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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Novo dispositivo vai gerar energia a partir da luz e do calor

A companhia japonesa especializada em condutores Fujitsu anunciou nesta quinta-feira (9) que está desenvolvendo um dispositivo capaz de gerar energia tanto através do calor quanto da luz. O aparelho seria o primeiro com a capacidade de coletar energia de duas fontes diferentes.

A Fujitsu afirmou que seu dispositivo não precisará de nenhum tipo de bateria ou fiação para ser utilizado e que pode servir como uma alternativa barata para regiões com produção energética deficiente. Outra utilidade seria gerar energia para gadgets, já que o aparelho é pequeno e flexível.

Um protótipo do gerador já foi desenvolvido pela empresa, que está melhorando a tecnologia para ter uma versão comercial pronta até o final de 2015.


Fonte:

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Eficiência energética chinesa em MG

A Cemig, a Efficientia, subsidiária integral da Cemig, e a Lagos Indústria Química assinaram nesta quarta-feira (30/12) contratos para cogeração de energia a partir de vapor na planta industrial da Lagos, instalada em Arcos (MG). Todo processo será implantado em seis meses e será utilizada a tecnologia grupo gerador a parafuso helicoidal, trazida da China.

Está prevista, para uma potência instalada de 500 kW, uma geração de 3.400 MWh/ano que representa 28,3% do consumo da empresa, suficiente para atender aproximadamente 2.500 residências, de acordo com estimativas da própria Cemig. A nova tecnologia utiliza o vapor em seu estado saturado, o que pode gerar potência entre 50 e 1.500 kW, com custos bastante competitivos.

Fonte: Energia Hoje

Empresa mostra sua tecnologia de eletricidade sem fio no Youtube (VÍDEO)

http://www.youtube.com/watch?v=J4VJA9Oa_LU&feature=player_embedded

A empresa norte-americana Fulton Innovation está divulgando um vídeo no Youtube onde é mostrada sua nova tecnologia de transmissão de eletricidade sem fio, a eCoupled.

Segundo o cientista da Fulton, a fonte de energia é de 100 watts e consegue ligar uma lâmpada de 12 watts a aproximadamente 85 centímetros de distância.

Ainda falta muito para esta tecnologia chegar em domicílios, mas tenho confiança de que isto vai acontecer, e um dia estaremos lembrando dos tempos que ainda usávamos fios.

Fonte: Jornal Tecnologia

domingo, 20 de dezembro de 2009

Nova tecnologia melhora saneamento e produz energia no Hait

Num bairro pobre na capital do Haiti, Port-au-Prince nasce um projecto-piloto para melhorar o saneamento básico e ao mesmo tempo fornecer energia.

O projecto construiu casas de banho públicas. Aqui, por um preço de um cêntimo todos têm a possibilidade de usar estas instalações. Na maioria das cidades do Haiti, as pessoas não têm acesso a água potável. Portanto, casas de banho como estas são um verdadeiro luxo. E em especial quando estão abertas ao público.

«Outras casas de banho públicas no Haiti não estão tão limpas e são caras», afirma Aline Saint-Fort, Empregada da Casa de Banho Pública» e adianta que «na maioria dos locais na cidade paga-se cinco ou até dez cêntimos para usar a casa de banho – isso é dez vezes o que cobramos».

A infra-estrutura pública tem capacidade para mil pessoas por dia, e tem impacto positivo no saneamento. Mas o verdadeiro benefício vem de um produto secundário.

Engenheiros em conjunto com a organização não-governamental brasileira Viva Rio, que gere o projecto, construíram este grande tanque de reacção no solo, um bio-digestor. Uma infra-estrutura onde as bactérias transformam os resíduos humanos em metano – um bio-combustível que pode ser usado como fonte de energia.

«O funcionamento é muito simples», diz Valmir Fachini, Coordenador do Projecto Viva Rio e explica que «os dejectos vêm dos sanitários, das casas de banho, e entram no fundo do reactor e ai inicia-se um processo de fermentação que produz biogás e o biogás atravessa a coluna de água e fica acumulado na cúpula, que é onde nós estamos. E esse biogás serve para cozinhar e para produzir electricidade».

