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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Diga adeus à marca Telefônica... e diga olá a celulares da Vivo e Mozilla?



Já sabíamos há algum tempo que a marca Telefônica iria acabar, e o fim tem data marcada: 15 de abril. A partir dessa data, teremos Vivo Fixo, Vivo Speedy, Vivo TV – até os orelhões de São Paulo vão perder o verde-limão e adotar as cores da Vivo. E como a operadora deixou bem claro hoje em evento, o foco da Vivo agora será em internet. Ela também disse algo curioso: Mozilla e Vivo farão um anúncio em conjunto na semana que vem – e provavelmente já sabemos o que é.
A Mozilla está trabalhando desde ano passado em um OS móvel baseado no Android. O projeto Boot to Gecko (B2G), que usa fortemente o HTML5, tem como objetivo criar dispositivos que “fazem boot entrando direto na web”. E a Mozilla anunciou em fevereiro que se uniu à Telefónica– dona da Vivo no Brasil – para lançar dispositivos com o sistema. O objetivo é fornecer smartphones de baixo custo ainda em 2012. Cogitamos se o Brasil seria um dos destinos, mas com um evento em conjunto iminente, a resposta é praticamente sim.
Da última vez que vimos, o B2G ainda estava em testes, então o lançamento de aparelhos de baixo custo com o sistema talvez demore alguns meses. Mas seria ótimo termos mais uma opção de celulares espertos e baratos – afinal, eles estão roubando o mercado de dumbphones no Brasil. Isso também se encaixa na nova estratégia da Vivo, que quer ser em primeiro lugar uma empresa de internet: o B2G depende bastante da internet no celular.

Vivo, empresa de internet

O Ztop aponta que a Vivo está bastante focada em se tornar uma empresa de internet. Tão focada que, durante o evento, os porta-vozes mal citaram o ato de falar ao telefone. Isso faz sentido: temos mais celulares do que pessoas no Brasil, o acesso à banda larga móvel não para de crescer, e o telefone fixo vem perdendo relevância. A Vivo tem 73 milhões de usuários de celular, contra apenas 10,6 milhões de assinantes de telefonia fixa.
O objetivo é oferecer serviços de acesso a dados, seja ele no smartphone ou em uma conexão fixa em casa. A Vivo vai focar na internet em quatro frentes: Vivo Speedy, Vivo Box (Speedy para fora de SP), Vivo Fibra (banda larga fixa) e 3G Plus (rede HSPA+ para celulares) – este em expansão para 2.800 cidades em todo o país.
Para avisar os consumidores de que as marcas agora estão integradas sob o nome Vivo, a operadora terá uma campanha publicitária com o bordão “Vivo, vivo”. Entre as mudanças, TVA vira Vivo TV; os orelhões da Telefônica recebem as cores roxo, verde, azul e laranja da Vivo; e a Telefônica vira Vivo Fixo. Tudo – lojas, contas, comunicação com o cliente, pontos de venda etc. – também passa a levar a marca Vivo. Em São Paulo, onde deve ocorrer a maior mudança, veremos a tentativa da Vivo em mudar a percepção de que a Telefônica é uma marca ruim. Novo nome, Vivo nova? Vamos ver se dá certo.

Fonte:
Gizmodo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Telefônica lança banda larga popular a R$ 29,80

A Telefônica assinou o Programa de Banda Larga Popular do Governo de São Paulo. O serviço será comercializado a partir do dia 24 de fevereiro inicialmente na cidade de São Paulo e região do ABC, mas ao longo de 2010 será estendido para o interior paulista. (Participe de enquete do Adnews sobre o tema).

A novidade foi divulgada na Campus Party 2010, evento de tecnologia que aconteceu em São Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80 para a contratação da velocidade de internet de 256 Kbps, além do modem, instalação e provedor gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.

"Não serão cobrados serviços adicionais junto com o pacote de internet", afirmou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente.

A expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil conexões da banda larga popular até o final deste ano. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de residências no estado de São Paulo como potenciais alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de 1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as demais têm computador sem internet.

A Telefônica aderiu ao projeto de Banda Larga do governo, apenas três meses e meio após seu lançamento. O atraso na adesão da Telefônica ao programa derivou, segundo informou o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas para quem já fosse seu cliente. O governo não permitia essa limitação.

Ao ser questionado sobre a baixa velocidade oferecida aos usuários no pacote popular, Costa, afirma: "Acredito que não é frustrante, porque corresponde a quatro vezes mais que uma conexão discada, além de ser uma velocidade boa para o público alvo do projeto".

Net saiu na frente

Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a venda da internet rápida popular para 48 cidades do Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais. O serviço tem velocidade de transmissão de dados de 200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos, com modem cedido em comodato.

Além do plano básico, que obedece ao decreto do governo paulista, a empresa também passou a comercializar para o mesmo público um pacote combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e TV a cabo, por R$ R$ 39,90.

Projeto paulista

O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50 reais cobrados usualmente em pacotes básicos de banda larga. A redução do preço foi possibilitada pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que aderiram ao plano.

Segundo dados divulgados pelo governo paulista na época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas possuem computador sem Internet e as demais ainda utilizam conexão discada.

Informações UOL e Plantão Info