Um só grupo de ciber-criminosos foi responsável por um quarto de todos os ataques de phishing detectados neste ano, de acordo com um novo relatório do Anti-Phishing Working Group (APWG).
Denominada Avalanche, esta quadrilha iniciou actividade no final do ano passado e tem, gradualmente, vindo a aumentar o seu espectro de acção. "Esta operação criminosa é uma das mais sofisticadas e danosas alguma vez detectadas na Internet, tendo por alvos preferenciais registadores e registos de domínios vulneráveis ou passivos”, pode ler-se no relatório.
O grupo ataca preferencialmente instituições financeiras, serviços online e fornecedores de serviços de oferta de emprego, actuando com recurso a técnicas de fluxo rápido que ocultam os verdadeiros sites de ataque, escondendo-os por detrás de um grupo de máquinas proxy em constante mudança, na sua maioria computadores de utilizadores domésticos previamente infectados, de acordo com o relatório.
Em vez de manifestar sinais de enfraquecimento, dado os tremendos esforços que têm sido realizados no sentido de desmantelar o Avalanche, o gang parece cada vez mais forte. "Os ataques do Avalanche aumentaram significativamente no terceiro trimestre deste ano, e os números preliminares que possuímos hoje indicam uma possível duplicação no número de ataques ocorridos no último Verão", diz o documento. Refira-se que o período de análise deste relatório terminou a 1 de Julho, pelo que só no próximo se poderá constatar o real alcance deste fenómeno.
Uma vez que os endereços IP de onde parecem provir os ataques estão em constante mudança, de nada resolve alertar os ISP para o problema. Quando o ISP finalmente suspendesse o endereço IP, já o proxy utilizado pelo atacante se teria movido para outro qualquer.
Os membros do Avalanche registam os domínios junto de um a três registadores ou revendedores e realizam testes para perceber se o registo de nomes de domínio quase idênticos passa ou não despercebido. Se passarem, lançam os seus ataques a partir destes domínios, mas se forem detectados, limitam-se a abandoná-los e a passar de imediato para outros.
O relatório dá um exemplo do tipo de nome de domínios utilizado: 11fjfhi.com, 11fjhj.com, 11fjfh1.com, 11 fjfhl.com, sendo que cada um deles é usado para lançar até 30 ataques, dizem os autores do estudo.
O Avalanche ataca apenas uma ou duas empresas de cada vez e frequentemente volta a atacar alvos mais antigos.
Graças aos esforços que têm sido desenvolvidos no sentido de contra-atacar este grupo, por parte de ISPs e outras entidades, o tempo de vida médio de cada ataque foi consideravelmente reduzido, comparativamente com a duração de todos os outros ataques conhecidos. A duração média de um ataque de phishing é de 39 horas e 11 minutos, enquanto os perpetrados pelo gang da Avalanche duram, em média, 18 horas e 45 minutos.
Os investigadores do APWG consideram que um ataque foi extinto quando passa uma hora sem que seja registada qualquer actividade. Estes ataques podem voltar à acção após uma hora, o que prolongaria a sua longevidade mas não seria contabilizado pelo relatório. Assim, conclui o estudo que a duração dos ataques Avalanche pode ser muito superior ao que os resultados indicam.
Outra conclusão do estudo é que a utilização de computadores infectados como rampa de lançamento de ataques de phishing está a aumentar exponencialmente. De acordo com o documento, 14.5 por cento dos ataques de phishing tiveram proveniência daquilo a que o APWG chama de domínios maliciosos, registados pelos próprios phishers. Todos os demais, vieram de "domínios pirateados ou comprometidos, pertencentes a vítimas inocentes”.
Dos domínios nocivos, 43 por cento acabaram por ser rampas de lançamento de ataques perpetrados pelo Avalanche.
