domingo, 9 de agosto de 2009

Software Livre é apresentado aos gestores do Estado do Piauí

TERESINA [ ABN NEWS ] - A Agência de Tecnologia da Informação (ATI) promoveu, nesta quarta-feira (5), no auditório da Secretaria Estadual da Administração (Sead), um workshop sobre software livre, para o Governo do Estado do Piauí. Novas formas de trabalho serão adotadas a partir da novidade que irá proporcionar mais eficácia e menos custo ao Governo do Estado.A ATI contou com a presença do palestrante Fabiano Augusto Mormul, da Companhia de Informática do Paraná (Celepar). Na ocasião, ele falou das experiências, políticas, cursos, readequações e diretrizes desenvolvidas no Estado do Paraná e esclareceu dúvidas dos técnicos e funcionários presentes no evento.Segundo Antônio Torres, diretor-geral da ATI, o evento traz política de tecnologia e capacitação aos técnicos e funcionários do Governo do Estado, além de contemplar todos os órgãos. A secretária da Administração do Estado do Piauí, Regina Sousa, também esteve presente. Na oportunidade, ela destacou a importância do repasse de informações. ”É importante que este aprendizado fique nos órgãos e possa ser explorado por todos os funcionários, pois futuramente eles irão usufruir dessa nova tecnologia dando continuidade a este projeto”, afirmou a secretária.“São várias as vantagens do software livre, diferente do que muitos pensam, ele vai além da redução de custos. O novo projeto proporciona segurança na informação trabalhada dentro do Governo, assim o conteúdo das informações são preservadas”, esclareceu Avelino Medeiros, diretor da Unidade de Gestão Estratégica da ATI.Esclarecer e fazer demonstrações das potencialidades da adoção do software livre nas secretarias estaduais e demais instituições do Governo, bem como junto a órgãos que relacionam, direta ou indiretamente, com atividades e ações governamentais, são alguns dos objetivos do projeto.O workshop é destinado a todos os profissionais da área de tecnologia da informação do Governo do Piauí. O evento é o marco inicial do projeto, o ponto de partida para a adoção em massa de software livre no Estado.

Fonte: ABN NEWS

Chega o celular alimentado por energia solar

A Samsung e a TIM trazem para o Brasil o primeiro aparelho que permite ao usuário carregar a bateria com energia solar. Trata-se do Samsung Solar (E1107), apresentado na Coréia em junho. “O Samsung Solar é mais uma prova de que a comunicação não tem limites e que o uso combinado de tecnologia e recursos naturais proporciona cada vez mais benefícios aos consumidores. Uma alternativa em telefonia móvel, resultado de constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento e que ganha espaço no mundo todo”, afirma Silvio Stagni, Vice-Presidente da Divisão de Telecom da Samsung. “Com esse lançamento, a TIM segue sua linha pioneira e inovadora para oferecer a seus clientes as melhores opções de telefonia. O produto está em linha com os objetivos da TIM de estimular o consumo consciente e de dar alternativas para os usuários com foco em sua estratégia de sustentabilidade”, diz Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da TIM. Com design compacto, formato barra e ergonômico, o Solar (E1107) traz em seu sistema uma placa capaz de transformar a energia solar com autonomia para proporcionar aos usuários conversação de voz ininterrupta, entre 5 a 10 minutos, após ser carregado por uma hora. O Samsung Solar oferece ainda uTrack (que envia mensagens em formato SMS para um número pré-determinado, alertando o usuário sobre a utilização do aparelho, o que facilita seu rastreamento em caso de perda ou roubo) e SOS Message (que permite enviar uma mensagem para contato pré-selecionados para emergência, com o toque de apenas um botão) para a segurança dos usuários.

