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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Circula na internet vírus que invade computador pelo Flash

Em boletim divulgado na noite de segunda-feira, a Adobe alerta para mais uma falha crítica no Flash que já está sendo usada em ataques online. A vulnerabilidade afeta tanto as versões para desktop (Windows, Macintosh, Linux e Solaris) quanto a versão para celulares Android e também aparece nos programas de PDF Adobe Reader e Acrobat. Até o momento, somente ataques ao Flash Player para Windows foram descobertos na internet.

O boletim decreve a vagamente falha como "podendo causar travamento e permitir o controle da máquina por um invasor", comportamento comum a diversos ataques. A correção para o plugin do Flash está prometida para o dia 27 de setembro, enquanto os programas de PDF devem ser corrigidos somente no dia 4 de outubro.

No Adobe Reader e Acrobat o bug se soma a outra brecha de segurança já conhecida há uma semana e que também será corrigida na atualização do dia 4 de outubro. Enquanto isso, usuários do leitor de PDF da empresa conviverão com as duas falhas, sendo que a mais antiga já é explorada por arquivos contaminados na internet.

Fonte:




quinta-feira, 22 de abril de 2010

Adobe desiste dos planos para levar Flash ao iPhone e iPad

A Adobe vai deixar de lado a continuidade dos seus planos para levar o Flash para o iPhone e o iPad, ambos fabricados pela Apple.

De acordo com o site da revista "Wired", a Adobe afirmou na noite de terça-feira (20) que abandonou o investimento em uma ferramenta de software que permitiria aos desenvolvedores a aplicar o Flash nos aparelhos da Apple.

"O principal objetivo do Flash sempre foi habilitar a plataforma e desenvolvimento para múltiplos navegadores. Isto é exatamente o oposto do que a Apple quer. Eles querem amarrar os desenvolvedores sob a sua plataforma, e restringir suas opções para tornar difícil para os desenvolvedores mirarem outras plataformas", escreveu o gerente de produtos da Adobe, Mike Chambers.

Ainda de acordo com a revista, a Adobe está reagindo a uma nova regra na convenção do colaborador do iPhone, que prevê que aplicativos para iPhone e iPad devem ser codificados com linguagens de programação aprovadas pela Apple, como o C + + ou C.

Se aplicadas, as regras baniriam efetivamente qualquer aplicativo codificado com Adobe Packager para o iPhone --ferramenta que permite a conversão do Flash para o iPhone, e que foi lançada na semana passada, junto à nova versão do Photoshop.

Em fevereiro, Steve Jobs, executivo-chefe da Apple, disse que a Adobe era "preguiçosa" porque "tem todo o potencial para fazer coisas interessantes, e se recusa a fazer isso".

A tecnologia Flash é problemática para a Apple, segundo Jobs, porque trava o computador Macintosh. Jobs disse ainda que a Apple não a apoia porque é falha. E fez a previsão de que "ninguém mais vai usar Flash" e que "o mundo está se direcionando para o HTML5".

A Adobe rebateu as críticas. O executivo-chefe de tecnologia da Adobe, Kevin Lynch, afirmou que a tecnologia Flash é usada, atualmente, em mais de 85% dos melhores sites --incluindo Nike, Hulu, BBC e a liga profissional de beisebol dos EUA --, e que ela está presente em boa parte do mercado de smartphones.

De acordo com o site da revista "PC World", o executivo declarou ainda achar improvável que o HTML5 suplante a tecnologia Flash no futuro.

"Se o HTML pode, com certeza, fazer tudo que o Flash [faz], certamente nos salvaria de muitos esforços". Mas Lynch afirmou que o Flash ainda está permitindo [executar] mais de 75% dos vídeos da internet.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Microsoft, Adobe e Oracle lançam atualizações de segurança

O ano começou com correções por parte das empresas de tecnologia, o que envolve mudanças em diferentes produtos.

O ano começou começou com correções de segurança por parte de diferentes empresas. A Microsoft, por exemplo, deu boas vindas a 2010 fazendo ajustes leves e lançando apenas um comunicado de segurança.

O boletim MS10-001 aponta vulnerabilidades do mecanismo de fontes Open Type. O erro é considerado crítico, mas só se aplica a sistemas Windows 2000. Para todas as outras versões do Windows ele é considerado baixo.


O engenheiro de segurança da nCircle, Tyler Reguly, caracteriza a atualização da Microsoft como trivial. “Bem-vindo a um início lento de ano. Uma única correção, e do ponto de vista de pesquisa, nem é interessante. Todos os patches devem ser levados a sério, mas esse não é um fogo que precisa ser apagado rapidamente.Trata-se apenas de uma medida normal no ciclo das correções.”

O diretor de segurança da nCircle, Andrew Storms, sugere que o tempo gasto na implementação de patches seja usado para outros fins. “É uma terça-feira de atualização muito leve na Microsoft, e as equipes de TI devem tomar vantagem da situação para se preocupar com outras questões.”

Storms reforça, porém, que “um dos erros que não foi corrigido esse mês é uma vulnerabilidade de negação de serviço SMB que está aberta desde o meio de novembro. Como a Microsoft deixou a falha do jeito que está por tanto tempo é claro que o erro não é tão sério como se pensava.”

Adobe e Oracle
Apesar da Adobe e a Oracle não seguirem o mesmo ciclo de lançamento de patches de correção da Microsoft, coincidentemente as empresas lançaram atualizações críticas na terça-feira (12/1).

A Adobe lançou uma correção trimestral que conserta uma vulnerabilidade no Adobe Reader que estava sendo explorada desde as festas de fim de ano. Na época, a empresa sugeriu que os usuários desativassem a função JavaScript.

Storms acredita que, “uma vez considerado o formato de documentos mais seguro, o Adobe PFF se tornou uma presa para ataques sérios de segurança. Depois de um ano sólido nas questões de segurança, as práticas da Adobe estão sendo seriamente questionadas. É irônico considerar que nós talvez tenhamos atingido um ponto no qual documentos do Office sejam mais seguros do que arquivos PDF.”


A Oracle também lançou sua atualização trimestral. A empresa soltou 24 pacotes de segurança que afetam sete produtos diferentes. A maior parte das vulnerabilidades pode ser explorada remotamente sem autentificação, tornando-as críticas. Servidores de banco de dados não podem ser expostos à rede, mas administradores de TI têm que examinar aplicativos afetados para determinar o risco aos quais eles estão expostos.


Fonte: IDG Now!