Fonte: ComputerWord
sábado, 7 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Tecnologia verde ajuda a natureza e atrai consumidores
Aliar tecnologia aliada à preservação do meio ambiente. Esta é a nova missão de empresas do setor e de consumidores, que começam a procurar produtos ecologicamente corretos a fim de contribuir com a natureza. Para isso, muitas formas de diminuir os efeitos que causam a escassez de energias e desmatamento começam a entrar na casa da população e nas lojas. Desde simples atitudes como tirar os aparelhos da tomada, apagar a luz durante o dia, até a compra de um celular que utiliza a luz solar para ser carregado.
De acordo com o diretor de marketing corporativo da Samsung, Carlos Werner, a adesão das pessoas aos produtos com tecnologias verdes tem crescido no Brasil. “À medida que as pessoas se informam sobre esse tipo de tecnologia, o interesse também aumenta.”, afirmou.
Porém, para a consultora de sustentabilidade Ana Paula Inkis, este cenário é diferente. "As pessoas têm interesse, mas não há infraestrutura para que chegue fácil a elas no Brasil", disse. "É preciso investimento em informação para que as pessoas comecem a mudar nas próprias casas", completou.
Gadgets Verdes
Pendrives, celulares, televisores, computadores e até carros. Os produtos verdes invadiram todo o mercado tecnológico com novidades que variam da redução do gasto de energia elétrica até artigos feitos de materiais recicláveis.
Os televisores são ferramentas aliadas da nova tecnologia. Segundo Werner, os gastos com energia elétrica podem ser bem menores. “As TVs LED gastam muito menos, cerca de 50%”, comentou o diretor. A Luxia LED TV UN40B7000 é um dos produtos tidos como ecologicamente amigáveis da marca. Ela gasta apenas 101 W, bem abaixo dos 200 W gastos pelos televisores comuns.
Mesmo assim, as novas tecnologias que proporcionam novidades que ajudam a natureza ainda são um pouco caras. Os televisores LED, por exemplo, possuem preços que chegam a aproximadamente R$ 6 mil reais. Contudo, o diretor de marketing da Samsung discorda. "A diferença de preço não é mais tão grande. Com o aumento da escala, houve redução nos custos", explicou.
Já para Ana Paula Inkis, alguns produtos são vendidos como verdes, mas na realidade não são. "Muitos trazem metais pesados em sua composição e mostram apenas outros atrativos, que simplesmente aparentam ser ecologicamente corretos", afirmou. Ainda segundo a especialista, o que falta é informação ao consumidor para que ele tenha boas escolhas e maior fiscalização dentro de fábricas.
Automóveis
Os carros mudaram não só a rotina das cidades, mas também contribuíram para o aumento da poluição com a emissão de gases tóxicos. Contudo, as tecnologias a favor da natureza chegaram também aos veículos automotores, como os carros híbridos, que possuem dois motores. Um deles é convencional, abastecido com gasolina. Já o outro é elétrico, alimentado por baterias. O motor à combustão só é acionado quando o carro precisa fazer mais esforço ou quando descarregadas as baterias.
Já os carros elétricos são movidos a baterias, que podem ser carregadas em qualquer rede elétrica convencional. A vantagem deste tipo de automóvel é que em nenhum momento é emitido gás carbônico.
De acordo com o diretor de marketing corporativo da Samsung, Carlos Werner, a adesão das pessoas aos produtos com tecnologias verdes tem crescido no Brasil. “À medida que as pessoas se informam sobre esse tipo de tecnologia, o interesse também aumenta.”, afirmou.
Porém, para a consultora de sustentabilidade Ana Paula Inkis, este cenário é diferente. "As pessoas têm interesse, mas não há infraestrutura para que chegue fácil a elas no Brasil", disse. "É preciso investimento em informação para que as pessoas comecem a mudar nas próprias casas", completou.
Gadgets Verdes
Pendrives, celulares, televisores, computadores e até carros. Os produtos verdes invadiram todo o mercado tecnológico com novidades que variam da redução do gasto de energia elétrica até artigos feitos de materiais recicláveis.
