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sábado, 15 de janeiro de 2011

Usando serviço da Amazon, pesquisador quebra criptografia WPA, das redes Wi-Fi, em 20 minutos

Todos sabemos que WEP pode ser facilmente quebrado, mas o WPA era considerado seguro… até agora. Usando os serviços de EC2 (Elastic Compute Cloud) da Amazon, o hacker alemão Thomas Roth of Cologne precisa de somente 20 minutos e US$1,68 (R$2,83) para descobrir a senha de uma rede Wi-Fi, e com isso poder acessá-la e até ler o que os computadores enviam e recebem na rede com criptografia WPA-PSK.

Em entrevista para a Reuters, o hacker explicou que está divulgando a técnica afim de “evitar a ilusão segurança que administradores tem nas redes WPA-PSK”. Os detalhes do ataque serão divulgados na conferência Black Hat que acontecerá semana que vem em em Washington, nos EUA, mas Roth já adiantou que se trata de um trabalho de “força bruta” que se aproveita do extremo poder computacional dos serviços da Amazon EC2, que cobra tarifas flexíveis por computação de alta capacidade.

O protocolo de segurança WEP, também usado em redes sem fio, já havia sido quebrado anteriormente, e técnicas para invadi-lo já são bem conhecidas e estão disponíveis mesmo em computadores domésticos. Porém, o protocolo WPA-PSK era considerado mais seguro, pois julgava-se que tempo para quebrar a segurança das transmissões tornaria o processo inviável, o que Roth parece ter demonstrado não ser verdade.

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Bluetooth que se cuide: vem aí a tecnologia Wi-Fi Direct

Presente na maioria dos telefones celulares e laptops para trocas de arquivos ou para a interconexão de acessórios (mouse, teclado, fone de ouvido, microfone, etc), o padrão Bluetooth  está prestes a ganhar um concorrente de peso: a tecnologia Wi-Fi Direct.

A Wi-Fi Alliance  anunciou hoje que já começou a certificar dispositivos com a nova tecnologia. Empresas como Atheros, Cisco, Realtek e Intel, por exemplo, já contam com chips compatíveis. Isso significa que em breve encontraremos produtos com esses dispositivos no mercado.


O Wi-Fi Direct permitirá a comunicação entre dispositivos compatíveis por meio de conexões Wi-Fi (802.11), mas sem exigir roteadores ou outros equipamentos intermediários. Além dessa característica, sua principal vantagem é a de oferecer taxas de transferência de dados elevadas, cuja ponto máximo pode ser até 25 vezes maior que a velocidade oferecida pela tecnologia Bluetooth. Outro diferencial é a possibilidade de contar com o protocolo de segurança WPA2.

Com isso, os usuários poderão não só interconectar seus aparelhos – notebook e smartphone, por exemplo – para troca de arquivos, como também compartilhar sua conexão à internet facilmente, coisa praticamente inviável no Bluetooth.

De acordo com a Wi-Fi Alliance, muitos dos dispositivos atuais compatíveis com Wi-Fi poderão funcionar com o Wi-Fi Direct, no entanto, ainda não se sabe se para isso será necessário uso de novos drivers ou, dependendo do aparelho, atualização de firmware.

Apesar de o Wi-Fi Direct representar uma ameaça à tecnologia Bluetooth, é cedo para dizer que este encontrará em breve o seu fim: o consórcio Bluetooth SIG trabalha atualmente no desenvolvimento da versão 4.0 do padrão, que promete menor consumo de energia e criptografia AES de 128 bits.


Referência: eWeek, Wi-Fi Alliance.
Fonte:


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Estudo indica que sinal Wi-Fi pode deixar árvores doentes


Segundo um estudo realizado pela Universidade Wagenigen, na Holanda, a radiação emitida por redes Wi-Fi é prejudicial ao meio-ambiente. Além de problemas no crescimento de árvores, os pesquisadores detectaram a morte de algumas camadas de tecidos e diversas fissuras e sangramentos nas cascas.

As conclusões indicam que a maioria das cidades do mundo ocidental podem estar sendo afetadas pelo problema, especialmente aquelas onde há maior concentração de tecnologia. A pesquisa foi iniciada na cidade de Alphen ann den Rijn, que há cinco anos atrás detectou anormalidades nas árvores que não podiam ser explicadas por nenhum tipo de infecção de vírus ou bactérias.

Os resultados mostram que 70% das árvores em ambientes urbanos apresentam os mesmos sintomas, número que não passava de 10% em 2005. Entre as descobertas feitas pelas equipes de pesquisadores está o fato de florestas com grande densidade serem menos afetadas pelos sinais do que aquelas que possuem grande distância entre cada árvore.


Durante a etapa de estudos, os pesquisadores expuseram 20 árvores de carvalho a diversos tipos de radiação por um período de três meses. Aquelas colocadas pertos de sinais Wi-Fi demonstraram um  brilho semelhante ao chumbo, causado pela morte das camadas superior e inferior da epiderme das folhas.  Além da radiação emitida pelas redes Wi-Fi e sinais de celular, os sintomas também podem ser atribuídos a micropartículas emitidas por carros e caminhões em áreas urbanas.

Apesar das conclusões obtidas, os pesquisadores alertam que não se deve entrar em pânico, já que ainda devem ser medidos os resultados a longo prazo da exposição à radiação Wi-Fi. Além disso, reforçam que há estudos que provam o contrário e não mostram nenhum tipo de sintoma negativo da exposição prolongada em organismos humanos.

Fonte: