quarta-feira, 11 de abril de 2012

Alça de acesso em Jundiaí ganha nome de Steve Jobs


A Prefeitura de Jundiaí chamou de Steve Jobs a estrada que liga a Rodovia Anhanguera à empresa da Apple, que abrigará a primeira planta fora da China a produzir os equipamentos da marca. A alteração do nome da alça, conhecida antes como Caminho de Goiás, foi oficializada com publicação na última sexta-feira, dia 6.
Segundo o prefeito Miguel Haddad, a mudança é uma forma de homenagear o co-fundador e visionário da Apple, empresa com a 8ª marca mais valiosa do mundo. “Steve Jobs foi o pioneiro de um mundo novo, no qual o grande valor é o conhecimento e o caminho do conhecimento é também o caminho da liberdade”, disse Haddad.
O projeto de lei, para mudança de nome da laça, encaminhado pelo Executivo em outubro do ano passado, foi aprovado pelos vereadores em 27 de março e sancionado pelo prefeito no dia 29 do mesmo mês. A lei foi publicada na Imprensa Oficial do Município no dia 6 de abril.

Fonte:

Nokia dá desconto em smartphone após descoberta de "bug"


A Nokia descobriu um problema de software em seu celular inteligente Lumia 900, modelo criado em resposta ao iPhone da Apple, e está praticamente distribuindo o aparelho de graça até que ele seja consertado, o que prejudica o esforço da empresa para reverter sua situação nos Estados Unidos.
O primeiro modelo 4G da Nokia, que a empresa divulga com a assinatura "um modo espantosamente rápido de conectar", pode perder a conexão de dados ocasionalmente, como resultado do defeito, segundo a companhia.
Ainda que continue a ser a líder mundial na fabricação de celulares, pelo critério de volume, a Nokia perdeu a liderança no lucrativo segmento de smartphones para Apple e Google, no ano passado, em parte devido ao fraco desempenho nos Estados Unidos, onde os smartphones da empresa hoje detêm menos de 1% do mercado.
O Lumia 900, que utiliza o sistema operacional Windows Phone, da Microsoft, por enquanto só está à venda nos EUA, e deveria desempenhar papel chave na recuperação da empresa naquele mercado.
"É como se o motor deles tivesse morrido quando todo mundo está prestando atenção ao seu carro, na largada da corrida", disse Carolina Milanesi, analista da Gartner.
Trata-se do terceiro celular Nokia a ser lançado com o sistema operacional Windows, depois que a companhia finlandesa abandonou seu sistema operacional Symbian, no ano passado, e só está à venda nos EUA, via operadora AT&T. O modelo deve ser lançado em outros mercados neste trimestre.
Nesta quarta-feira (11), a Nokia revelou seu novo modelo Lumia 610, primeiro a adotar a tecnologia de comunicação sem fio de curto alcance (NFC, na sigla em inglês) para a plataforma Windows.
A Nokia afirmou que uma atualização de software para corrigir o defeito no Lumia 900, "um problema de administração de memória" relacionado ao software e não ao hardware, à rede ou ao sistema operacional Windows, seria distribuída a partir de 16 de janeiro.
A companhia está oferecendo a qualquer pessoa que tenha comprado ou compre um Lumia 900 até 21 de abril um bônus de US$ 100 pago via conta telefônica. O modelo está sendo vendido peolo equivalente a R$ 180 (US$ 99,99) pela AT&T, com contrato pós-pago de dois anos.

Fonte:

terça-feira, 10 de abril de 2012

Tablet Coby Kyros MID8024


Os tablets vieram para ficar. Disponíveis há pelo menos dois anos no mercado, a variedade de modelos tem crescido em grande escala. Se todas as atenções se voltam para os aparelhos de grandes empresas como Apple, Samsung e Motorola, os pequenos fabricantes apostam em produtos com preços mais atraentes e configurações básicas para ganhar espaço.

Comparar o tablet Kyros MID8024 diretamente com um iPad, Galaxy ou Xoom seria injusto. As configurações do aparelho são bem mais modestas e se destinam a outro tipo de consumidor. O produto tem como propósito ser uma opção no mercado justamente para aqueles que não estão dispostos a investir pesado em um aparelho eletrônico.