Os televisores são ferramentas aliadas da nova tecnologia. Segundo Werner, os gastos com energia elétrica podem ser bem menores. “As TVs LED gastam muito menos, cerca de 50%”, comentou o diretor. A Luxia LED TV UN40B7000 é um dos produtos tidos como ecologicamente amigáveis da marca. Ela gasta apenas 101 W, bem abaixo dos 200 W gastos pelos televisores comuns.
Mesmo assim, as novas tecnologias que proporcionam novidades que ajudam a natureza ainda são um pouco caras. Os televisores LED, por exemplo, possuem preços que chegam a aproximadamente R$ 6 mil reais. Contudo, o diretor de marketing da Samsung discorda. "A diferença de preço não é mais tão grande. Com o aumento da escala, houve redução nos custos", explicou.
Já para Ana Paula Inkis, alguns produtos são vendidos como verdes, mas na realidade não são. "Muitos trazem metais pesados em sua composição e mostram apenas outros atrativos, que simplesmente aparentam ser ecologicamente corretos", afirmou. Ainda segundo a especialista, o que falta é informação ao consumidor para que ele tenha boas escolhas e maior fiscalização dentro de fábricas.
Automóveis
Os carros mudaram não só a rotina das cidades, mas também contribuíram para o aumento da poluição com a emissão de gases tóxicos. Contudo, as tecnologias a favor da natureza chegaram também aos veículos automotores, como os carros híbridos, que possuem dois motores. Um deles é convencional, abastecido com gasolina. Já o outro é elétrico, alimentado por baterias. O motor à combustão só é acionado quando o carro precisa fazer mais esforço ou quando descarregadas as baterias.
Já os carros elétricos são movidos a baterias, que podem ser carregadas em qualquer rede elétrica convencional. A vantagem deste tipo de automóvel é que em nenhum momento é emitido gás carbônico.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
FBI desmancha maior esquema de phishing já descoberto
Após dois anos de investigação, dezenas de pessoas serão presas nos EUA e Egito
Por Nátaly Dauer
O FBI anunciou nesta quarta-feira, em Los Angeles, o fim do maior esquema de phishing da história do país, que envolvia roubo de dados bancários. Laura Eimiller, sua porta-voz, disse que os agentes estão efetuando prisões no Sul da Califórnia, Nevada, Carolina do Norte e no exterior, sendo este o crime virtual com maior número de réus já visto. Segundo ela, cem prisões serão feitas, 53 de note-americanos e 47 de egípcios, principalmente na área de Los Angeles.
A operação, intitulada Phish Phry, começou no início de 2007, após denúncias feitas pelos bancos prejudicados. Os criminosos invadiam e fraudavam computadores para obter informações pessoais que lhes permitiram tirar aproximadamente um milhão e meio de dólares de contas de dois dos maiores bancos dos EUA , o Bank of América e o Wells Fargo, prejudicando milhares de clientes.
Os californianos Kenneth Joseph Lucas, Nichole Michelle Merzi, e Jonathan Preston Clark foram indicados pelo FBI como os líderes da quadrilha. O blog Between The Lines da ZDNet explica que os três estariam diretamente ligados ao recrutamento daqueles que conseguiriam as contas de banco.
Nesta mesma semana foi descoberto o roubo e divulgação de mais de 30 mil senhas de e-mails do Gmail, Hotmail, Yahoo! E AOL , crime que está associado à prática de phishing. A notícia pode ser lida no site da Geek pelo atalho tinyurl.com/y8fuobn .
O diretor do FBI , Robert Mueller, disse que, recentemente, também esteve a poucos cliques de cair em um caso clássico do crime, após receber um e-mail que parecia ser de seu banco. Mueller afirma que nunca mais acessará o banco via online, conta o site Slashdot .
Nos crimes de phishing, as pessoas são enganadas ao receberem e-mails aparentemente legitimos mas que levam a sites fraudulentos, onde acabam inserindo suas informações pessoais, como senhas e números bancários.