Um método que responde às necessidades energéticas da população. «A capacidade deste reactor é de produzir 50 metros cúbicos de biogás por dia. E pode gerar 3000 watts de electricidade durante 24 horas», adianta o Coordenador.

Se o projecto fosse replicado poderia ser para os haitianos uma alternativa ao carvão e, com isso, uma forma de combaterem o grave problema da desflorestação.

Para além disso, a água filtrada que sai do bio-digestor é rica em nutrientes e suporta muitas formas de vida. Aqui, prosperam peixes, e com os cuidados apropriados este tanque poderia tornar-se em zona de pesca, criando alimentos e emprego.

«Aqui nos tanques, a água rica em nutrientes, com luz do sol produz alga. E as algas são o principal alimento dos peixes», referev Valmir Fachini.

Este é um projecto-piloto que está a ajudar os habitantes a produzir energia limpa e, ao mesmo tempo, a melhorar o saneamento no Haiti.

Fonte: Tv Ciência

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa


The Wall Street Journal, de San Francisco
É um objetivo muito difícil: nas próximas décadas o mundo terá que se libertar da sua dependência dos combustíveis fósseis e reduzir bem os gases de efeito estufa. As tecnologias atuais só podem nos levar até certo ponto; são necessários avanços revolucionários.
Eis um resumo de quatro tecnologias que, se derem certo, podem mudar radicalmente o cenário energético mundial.
Nada garante o sucesso, é claro. Essas tecnologias apresentam difíceis desafios de engenharia e algumas exigem grandes saltos científicos. E as inovações têm que ser implementadas a um custo que não torne a energia muito mais cara. Se der para conseguir tudo isso, qualquer uma destas tecnologias pode virar o jogo.
Energia solar baseada no espaço Há mais de três décadas, visionários já imaginam captar a energia solar onde o sol sempre brilha — no espaço. Se desse para colocar painéis solares gigantes em órbita em torno da Terra, e enviar para a Terra até mesmo uma fração da energia disponível, eles poderiam abastecer qualquer lugar do planeta, ininterruptamente.
Essa tecnologia pode parecer ficção científica, mas é simples: painéis solares em órbita, a cerca de 35.000 quilômetros da Terra, enviam energia sob a forma de microondas para o solo, onde ela é transformada em eletricidade e conectada à rede elétrica. (Esses raios de baixa potência são considerados seguros.) Uma estação receptora em terra, com 1.600 metros de diâmetro, poderia produzir cerca de 1.000 megawatts — o suficiente para alimentar cerca de 1.000 residências nos Estados Unidos.
O custo de enviar esses coletores solares ao espaço é o maior obstáculo; assim, é necessário projetar um sistema leve o bastante para exigir apenas alguns lançamentos. Um punhado de países e empresas tenciona implementar a energia solar baseada no espaço dentro de cerca de dez anos.
Baterias melhores para veículos Carros elétricos podem reduzir radicalmente o uso do petróleo e ajudar na despoluição do ar (se a energia elétrica adotar combustíveis de baixa emissão de carbono, como o vento ou a energia nuclear). Mas é necessário haver baterias melhores.
As baterias de íon de lítio, comuns nos laptops, são as favoritas para os veículos elétricos e híbridos do tipo "plug in", que podem ser carregados numa tomada comum. Elas têm mais potência do que as baterias comuns, mas são caras e ainda não conseguem muita quilometragem por carga; o Chevy Volt, híbrido plug-in da GM que chega ao mercado no próximo ano, pode rodar cerca de 65 quilômetros só com a bateria. O ideal é que o carro elétrico alcance perto de 650 quilômetros por carga. Embora as melhorias sejam possíveis, o potencial das baterias de íon de lítio é limitado.
Uma alternativa, a bateria de lítio e ar, promete um desempenho dez vezes superior às de íon de lítio e poderia gerar a mesma quantidade de energia que a gasolina em relação ao seu peso. Como a bateria de lítio-ar suga oxigênio do ar para se carregar, ela pode ser menor e mais leve. Há um punhado de laboratórios trabalhando nessa tecnologia, mas os cientistas crêem que sem uma descoberta revolucionária, ainda podem se passar dez anos até a comercialização.
Armazenamento de eletricidade Todo mundo está torcendo pelo sucesso da energia eólica e solar. Mas para o vento e o sol fazerem diferença, eles precisam de melhor armazenamento.
Uma maneira em estudo utiliza a energia produzida quando o vento está soprando para comprimir o ar em câmeras subterrâneas; o ar então vai para turbinas movidas a gás, fazendo-as funcionar com mais eficiência. Um dos obstáculos: encontrar grandes cavernas utilizáveis.
Ou então, baterias gigantes podem armazenar a energia do vento, mas algumas tecnologias já existentes são caras, e outras não são eficientes. Embora novos materiais para melhorar o desempenho estejam em estudo, grandes saltos tecnológicos não são prováveis.
A tecnologia de íon de lítio pode ser a mais promissora para o armazenamento na rede elétrica, onde não enfrenta tantas limitações como nas baterias para carros. À medida que o desempenho melhora e os preços baixam, as elétricas poderiam distribuir baterias de íon de lítio na periferia da rede elétrica, mais perto dos consumidores. Ali poderiam armazenar o excesso de potência gerado pelas fontes renováveis e ajudar a compensar as pequenas flutuações de potência, reduzindo a necessidade de usinas de reserva movidas a combustíveis fósseis.