Apesar das limitações de hardware, é inegável que o tablet da Coby também apresenta os seus pontos positivos se mostrando, dentro de uma categoria intermediária de aparelhos, uma das melhores relações custo-benefício do mercado. Isso desde que, é claro, você esteja disposto a fazer vistas grossas para alguns aspectos em que o modelo deixa a desejar.


Especificações

  • Processador: Samsung S5PV210 (Cortex A8) de 1 GHz;
  • Armazenamento: Flash 4 GB (expansível até 32 GB);
  • Memória: 512 MB;
  • Tela: TFT LCD Touch Resistivo de 8 polegadas;
  • Resolução: 800x600 pixels (WVGA);
  • Câmera: frontal VGA;
  • Rede: Wi-Fi (Wlan IEEE 802.11/g);
  • Conexões: entrada de áudio, saída de áudio 3,5 mm, saída de vídeos HDMI (1080p e 720p) e porta
  • USB;
  • Bateria: Li-poly 2.200 mAH (durabilidade de 5 horas);
  • Dimensões: 20,6 cm altura x 15,8 cm largura x 1,4 cm espessura;
  • Peso: 993 gramas;
  • Sistema operacional: Android 2.2 (Froyo);
  • Acompanha: caneta stylus, cabo USB, capa protetora, fone de ouvido e carregador AC;
  • Preço médio: entre R$ 450 e R$ 550.
  • Aprovado
  • Design de construção
  • Nada de design inovador ou algo inédito em termos de tablet. O modelo da Coby prima por ser um produto funcional e voltado para um consumidor que não está disposto a gastar muito em um aparelho. Por conta disso, a empresa aposta no básico.
O MID8024 tem cantos arredondados e botões frontais retroiluminados por LEDs. As junções não são precisas e, se pressionado, é possível ouvir alguns rangidos. Contudo, esse detalhe não afeta diretamente o uso do produto que, mesmo não sendo perfeito nesse quesito, cumpre o seu papel.

Processador e desempenho


Um dos pontos mais importantes de um tablet é a sua capacidade de processamento. Felizmente, nesse aspecto o produto da Coby não deixa nada a desejar, uma vez que utiliza como processador um Cortex A8 de 1 GHz, da Samsung, exatamente o mesmo que compõe o Samsung Galaxy Tab de 7 polegadas.

Obviamente ele não é a melhor escolha se o seu objetivo for a execução de aplicativos de alto desempenho e com grande potencial gráfico. Até mesmo a versão do sistema operacional, Android 2.2, seria um empecilho nesse ponto. Entretanto, ele se sai muito bem em tarefas corriqueiras, como acesso à internet e execução de músicas, vídeos e jogos mais simples.

Tamanho de tela


Nem tão grande a ponto de incomodar, nem tão pequeno que não possa dar conta do recado. O tamanho de tela do Kyros MID8024 não deixa a desejar em nenhum aspecto e se mostra como a opção ideal para agradar a diferentes tipos de consumidores.
Com 8 polegadas e proporção 16:9, a tela do modelo da Coby é compatível com a exibição de conteúdo no formato widescreen sem que haja perda. Ou seja, você tem a garantia de que poderá ver os principais filmes da atualidade sem nenhum tipo de corte em função do aspecto de tela. Além disso, o formato é também um dos mais adequados para a leitura de livros e revistas.

Conexões


Integração com outros dispositivos é algo de que os proprietários do tablet da Coby também não podem reclamar. Além de ser possível fazer a transferência de dados via cabo USB, uma saída HDMI garante ainda a possibilidade de o aparelho ser ligado à TV ou ao computador.
A compatibilidade com cartão microSD amplia as possibilidades do tablet, uma vez que originalmente ele comporta apenas 4 GB. Entretanto, essa capacidade pode ser aumentada para até 32 GB, mais do que o suficiente para armazenar uma boa quantidade de arquivos de áudio e vídeo.

Bateria


A longa duração de bateria é uma característica desejável dos tablets. Mais eficientes do que os notebooks e netbooks, os aparelhos precisam ter uma autonomia maior de energia para justificar o investimento do consumidor. Mais uma vez, aqui vale a regra de que o modelo não pode ser comparado com os tops de linha, mas sim listado em categorias intermediárias.

