braço a torcer em aspectos que, no passado, o Google julgou dispensáveis e que, desde sempre, são partes importantes de sistemas operacionais completos. É bom vê-lo progredir e não ser “engolido” pelo Android, mas mesmo com tantas melhorias, a dúvida fundamental permanece: há espaço para os dois sob as asas do Google?

Fonte:


sábado, 17 de abril de 2010

Google cria compartilhamento de impressoras pela web

Google Cloud Print permite que qualquer dispositivo conectado a internet utilize impressoras compartilhadas na rede, independente de compatibilidade de software.



Impressões poderiam ser feitas em impressoras ligadas a computadores conectados à internet ou em impressoras ligadas diretamente na nuvem

São Paulo - Sabe aquela dificuldade que surge na hora de instalar uma impressora em um computador novo porque a versão do sistema operacional não é compatível com o equipamento? Pode estar com os dias contados, segundo o Google. É que a empresa apresentou ontem um sistema que permite a qualquer desktop, notebook, netbook ou smartphone conectar-se a impressoras ligadas a qualquer outro equipamento, por meio de uma conexão virtual, via web, e sem a necessidade de instalação de drivers.

A ideia, que recebeu o nome de Google Cloud Print, ainda está em desenvolvimento, mas a companhia de Mountain View explica direitinho em seu blog como ela deve funcionar. "Ao invés de se basear no sistema operacional local (ou drivers) para imprimir, os aplicativos podem usar o Google Cloud Print para enviar e gerenciar tarefas de impressão. O Google Clould Print ficará responsável por enviar o trabalho para a impressora correta de acordo com as opções selecionadas pelo usuário, e retornar o status do trabalho para o aplicativo", diz a nota assinada pelo gerente de produtos Mike Jazayeri.

Os desenvolvedores descrevem duas formas como o Google Clould Print pode se comunicar com a impressora. A primeira é por meio de um proxy, pequeno software que ficará no PC em que a impressora estiver instalada. Esse proxy registrará a impressora no Cloud Print e aguardará por tarefas de impressão. Quando uma tarefa chegar, pela nuvem, o Cloud Print enviará a tarefa utilizando o sistema operacional nativo do PC.

Por enquanto, a equipe de programadores do Chrome OS está trabalhando em um proxy para o Windows, mas eles prometem em breve dar suporte a Mac e Linux também. O problema desse tipo de impressão é que toda vez que algum documento tiver que ser impresso, tanto o dispositivo de onde parte a impressão quanto o computador que está ligado à impressora terá de estar conectado à internet. Por isso, o Google sugere uma segunda forma de conexão de impressoras com o Cloud Print.

A ideia é que fabricantes de impressoras desenvolvam equipamentos com suporte nativo à conexão com a nuvem sem necessidade de computadores intermediários. Esse tipo de impressora ainda não existe, mas o Google espera que a divulgação do projeto Cloud Print em um estágio tão preliminar estimule a indústria a pensar no assunto.

O Chrome OS irá usar apenas o Cloud Print e, por isso, não haverá drivers para impressoras no novo sistema operacional.