Biocombustíveis do futuro
Uma maneira de acabar com a dependência do petróleo é utilizar fontes renováveis de combustível para o transporte. Isso significa uma nova geração de biocombustíveis feitos a partir de fontes não-alimentícias
Os pesquisadores estão projetando novas maneiras de transformar restos de madeira e de várias colheitas, lixo e plantas não-comestíveis em combustíveis de preço competitivo. Porém a maior promessa vem das algas.
As algas crescem depressa, consomem dióxido de carbono e podem gerar mais de 19.000 litros anuais por 4.000 m2 de biocombustível, comparados com 1.320 litros anuais provindos do etanol de milho. O combustível baseado em algas pode ser acrescentado diretamente aos sistemas já existentes de refino e distribuição; em tese, os EUA poderiam produzir o suficiente para atender a toda a necessidade de transporte do país.
Mas ainda é cedo. Dezenas de empresas já iniciaram projetos pilotos e produção em pequena escala. Mas produzir biocombustíveis de algas em quantidade significa encontrar fontes garantidas de água e nutrientes a preço acessível, controlar os agentes patogênicos capazes de reduzir a produção e desenvolver e cultivar as cepas de algas mais produtivas.
Fonte: The Wall Street Journal

domingo, 9 de agosto de 2009

Chega o celular alimentado por energia solar

A Samsung e a TIM trazem para o Brasil o primeiro aparelho que permite ao usuário carregar a bateria com energia solar. Trata-se do Samsung Solar (E1107), apresentado na Coréia em junho. “O Samsung Solar é mais uma prova de que a comunicação não tem limites e que o uso combinado de tecnologia e recursos naturais proporciona cada vez mais benefícios aos consumidores. Uma alternativa em telefonia móvel, resultado de constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento e que ganha espaço no mundo todo”, afirma Silvio Stagni, Vice-Presidente da Divisão de Telecom da Samsung. “Com esse lançamento, a TIM segue sua linha pioneira e inovadora para oferecer a seus clientes as melhores opções de telefonia. O produto está em linha com os objetivos da TIM de estimular o consumo consciente e de dar alternativas para os usuários com foco em sua estratégia de sustentabilidade”, diz Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da TIM. Com design compacto, formato barra e ergonômico, o Solar (E1107) traz em seu sistema uma placa capaz de transformar a energia solar com autonomia para proporcionar aos usuários conversação de voz ininterrupta, entre 5 a 10 minutos, após ser carregado por uma hora. O Samsung Solar oferece ainda uTrack (que envia mensagens em formato SMS para um número pré-determinado, alertando o usuário sobre a utilização do aparelho, o que facilita seu rastreamento em caso de perda ou roubo) e SOS Message (que permite enviar uma mensagem para contato pré-selecionados para emergência, com o toque de apenas um botão) para a segurança dos usuários.

Fonte: AdNews