O modelo da Coby consegue se sobressair a outros aparelhos com faixa de preço similar e, segundo o fabricante, garante até 5 horas de autonomia. Em nossos testes, chegamos muito próximo a essa marca, com 4 horas e 40 minutos de uso contínuo, o que, dentro da proposta do produto, pode ser considerado um valor satisfatório.

Preço


Se o propósito maior do aparelho é o de proporcionar uma ótima relação custo-benefício, nada mais justo de que disponibilizar o tablet por um preço abaixo dos demais concorrentes. Dessa forma, é possível encontrar o modelo da Coby por preços que variam entre R$ 450 e R$ 550.

A diferença para os aparelhos mais conhecidos do mercado é de mais de R$ 700. Mesmo outros produtos intermediários, como o Positivo Ypy, custam na faixa de R$ 1.000. Sendo assim, se analisarmos o que tablet oferece, fica fácil perceber que o preço médio do Kyros MID8024 é um dos grandes diferenciais do modelo.

Reprovado


Tela resistiva com baixa iluminação


Sem dúvida, esse é o maior ponto negativo de todo o aparelho. Logo de início, é possível notar com muita clareza a falta de nitidez e a ineficiência dos controles de brilho de produto. O tempo todo você terá a sensação de que o tablet está apagado e basta incliná-lo um pouco para perder consideravelmente o campo de visão em virtude dos reflexos.

Da mesma forma, interagir com a tela pode se tornar um verdadeiro martírio caso você não esteja disposto a carregar a caneta stylus. A tela resistiva não responde de forma adequada aos toques e será bastante comum ficar esfregando os dedos sem obter uma resposta. Além disso, não há suporte para multitouch.

Câmera


Meramente funcional, a câmera do Kyros MID8024 oferece apenas o mínimo que o proprietário precisa. A resolução é VGA e, como não há câmera traseira, ela não serve para tirar fotografias, mas apenas como uma webcam em alguns aplicativos.
A captura de imagens é fraca e, se o ambiente não estiver muito bem iluminado, você perceberá fotos granuladas e escuras, sem nenhuma nitidez. Nesse quesito, o aparelho deixa muito a desejar de forma que, se você considera esse um item essencial em seu tablet, passe longe do modelo da Coby.

Alto-falantes


A qualidade sonora do tablet da Coby também não é das mais satisfatórias. Mesmo no volume máximo, a sensação que se tem é de que o volume está obstruído ou que, por alguma razão, possui um som mono.

A situação melhora um pouco com a utilização de fones de ouvido, mas conforme o volume é aumentado, maior é a percepção dos ruídos. Embora esse aspecto possa ser relevado por muitos consumidores, aqueles que buscam alternativas sonoras de qualidade certamente ficarão decepcionados com o produto.

Peso


Mais uma vez, vale ressaltar que comparar o tablet da Coby diretamente com os modelos da Apple ou da Samsung é injusto, por se tratarem de propostas distintas. Entretanto, os 993 gramas do Kyros fazem com o que produto tenha praticamente 400 gramas a mais do que um iPad.

Segurar ou carregar durante o dia um dispositivo que pesa quase 1 quilo também vai contra os princípios de flexibilidade e mobilidade característicos de um tablet. Certamente, você ficará com a musculatura reforçada depois de algum tempo com ele.

Vale a pena?


Em primeiro lugar, tudo vai depender do seu perfil de consumidor e daquilo que você espera de um tablet. Colocar o aparelho da Coby no mesmo patamar dos produtos da Apple, da Samsung ou da Motorola é uma comparação injusta, pois se tratam de propostas completamente diferentes.

Entretanto, se levarmos em consideração um perfil intermediário de produtos, com preços mais acessíveis e voltados para consumidores que não estão dispostos a desembolsar grandes quantias em um aparelho eletrônico, o tablet da Coby consegue se mostrar funcional e capaz de suprir as funções mais simples que se esperam de um produto da categoria.

Algumas falhas chamam a atenção mesmo daqueles que não são tão exigentes. O caso mais grave é sem dúvida o da tela, resistiva e com baixa iluminação. Esse aspecto acaba limitando a experiência do proprietário, que não pode dispor da função multitouch e muitas vezes precisa pressionar com força os dedos contra a tela para ter uma resposta aos seus comandos.


