terça-feira, 25 de maio de 2010

Governo do Rio de Janeiro e Microsoft fecham parceria para inclusão digital

O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Microsoft Brasil iniciaram a semana com o anúncio de uma parceria para a execução de projetos de inclusão digital. A iniciativa inclui a oferta de cursos de capacitação, além de material para treinamento, softwares e acesso à internet para a população, empresas de pequeno porte e ONGs das localidades atendidas.

A parceria também prevê a oferta de cursos de nível básico de inglês com auxílio de tecnologia fornecida pela Microsoft. O ensino do idioma se mostra especialmente importante por causa da Copa do Mundo da Fifa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, que acontecem no Brasil.

A Microsoft também pretende apoiar o Estado no desafio de criar um modelo de referência internacional de educação em programas do tipo 1:1 Computing (um computador por aluno), para isso, trazendo as melhores práticas internacionais de ensino, além de conteúdo e treinamento baseado em cloud computing, iniciativa esta que deve beneficiar 600 mil estudantes em sua primeira fase.

Ainda, há a previsão de auxílio a empresas de pequeno porte por meio de doação de softwares, conteúdo e treinamentos oferecidos pelo Microsoft SOL, programa que já atende cerca de 1,3 mil startups no Brasil.

O acordo foi fechado por Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, vice-governador, Kevin Turner, COO (Chief Operating Officer) da Microsoft, e Michel Levy, presidente da filial brasileira da empresa.

Fonte: InfoWester

domingo, 23 de maio de 2010

Baterias explodem e HP faz recall nos EUA

A HP está fazendo recall de 54 mil baterias de lítio-ion usadas em notebooks. A empresa recebeu reclamações de pessoas que tiveram suas máquinas esquentando e até explodindo.

Até agora, 38 pessoas reportaram problemas para a fabricante nos Estados Unidos. 11 clientes se machucaram de forma leve por causa dessas explosões.

O problema das baterias é que, quando elas são carregadas por tempo demais, seu sistema não consegue regular o excesso de calor. O superaquecimento, em alguns casos, provoca até fogo nos circuitos.

Anunciado na sexta-feira, o recall vem na sequência de um outro realizado recentemente pela empresa. 70 mil baterias desse mesmo tipo já estavam no programa de troca anteriormente.

Segundo a HP, os computadores com problemas foram vendidos entre agosto de 2007 e julho de 2008. 

Unidades de baterias também foram vendidas separadamente.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Microsoft alerta sobre falha na versão de 64 bits do Windows 7

A companhia diz que é pouco provável que a vulnerabilidade seja explorada por hackers e recomenda aos usuários desabilitar a interface Aero.

A Microsoft alertou seus usuários na terça-feira (18/5) sobre uma vulnerabilidade nas versões de 64 bits do Windows 7 e Windows Server 2008 R2 que pode ser utilizada para comprometer os sistemas.

A falha está no componente Canonical Display Driver, que combina a interface primária de gráficos do Windows, conhecida como Dispositivo de Interface Gráfica (GDI, em inglês), e o DirectX para criar o desktop.

Segundo o administrador do Centro de Respostas de Segurança da Microsoft (MSRC, em inglês), Jerry Bryant, a vulnerabilidade afeta qualquer máquina que tenha a interface Aero, presente em quase todas as edições do Windows 7, mas é opcional no Windows Server 2008 R2.

“Se explorada, essa falha poderia travar o sistema e forçar uma reinicialização”, afirmou Bryant no blog do MSRC. “A execução do código é possível na teoria, mas seria difícil devido à randomização de memória.”

A Microsoft atribuiu à falha uma nota 3 em termos de exploração, o mais baixo no sistema de pontuação da companhia que avalia a probabilidade de um código de ataque aparecer nos próximos 30 dias. De acordo com essa pontuação, a Microsoft acredita que é pouco provável que os hackers lancem uma exploração no próximo mês.

“Estamos desenvolvendo uma atualização de segurança para o Windows que corrigirá a vulnerabilidade”, prometeu Bryant, que não divulgou uma data para a correção. Como medida provisória, os usuários podem desabilitar o Aero para proteger suas máquinas.

 Fonte: IDG Now!

Google lança formato de vídeo aberto para web

webM é baseado no codec VP8, da On2 Technologies, e em padrões abertos

A Google anunciou durante o evento para desenvolvedores Google I/O, que acontece entre 19 e 20 de Maio em San Francisco, na Califórnia, um novo formato para arquivos multimídia para a web, batizado de WebM.

