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domingo, 28 de novembro de 2010

Nova tecnologia transforma "fumaça" do carro em eletricidade

Os carros do futuro poderão "comer" sua própria exaustão, convertendo o calor de suas emissões em eletricidade. A nova tecnologia pode ajudar na economia de combustível, reduzindo a carga de trabalho do motor do veículo.

Além de alimentar os carros, a tecnologia termoelétrica também pode ser usada no aproveitamento de resíduos de calor de residências e de fábricas e na alimentação de novas gerações de células solares.

Pesquisadores da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo, junto com engenheiros do fabricante de automóveis General Motors (GM), geradores termoelétricos que produzem uma corrente elétrica quando existe uma diferença de temperatura.

A partir de janeiro, a equipe vai instalar um protótipo atrás do catalisador do veículo, de onde recolherá o calor dos gases liberados na exaustão, que podem chegar a mais de 700 oC. O protótipo contém pequenos chips de metal de alguns centímetros quadrados.

O processo exige metais especiais capazes de suportar uma grande variação de temperatura – o lado voltado para os gases fica quente e o outro lado precisa ficar frio. A diferença deve ser mantida para que a corrente seja gerada, explicou Xianfan Xu, professor de engenharia mecânica da universidade que chefia a pesquisa.

Um dos maiores desafios da equipe de pesquisadores é encontrar um metal que conduz mal o calor para que esse não seja transferido de um lado do chip para o outro. Pesquisadores da GM atualmente testam algo chamado skutterudite, um mineral feito de cobalto, arsenieto, níquel ou ferro.

Segundo os pesquisadores, metais raros podem reduzir ainda mais a condutividade térmica do skutterudite. Mas, como esse tipo de material costuma causar muitos problemas, os cientistas querem substituí-los por ligas mischmetal.

O mischmetal é uma mistura de elementos de transição interna, normalmente composta por Ce (Cério), associado a La (Lantânio), Nd (Neodímio), Pr (Praseodímio) e outros, nas proporções em que ocorrem naturalmente nos minérios.

Fonte:

domingo, 25 de outubro de 2009

Tecnologia verde ajuda a natureza e atrai consumidores


Aliar tecnologia aliada à preservação do meio ambiente. Esta é a nova missão de empresas do setor e de consumidores, que começam a procurar produtos ecologicamente corretos a fim de contribuir com a natureza. Para isso, muitas formas de diminuir os efeitos que causam a escassez de energias e desmatamento começam a entrar na casa da população e nas lojas. Desde simples atitudes como tirar os aparelhos da tomada, apagar a luz durante o dia, até a compra de um celular que utiliza a luz solar para ser carregado.

De acordo com o diretor de marketing corporativo da Samsung, Carlos Werner, a adesão das pessoas aos produtos com tecnologias verdes tem crescido no Brasil. “À medida que as pessoas se informam sobre esse tipo de tecnologia, o interesse também aumenta.”, afirmou.

Porém, para a consultora de sustentabilidade Ana Paula Inkis, este cenário é diferente. "As pessoas têm interesse, mas não há infraestrutura para que chegue fácil a elas no Brasil", disse. "É preciso investimento em informação para que as pessoas comecem a mudar nas próprias casas", completou.

Gadgets Verdes

Pendrives, celulares, televisores, computadores e até carros. Os produtos verdes invadiram todo o mercado tecnológico com novidades que variam da redução do gasto de energia elétrica até artigos feitos de materiais recicláveis.

Os televisores são ferramentas aliadas da nova tecnologia. Segundo Werner, os gastos com energia elétrica podem ser bem menores. “As TVs LED gastam muito menos, cerca de 50%”, comentou o diretor. A Luxia LED TV UN40B7000 é um dos produtos tidos como ecologicamente amigáveis da marca. Ela gasta apenas 101 W, bem abaixo dos 200 W gastos pelos televisores comuns.

Mesmo assim, as novas tecnologias que proporcionam novidades que ajudam a natureza ainda são um pouco caras. Os televisores LED, por exemplo, possuem preços que chegam a aproximadamente R$ 6 mil reais. Contudo, o diretor de marketing da Samsung discorda. "A diferença de preço não é mais tão grande. Com o aumento da escala, houve redução nos custos", explicou.

Já para Ana Paula Inkis, alguns produtos são vendidos como verdes, mas na realidade não são. "Muitos trazem metais pesados em sua composição e mostram apenas outros atrativos, que simplesmente aparentam ser ecologicamente corretos", afirmou. Ainda segundo a especialista, o que falta é informação ao consumidor para que ele tenha boas escolhas e maior fiscalização dentro de fábricas.

Automóveis

Os carros mudaram não só a rotina das cidades, mas também contribuíram para o aumento da poluição com a emissão de gases tóxicos. Contudo, as tecnologias a favor da natureza chegaram também aos veículos automotores, como os carros híbridos, que possuem dois motores. Um deles é convencional, abastecido com gasolina. Já o outro é elétrico, alimentado por baterias. O motor à combustão só é acionado quando o carro precisa fazer mais esforço ou quando descarregadas as baterias.

Já os carros elétricos são movidos a baterias, que podem ser carregadas em qualquer rede elétrica convencional. A vantagem deste tipo de automóvel é que em nenhum momento é emitido gás carbônico.