O peso, demasiado para um tablet, é outro ponto negativo que chama a atenção. Porém, apesar das deficiências, tarefas simples do dia a dia, como acesso a páginas da web, leitura de emails e uso de redes sociais, além do uso de aplicativos e jogos que exigem menor capacidade de processamento, podem ser executadas sem maiores transtornos.

Imagens: Coby
Fonte: Baixaki

Symbian recebe versões oficiais (e gratuitas) de Word, Excel e PowerPoint


Considerada uma plataforma condenada, “em chamas”, ignorada pela mídia e usuários avançados, o Symbian, quem diria, acaba de se tornar o segundo sistema móvel a ter clientes oficiais, feitos, testados e distribuídos pela Microsoft, da suíte básica do Office — Word, Excel e PowerPoint. Antes dele, só Windows Phone. iOS? Android? Pff…
O anúncio acabou de ser publicado no Conversations, blog corporativo da Nokia, onde é dito que a disponibilidade dos três apps é imediata; basta atualizar o software ou conectá-lo a um PC via Nokia Suite e os apps serão recebidos. Na Nokia Loja, chegam em algumas semanas. Tudo de graça.
Word, Excel e PowerPoint juntam-se a outras peças do Office lançadas em fevereiro junto com o Belle (OneNote, Lync 2010, Document Connection e PowerPoint Broadcast). Nessa primeira etapa, os seguintes aparelhos recebem os apps: Nokia 701, Nokia 700, Nokia 603, Nokia E7, Nokia X7, Nokia C7, Nokia Oro e Nokia C6-01. Outros três, Nokia N8, Nokia E6 e Nokia 500, os ganharão em breve, e o Nokia 808 PureView sairá de fábrica com todos pré-instalados.
Suítes de produtividade “genéricas” existem aos montes e em praticamente toda plataforma, mas na prática a experiência é quase sempre melhor com produtos oficiais, como os donos de Windows Phone bem sabem e os de Android e iOS puderam atestar com o OneNote Mobile. “Se você está trabalhando em um documento do Word, nada bate usar o app da própria Microsoft”, diz Dinesh Subramaniam, da Nokia.
Carente de apps e da atenção dos desenvolvedores, o Symbian colhe (belos) frutos da parceria entre Nokia e Microsoft. Ter o Office “de verdade” é suficiente para fechar os olhos para os problemas da plataforma ou nem Word, Excel e PowerPoint são o bastante para resgatar a moral do velho Symbian?

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One S e One X, da HTC, são homologados pela Anatel














One S e One X, modelos topo de linha da nova série One, da HTC, juntaram-se ao One V e estão, agora, homologados pela Anatel. Isso significa que o lançamento do trio de Androids da pesada made in Taiwan só depende da boa vontade da HTC. Será que demora?



O One V, modelo mais simples dos três anunciados pela HTC em fevereiro, já havia passado pelo processo de homologação da Anatel no final do mês passado. Agora o Tecnoblog encontrou o resto da família no desanimador SGCH. O fato de já ter passado por essa etapa não significa um lançamento iminente; pode ser que, no fim das contas, os novos HTC One só desembarquem por aqui no segundo semestre, contrariando de certa forma a nova estratégia global da HTC.
O One X traz telão de 4,7″ de SuperLCD 2 com resolução de 720p e é o primeiro smartphone posto à venda com o Tegra 3, SoC da NVIDIA. Vem com Android 4 e a camada de personalização Sense 4, câmera super rápida com a capacidade de tirar fotos enquanto filma e um design bem bacana, feito de policarbonato (como os Lumia 800 e 900 da Nokia).
Já o One S é um pouquinho inferior em especificações. De diferente, a tela tem 4,3″ e é PenTile, ou seja, de qualidade inferior, sem falar na resolução qHD; o SoC é o Snapdragon S4, da Qualcomm, e o acabamento todo diferente, feito de um material ultrarresistente que passa por choques e altas temperaturas em seu processo de fabricação.
Nosso frankenreview mostrou um pouco do que a mídia internacional achou da dupla dias antes do lançamento por lá — em resumo, sobraram elogios. Para ler a documentação da Anatel e ver mais fotos dos aparelhos, clique nos links ao lado.

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