Fonte: Geek
Nova tecnologia de segurança no Norton 2010
A Symantec anunciou a disponibilidade a nível mundial do antivírus Norton 2010. A nova versão do produto da Symantec inclui uma nova tecnologia de segurança – Quorum – que permite a validação da reputação das aplicações que são utilizadas num sistema pessoal. Sabia que em cada 15 segundos ocorre um crime na cidade de Paris. E que, em Lisboa, em cada dois minutos é registado um crime. E que na Web existe um crime em cada quarto de segundo. Os dados foram divulgados pela Symantec no decorrer da apresentação do Norton 2010. E tal só é possível devido à “complacência” dos utilizadores da Web.
Os responsáveis da Symantec referem que, nos últimos anos, o perfil do cibercriminoso alterou-se significativamente. Se, há alguns anos atrás, o cibercriminoso era, normalmente, um estudante que pretendia infectar o maior número possível de sistemas pessoais, presentemente, o cibercriminoso está inserido em grupos criminosos e o malware produzido tem como objectivo infectar um número reduzido de computadores pessoais. Tal leva à proliferação de múltiplas versões de uma mesma aplicação, referem os responsáveis da Symantec. De tal modo, que as previsões da Symantec apontam que, no próximo ano, o número de ameaças únicas ultrapasse os três milhões, referem os responsáveis da Symantec.Esta nova realidade levou à criação de um “gigantesco” mercado na Web, no qual os dados das contas de correio electrónico podem ter um valor de 15 dólares, enquanto que as identidades digitais podem custar cerca de 10 dólares e os dados de um cartão de crédito podem valer um pouco menos de um dólar.
Nova tecnologia baseada na reputação
Neste contexto, as tecnologias baseadas no reconhecimento de assinaturas e nas heurísticas de comportamento já não são suficientes para controlar a proliferação de ameaças na Web. Assim, a nova versão do Norton utiliza uma nova tecnologia baseada no conceito de reputação associada às aplicações. Esta nova tecnologia, designada com o nome de código de Quórum, permite a recolha de informações sobre aplicações (idade, fonte de descarga, assinatura digital, prevalência) num servidor de reputação centralizado, que através de algoritmos sofisticados classificam estas aplicações de acordo com a sua reputação. Após este processo a classificação é inserida no servidor de reputação. Stefan Wesche refere que a Symantec utilizou esta tecnologia e conseguiu detectar cerca de 80% do malware desconhecido.
Novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa
The Wall Street Journal, de San Francisco
É um objetivo muito difícil: nas próximas décadas o mundo terá que se libertar da sua dependência dos combustíveis fósseis e reduzir bem os gases de efeito estufa. As tecnologias atuais só podem nos levar até certo ponto; são necessários avanços revolucionários.
Eis um resumo de quatro tecnologias que, se derem certo, podem mudar radicalmente o cenário energético mundial.
Nada garante o sucesso, é claro. Essas tecnologias apresentam difíceis desafios de engenharia e algumas exigem grandes saltos científicos. E as inovações têm que ser implementadas a um custo que não torne a energia muito mais cara. Se der para conseguir tudo isso, qualquer uma destas tecnologias pode virar o jogo.
Energia solar baseada no espaço Há mais de três décadas, visionários já imaginam captar a energia solar onde o sol sempre brilha — no espaço. Se desse para colocar painéis solares gigantes em órbita em torno da Terra, e enviar para a Terra até mesmo uma fração da energia disponível, eles poderiam abastecer qualquer lugar do planeta, ininterruptamente.
Essa tecnologia pode parecer ficção científica, mas é simples: painéis solares em órbita, a cerca de 35.000 quilômetros da Terra, enviam energia sob a forma de microondas para o solo, onde ela é transformada em eletricidade e conectada à rede elétrica. (Esses raios de baixa potência são considerados seguros.) Uma estação receptora em terra, com 1.600 metros de diâmetro, poderia produzir cerca de 1.000 megawatts — o suficiente para alimentar cerca de 1.000 residências nos Estados Unidos.
O custo de enviar esses coletores solares ao espaço é o maior obstáculo; assim, é necessário projetar um sistema leve o bastante para exigir apenas alguns lançamentos. Um punhado de países e empresas tenciona implementar a energia solar baseada no espaço dentro de cerca de dez anos.