O WebM é baseado no codec de vídeo VP8, desenvolvido pela empresa On2, adquirida pela Google em agosto do ano passado, e no codec de áudio Ogg Vorbis, um padrão Open Source desenvolvido pela Xiph.org. Ambos são encapsulados em um "contâiner" no formato Matroska, outro padrão aberto criado pela CoreCodec, Inc.

O formato é uma alternativa ao popular Flash Video e ao H.264, formato de vídeo popular na web mas "amarrado" por patentes e necessidade de pagamento de royalties para sua implantação e uso, que dificultam sua adoção. Os custos de licenciamento, por exemplo, foram o principal motivo citado pela Mozilla Foundation ao divulgar sua decisão de não adotar o H.264 como um dos formatos de vídeo online em seu navegador Firefox.

Segundo a Google o WebM é otimizado para a web, com baixa exigência de poder de processamento durante a reprodução, o que o torna ideal para uso mesmo em dispositivos como smartphones, tablets e netbooks. Alta qualidade de imagem e mínimo número de perfis de codificação, o que facilita o processo de criação de arquivos no novo formato, são outras características.

Empresas como AMD, ARM, Broadcom, Digital Rapids, Freescale, Imagination Technologies, Logitech, Marvel, MIPS, NVIDIA, Qualcomm, Texas Instruments, Veri Silicon e ViewCast são parceiras da Google no projeto webM, e se comprometeram a adotar o padrão em seus produtos de software ou plataformas de hardware. 

Além disso, versões dos navegadores Mozilla Firefox e Google Chrome com suporte ao webM estarão disponíveis em breve, com o Opera se juntando ao grupo "em breve". Na página oficial do projeto, em www.webmproject.org, há ferramentas para criação e reprodução de conteúdo, bem como mais informações sobre a iniciativa.

Fonte: IDG Now!

Microsoft descobre fraude em massa em anúncios na Internet

“Lavagem de cliques” turbina o número de visitas a banners e engana anunciantes; Google não quis falar sobre o tema.

A Microsoft descobriu um novo tipo de fraude na Internet relacionada a cliques em sites, o que levou a empresa a entrar com dois processos contra golpistas.

Em um dos processos, iniciado em Washington, nos Estados Unidos, a empresa acusa o site RedOrbit.com e seu presidente, Eric Ralls, de usar um esquema de “lavagem de cliques”, termo que a Microsoft utiliza para descrever uma nova forma de turbinar o número de acessos a anúncios online.

"O que achávamos ser quase impossível de ser feito até então, descobrimos que já é feito pelos criminosos”, explica o advogado da unidade de crimes digitais da Microsoft, Richard Boscovich.


Segundo a Microsoft, a RedOrbit utilizava a rede AdCenter para, com o uso de botnets (redes de PCs zumbis controladas por criminosos da Internet) e sites adulterados, incrementar em milhares de vezes o número de cliques em anúncios da RedOrbit.

Porém, em vez de simplesmente usar as botnets e sites para gerar tráfego diretamente para os banners, como os golpistas costumam fazer, a empresa direcionou esse fluxo para seus servidores, onde “camuflou” a origem e fez com que esse tráfego parecesse legítimo. “É a primeira vez que vemos esse tipo de coisa acontecer”, diz Boscovich.

A Microsoft começou a investigar a fraude em 2009, quando notou números anabolizados na RedOrbit.com, que saltou de uma média de cliques de 75 por dia para 10 mil.

Em outro processo, na mesma Corte, a Microsoft processa 20 pessoas por conta de fraudes em sites gerenciados pela HelloMetro. A iniciativa também está relacionada a fraudes sobre publicidade online, problema que não fica restrito apenas a esses dois casos, claro.

Segundo a Microsoft, se as empresas que fornecem publicidade online não tomarem uma providência, os anunciantes perderão a confiança nesse modelo de negócio. “Temos que  tomar medidas agressivas para parar a fraude na publicidade online”, afirma Brad Smith, consultor da Microsoft para a área.

Embora Smith cite a necessidade de as empresas trabalharem juntas nesse combate, a Microsoft não deu sinais de que vai procurar o Google, que opera a maior plataforma de anúncios online, ou outros competidores para falar sobre o tema. Procurado para falar sobre as fraudes na publicidade na Internet, o Google preferiu não se manifestar sobre o caso.


Fonte: IDG Now!