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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Firefox e Chrome têm propostas diferentes para evitar rastreamento

Tanto a Google quanto a Mozilla pretendem aprimorar as configurações de privacidade de seus navegadores – Chrome e Firefox, respectivamente – de modo a evitar rastreamento dos passos dos internautas. Mas as propostas são bem diferentes.

A gigante das buscas, ironicamente, depende justamente dos cookies para exibir anúncios condizentes com as páginas que o usuário visita. No entanto, a extensão Keep My Opt Outs, anunciada na última segunda-feira (24/01), ativa uma função que evita o monitoramento do comportamento do internauta.

As empresas de marketing que participam da Iniciativa das Redes de Publicidade (ou Network Advertising Initiative - NAI, na sigla em inglês) já permitem aos usuários que se retirem da lista de cadastrados do grupo, mas essa decisão deixa de ser aplicada caso os cookies do browser sejam excluídos. A vantagem do complemento da Google é que ela relembra a essas redes, automaticamente, a opção do internauta.

A Mozilla, por sua vez, pretende adicionar essa opção às funções básicas do navegador, ou seja, sem que a instalação de uma extensão seja necessária. O Firefox identificaria as preferências do usuário, que funcionariam como um cabeçalho HTTP, e comunicaria os sites sobre tal configuração.

A abordagem da Mozilla é mais transparente, mas demorará mais para ser implantada. Mesmo que a função já apareça na próxima versão do Firefox – o que não é certeza, no blog há somente uma sugestão  de que isso possa acontecer– os portais ainda terão que reconhecer o código HTTP. Por isso, a proposta da Google, a curto prazo, é mais eficiente.

Ainda assim, as empresas sofrem da mesma falha: elas dependem da boa vontade das redes de publicidade. Embora a NAI seja composta por 15 das maiores companhias do ramo nos Estados Unidos, outras tantas, algumas menos politicamente corretas podem não estar dispostas a participar da ação.

O maior problema da iniciativas está no comportamento do mercado. Será preciso reeducar sites de prestígio para que eles deixem de seguir os passos do usuários. O que  representa um grande baque a uma publicidade que, por vezes, vários suportam.

Enquanto tudo isso não se realiza, muitos portais vão utilizando os dados pessoais de seus visitantes de forma perigosa.

Na semana passada, por exemplo, o Facebook passou a permitir que desenvolvedores de aplicativos tivessem acesso a endereço e telefone exibidos no perfil de seus usuários. Frente à repercussão negativa, voltou atrás, mas ainda busca uma melhor forma de avisar seus membros sobre o que pode acontecer caso autorizem tal acesso a fim de que possam usar o programa desejado.


Fonte:
 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

YouTube testa vídeos em HTML5

O YouTube lançou esta semana uma versão experimental do site que usa o padrão HTML5 para reproduzir vídeos, no lugar do Adobe Flash. O site diz que o uso do HTML5 está na lista dos recursos mais pedidos pelos usuários do site.

Na prática, o HTML5 usa outro tipo de codificação de áudio e vídeo para mostrar os vídeos em sites sem precisar baixar plug-ins. Entretanto, não são todos os navegadores que são compatíveis com HTML5: por enquanto, apenas Google Chrome, Apple Safari e o ChromeFrame no Internet Explorer conseguem mostrar páginas feitas em HTML5 com a tab video e compatibilidade com o formato h.264.

Além da limitação dos browsers, existe a restrição de alguns recursos do YouTube nos vídeos em HTML5. Não é possível mostrar anúncios nos vídeos, nem legendas e anotações, segundo o YouTube. Quem quiser testar o novo recurso pode acessar o endereço www.youtube.com/html5.


Fonte: Terra Tecnologia

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

União Europeia encerra processo antitruste contra a Microsoft

A União Europeia decidiu, por meio da Comissão Europeia, arquivar de vez o processo antitruste que movia contra a Microsoft. A empresa estava sendo acusada de promover práticas monopolistas ao distribuir o navegador Internet Explorer junto ao Windows, o que poderia estar prejudicando a adoção de browsers concorrentes, como o Opera e o Mozilla Firefox.


