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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Google lança formato de vídeo aberto para web

webM é baseado no codec VP8, da On2 Technologies, e em padrões abertos

A Google anunciou durante o evento para desenvolvedores Google I/O, que acontece entre 19 e 20 de Maio em San Francisco, na Califórnia, um novo formato para arquivos multimídia para a web, batizado de WebM.

O WebM é baseado no codec de vídeo VP8, desenvolvido pela empresa On2, adquirida pela Google em agosto do ano passado, e no codec de áudio Ogg Vorbis, um padrão Open Source desenvolvido pela Xiph.org. Ambos são encapsulados em um "contâiner" no formato Matroska, outro padrão aberto criado pela CoreCodec, Inc.

O formato é uma alternativa ao popular Flash Video e ao H.264, formato de vídeo popular na web mas "amarrado" por patentes e necessidade de pagamento de royalties para sua implantação e uso, que dificultam sua adoção. Os custos de licenciamento, por exemplo, foram o principal motivo citado pela Mozilla Foundation ao divulgar sua decisão de não adotar o H.264 como um dos formatos de vídeo online em seu navegador Firefox.

Segundo a Google o WebM é otimizado para a web, com baixa exigência de poder de processamento durante a reprodução, o que o torna ideal para uso mesmo em dispositivos como smartphones, tablets e netbooks. Alta qualidade de imagem e mínimo número de perfis de codificação, o que facilita o processo de criação de arquivos no novo formato, são outras características.

Empresas como AMD, ARM, Broadcom, Digital Rapids, Freescale, Imagination Technologies, Logitech, Marvel, MIPS, NVIDIA, Qualcomm, Texas Instruments, Veri Silicon e ViewCast são parceiras da Google no projeto webM, e se comprometeram a adotar o padrão em seus produtos de software ou plataformas de hardware. 

Além disso, versões dos navegadores Mozilla Firefox e Google Chrome com suporte ao webM estarão disponíveis em breve, com o Opera se juntando ao grupo "em breve". Na página oficial do projeto, em www.webmproject.org, há ferramentas para criação e reprodução de conteúdo, bem como mais informações sobre a iniciativa.

Fonte: IDG Now!

sábado, 17 de abril de 2010

Google cria compartilhamento de impressoras pela web

Google Cloud Print permite que qualquer dispositivo conectado a internet utilize impressoras compartilhadas na rede, independente de compatibilidade de software.



Impressões poderiam ser feitas em impressoras ligadas a computadores conectados à internet ou em impressoras ligadas diretamente na nuvem

São Paulo - Sabe aquela dificuldade que surge na hora de instalar uma impressora em um computador novo porque a versão do sistema operacional não é compatível com o equipamento? Pode estar com os dias contados, segundo o Google. É que a empresa apresentou ontem um sistema que permite a qualquer desktop, notebook, netbook ou smartphone conectar-se a impressoras ligadas a qualquer outro equipamento, por meio de uma conexão virtual, via web, e sem a necessidade de instalação de drivers.

A ideia, que recebeu o nome de Google Cloud Print, ainda está em desenvolvimento, mas a companhia de Mountain View explica direitinho em seu blog como ela deve funcionar. "Ao invés de se basear no sistema operacional local (ou drivers) para imprimir, os aplicativos podem usar o Google Cloud Print para enviar e gerenciar tarefas de impressão. O Google Clould Print ficará responsável por enviar o trabalho para a impressora correta de acordo com as opções selecionadas pelo usuário, e retornar o status do trabalho para o aplicativo", diz a nota assinada pelo gerente de produtos Mike Jazayeri.

Os desenvolvedores descrevem duas formas como o Google Clould Print pode se comunicar com a impressora. A primeira é por meio de um proxy, pequeno software que ficará no PC em que a impressora estiver instalada. Esse proxy registrará a impressora no Cloud Print e aguardará por tarefas de impressão. Quando uma tarefa chegar, pela nuvem, o Cloud Print enviará a tarefa utilizando o sistema operacional nativo do PC.

Por enquanto, a equipe de programadores do Chrome OS está trabalhando em um proxy para o Windows, mas eles prometem em breve dar suporte a Mac e Linux também. O problema desse tipo de impressão é que toda vez que algum documento tiver que ser impresso, tanto o dispositivo de onde parte a impressão quanto o computador que está ligado à impressora terá de estar conectado à internet. Por isso, o Google sugere uma segunda forma de conexão de impressoras com o Cloud Print.

A ideia é que fabricantes de impressoras desenvolvam equipamentos com suporte nativo à conexão com a nuvem sem necessidade de computadores intermediários. Esse tipo de impressora ainda não existe, mas o Google espera que a divulgação do projeto Cloud Print em um estágio tão preliminar estimule a indústria a pensar no assunto.

O Chrome OS irá usar apenas o Cloud Print e, por isso, não haverá drivers para impressoras no novo sistema operacional.

sábado, 17 de outubro de 2009

Vivo vai ter banda larga popular antes do Natal


O presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou hoje, no Futurecom, que a operadora irá se engajar no programa de banda larga popular dos governos de São Paulo, Pará e Distrito Federal antes do Natal. Segundo ele, a Vivo está  prestes a equacionar o problema do preço do modem, que é mais caro do que o ADSL da telefonia fixa e que também precisa ser oferecido gratuitamente ao cliente. "Estamos buscando o modem barato. Estamos quase lá", afirmou.

Para o executivo, o decreto assinado hoje pelo governador José Serra, que reduz para zero a alíquota do ICMS e prevê a oferta de banda larga fixa ou móvel (entre 200 Kbps a 1 Mbps) ao preço de R$ 29,80 forçou as operadoras a buscarem mais eficiência, tendo em vista as dificuldades de encontrar o preço certo do modem. 

Para negociar melhor o preço do modem Lima defendeu que as empresas de telefonia celular negociassem em conjunto a aquisição desses equipamentos.

Fonte: Tele Síntese, TechWord