Baterias melhores para veículos Carros elétricos podem reduzir radicalmente o uso do petróleo e ajudar na despoluição do ar (se a energia elétrica adotar combustíveis de baixa emissão de carbono, como o vento ou a energia nuclear). Mas é necessário haver baterias melhores.
As baterias de íon de lítio, comuns nos laptops, são as favoritas para os veículos elétricos e híbridos do tipo "plug in", que podem ser carregados numa tomada comum. Elas têm mais potência do que as baterias comuns, mas são caras e ainda não conseguem muita quilometragem por carga; o Chevy Volt, híbrido plug-in da GM que chega ao mercado no próximo ano, pode rodar cerca de 65 quilômetros só com a bateria. O ideal é que o carro elétrico alcance perto de 650 quilômetros por carga. Embora as melhorias sejam possíveis, o potencial das baterias de íon de lítio é limitado.
Uma alternativa, a bateria de lítio e ar, promete um desempenho dez vezes superior às de íon de lítio e poderia gerar a mesma quantidade de energia que a gasolina em relação ao seu peso. Como a bateria de lítio-ar suga oxigênio do ar para se carregar, ela pode ser menor e mais leve. Há um punhado de laboratórios trabalhando nessa tecnologia, mas os cientistas crêem que sem uma descoberta revolucionária, ainda podem se passar dez anos até a comercialização.
Armazenamento de eletricidade Todo mundo está torcendo pelo sucesso da energia eólica e solar. Mas para o vento e o sol fazerem diferença, eles precisam de melhor armazenamento.
Uma maneira em estudo utiliza a energia produzida quando o vento está soprando para comprimir o ar em câmeras subterrâneas; o ar então vai para turbinas movidas a gás, fazendo-as funcionar com mais eficiência. Um dos obstáculos: encontrar grandes cavernas utilizáveis.
Ou então, baterias gigantes podem armazenar a energia do vento, mas algumas tecnologias já existentes são caras, e outras não são eficientes. Embora novos materiais para melhorar o desempenho estejam em estudo, grandes saltos tecnológicos não são prováveis.
A tecnologia de íon de lítio pode ser a mais promissora para o armazenamento na rede elétrica, onde não enfrenta tantas limitações como nas baterias para carros. À medida que o desempenho melhora e os preços baixam, as elétricas poderiam distribuir baterias de íon de lítio na periferia da rede elétrica, mais perto dos consumidores. Ali poderiam armazenar o excesso de potência gerado pelas fontes renováveis e ajudar a compensar as pequenas flutuações de potência, reduzindo a necessidade de usinas de reserva movidas a combustíveis fósseis.
Biocombustíveis do futuro
Uma maneira de acabar com a dependência do petróleo é utilizar fontes renováveis de combustível para o transporte. Isso significa uma nova geração de biocombustíveis feitos a partir de fontes não-alimentícias
Os pesquisadores estão projetando novas maneiras de transformar restos de madeira e de várias colheitas, lixo e plantas não-comestíveis em combustíveis de preço competitivo. Porém a maior promessa vem das algas.
As algas crescem depressa, consomem dióxido de carbono e podem gerar mais de 19.000 litros anuais por 4.000 m2 de biocombustível, comparados com 1.320 litros anuais provindos do etanol de milho. O combustível baseado em algas pode ser acrescentado diretamente aos sistemas já existentes de refino e distribuição; em tese, os EUA poderiam produzir o suficiente para atender a toda a necessidade de transporte do país.
Mas ainda é cedo. Dezenas de empresas já iniciaram projetos pilotos e produção em pequena escala. Mas produzir biocombustíveis de algas em quantidade significa encontrar fontes garantidas de água e nutrientes a preço acessível, controlar os agentes patogênicos capazes de reduzir a produção e desenvolver e cultivar as cepas de algas mais produtivas.
Fonte: The Wall Street Journal
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