O que ajudou nessa decisão foi o fato de a Microsoft ter concordado em oferecer meios mais fáceis para que os usuários possam escolher que navegadores instalar e usar. Para isso, utilizadores das versões XP, Vista e 7 do Windows receberão uma atualização de software que exibirá uma janela (que ficou conhecida como “ballot screen”) onde será possível selecionar os navegadores desejados.





Com o acordo, a Comissão Europeia não só finaliza o processo contra a Microsoft, como também evita que a empresa tenha que lidar com mais uma multa pesada. Isso só poderá acontecer agora se a companhia descumprir alguma parte do acordo, que terá validade de pelo menos cinco anos. Neste caso, o valor da multa está estimado em 10% do faturamento anual da empresa.



Vale frisar que as versões do Windows com “ballot screen” estarão disponíveis apenas na Europa.




Referência: InfoWester,  NYTimes.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Mozilla se inspira em Chrome e Office para reformular interface do Firefox 4.0

Visual do Firerox 4.0 divulgado por designer da Mozilla toma emprestados organização de abas do Chrome e botão único que congrega funções do Office.

A Mozilla revelou nesta terça-feira (22/12) seus planos para reformular a interface do Firefox 4.0, nova versão do navegador que deverá ser lançada oficialmente até o final de 2010.

Anteriormente, a Mozilla afirmou que reformularia o visual do browser em duas etapas, com parte da mudança estreando no Firefox 3.7, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2010.

A principal mudança visível nas interfaces divulgadas pelo designer ligado à Mozilla Stephen Horlander é o "App Button", um botão alaranjado no canto superior esquerdo apenas na versão para Windows que substituirá outros comandos e menus oferecidos atualmente.

Em post em seu blog, Horlander afirmou que o "App Button" substituiria o conceito de dois botões separados - um para páginas e outro para ferramentas - considerado anteriormente pela Mozilla.

O designer admite que o "App Button" foi um conceito que a Mozilla "emprestou" da Microsoft. Segundo ele, a novidade "é similar à abordagem de um único menu do Windows 7 em aplicações nativas, (como) Paint e Wordpad, e no Microsoft Office".

O Firefox 4.0 também dará aos usuários a opção de mover as abas do navegador para o topo da apresentação do aplicativo, visual que outros browsers, o Chrome do Google notoriamente, adotaram.

A Mozilla, porém, não vai combinar a barra de busca com a barra de endereços, como faz o Chrome, segundo o designer. Usuários que não gostarem das modificações poderão restaurar os menus tradicionais, afirmou Horlander.

Segundo o cronograma da Mozilla, a primeira versão de testes do Firefox 4.0 deverá ser divulgada em junho de 2010 e sua versão deverá chegar ao mercado no último trimestre do ano.


Fonte: IDG Now!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

IE8 ganha de rivais em testes de segurança


De acordo com a NSS Labs, o Internet Explorer 8 superou novamente seus rivais com seus recursos para o bloqueio de malwares, detectando 81% dos sites infectados.

A detecção de sites infectados por malwares melhorou em 17% no IE8 desde março, disse Rick Moy, presidente da NSS Labs.

Enquanto o IE8 bloqueou 8 em cada 10 sites infectados usados pela NSS em seus testes que duraram 12 dias, o Firefox 3.0 detectou apenas 27% deles. O Safari 4.0 e o Google Chrome 2.0 bloquearam apenas 21% e 7% dos sites, respectivamente. O Opera foi o pior de todos, bloqueando apenas 1% dos sites infectados.

A NSS testou cinco navegadores – IE8, Firefox 3.0.11, Safari 4.0.2, Chrome 2.0.0.172.33 e Opera 10 beta – contra mais de 2.100 sites infectados em 69 testes durante 12 dias.


Fonte: Techlider