Fonte: AdNews

Brasil ganha fábrica de biotecnologia de última geração

Fábrica brasileira de biotecnologia
Com o objetivo de reduzir a dependência brasileira de importações e ofertar kits de diagnóstico para diferentes programas do Ministério da Saúde, foi inaugurada ontem (4/8), a Planta de Insumos para Diagnósticos em Saúde - uma moderna fábrica de biotecnologia, com 2 mil metros quadrados.
A planta industrial de última geração, localizada no Paraná, foi projetada com base no conceito de multifuncionalidade, ou seja, permitirá realizar, no mesmo espaço, atividades de desenvolvimento, inovação e produção de insumos para kits de diagnóstico, com tecnologias de fronteira e total aplicabilidade aos programas do Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante o evento, também foi inaugurado o Instituto Carlos Chagas (ICC), unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Paraná, onde serão formalizadas cooperações técnicas e científicas com diferentes universidades paranaenses.
Teste molecular do HIV
Esta infraestrutura começará a ser utilizada, ainda este ano, na produção de insumos para o kit brasileiro NAT HIV/HCV, teste molecular para detecção dos vírus da Aids e da hepatite C. Ele será usado na triagem de bolsas de sangue na hemorrede nacional, ou seja, a nova tecnologia, genuinamente brasileira, vai trazer mais segurança para as transfusões sanguíneas.
Isso porque o NAT, se comparado ao teste tradicional, tem a vantagem de reduzir a chamada janela imunológica - período em que já ocorreu a infecção, mas o vírus ainda não é detectado no exame de sangue. Com o novo kit, a janela imunológica para a detecção do vírus da Aids, que hoje é de 21 dias, cairá para oito dias.
No caso do vírus da hepatite C, o tempo será reduzido de 72 para 14 dias. Estas reduções são possíveis porque o NAT detecta o material genético dos vírus, enquanto o teste tradicional depende do surgimento de anticorpos.
Exame do vírus H1N1
A planta também poderá realizar, em breve, a produção de insumos para diagnóstico molecular da influenza A (H1N1). Os pesquisadores estão validando uma tecnologia nacional para a produção dos principais insumos que compõem o kit de diagnóstico.
Tais insumos, chamados primers e probes, são necessários à realização de PCR em tempo real - técnica utilizada para detectar o material genético do vírus influenza A (H1N1) nas amostras dos pacientes.
No momento, os pesquisadores se preparam para avaliar a sensibilidade e a especificidade dos reativos que estão em fase de testes. Se os resultados forem satisfatórios, os kits de diagnóstico fornecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) poderão ser substituídos por similares nacionais, o que significará maior autonomia para o sistema de saúde brasileiro, economia de recursos públicos e ampliação da capacidade de análise de amostras.
Microarranjos líquidos
Outros produtos, já em fase avançada de desenvolvimento, entrarão no portfólio da Planta de Insumos para Diagnósticos em Saúde, com destaque para o multiteste em plataforma de microarranjos líquidos. Trata-se de um novo sistema de diagnóstico molecular capaz de testar, ao mesmo tempo, até 100 doenças em até 100 indivíduos - veja mais informações sobre esse teste inovador: Exame molecular diagnostica até 100 doenças ao mesmo tempo.
E os resultados ficam prontos em cerca de 30 minutos. Inicialmente, o multiteste se concentrará no diagnóstico de HIV 1/2, HTLV I/II, sífilis, doença de Chagas e hepatite B - doenças que podem ser transmitidas pelo sangue e, portanto, são de grande interesse para a hemorrede brasileira.
Espectrometria e citometria de fluxo
O Instituto Carlos Chagas (ICC), nova unidade da Fiocruz no Paraná, ocupa uma área de 2,4 mil metros quadrados, com possibilidades de expansão para 4 mil metros quadrados.
Nesse espaço, funcionam atualmente oito laboratórios: Bioinformática; Biologia Celular e Microscopia; Biologia Molecular de Tripanossomatídeos; Virologia Molecular; Regulação da Expressão Gênica; Genômica Funcional; Células-tronco; e Laboratório de Desenvolvimento de Insumos. Além das facilidades para as atividades de pesquisa correntes, o ICC conta com um laboratório de Nível de Biossegurança 3 (NB-3), numa escala que vai até 4, e recebeu investimentos para a instalação de novas plataformas tecnológicas.
À plataforma de microarranjos, somam-se as de sequenciamento de DNA, espectrometria de massa (método para identificar os diferentes átomos que compõe uma substância), microscopia confocal (técnica na qual um pequeno ponto é iluminado e observado de cada vez, de modo que uma imagem é construída por meio da varredura ponto-a-ponto do campo) e citometria de fluxo (técnica para contar, examinar e classificar partículas microscópicas suspensas em meio líquido em fluxo).
Para citometria de fluxo, o aparelho FACS ARIA 2 instalado no ICC é, hoje, único no Brasil. Todas essas facilidades de pesquisa são aproveitadas em diferentes frentes de trabalho do ICC, que coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Diagnósticos para Saúde Pública, uma rede multi e interdisciplinar composta por nove instituições entre universidades e institutos de ciência e tecnologia.
Dengue e hantavírus
Na área de virologia do ICC, por exemplo, destacam-se os projetos sobre dengue e hantavírus. Há estudos sobre os mecanismos das doenças, medicamentos antivirais, a filogenia (relações de parentesco) dos vírus e sua epidemiologia molecular, bem como sobre kits de diagnóstico.
No caso do hantavírus, já foi desenvolvido um kit de diagnóstico que está sendo produzido no ICC e distribuído para os Laboratórios Centrais de Saúde (Lacens) de vários estados pelo Ministério da Saúde.
Pesquisa com células-tronco adultas
Já a pesquisa básica com células-tronco adultas visa elucidar os mecanismos de diferenciação destas células em células cardíacas.
O Trypanosoma cruzi, protozoário causador da doença de Chagas, também tem sido alvo de vários projetos, com o intuito de estudar o processo de diferenciação deste parasito e seus mecanismos de interação com as células do hospedeiro. Neste caso, utiliza-se uma abordagem de genômica funcional, onde se investiga a expressão temporal de genes do parasito e do hospedeiro, com o objetivo de identificar novos alvos potenciais para drogas contra a doença de Chagas.
Para a realização destas e de outras atividades, o ICC tem, atualmente 12 pesquisadores da Fiocruz em um universo de cerca de 100 colaboradores, entre pesquisadores, técnicos e estudantes, destacando-se a existência de 26 doutores e 15 mestres na equipe. A formação de recursos humanos é uma preocupação do ICC, que planeja para 2010 o lançamento de um curso de pós-graduação (mestrado e doutorado) em biociências e biotecnologia. Também estão nos planos da unidade parcerias com países do Cone Sul.
Cooperação em biociências e biotecnologia
Além da assinatura dos acordos para a instalação da Fiocruz no Paraná e para a formação do consórcio tecnológico para a gestão da Planta de Insumos para Diagnósticos em Saúde, também foi celebrado um acordo entre o ICC/Fiocruz, a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, o Tecpar e seis universidades estaduais.
O objetivo central é a cooperação institucional para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado do Paraná, no campo das biociências e da biotecnologia em saúde. O acordo abrange a formação de recursos humanos em nível de pós-graduação strictu sensu; o desenvolvimento conjunto de programas de pesquisa em áreas prioritárias de saúde; o desenvolvimento tecnológico de produtos e insumos de interesse dos programas de saúde pública; e o intercâmbio de pesquisadores.
A nova fábrica é fruto de um consórcio tecnológico que envolve duas unidades da Fiocruz - o ICC e o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos) -, a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), com o patrocínio do Ministério da Saúde e do Governo do Paraná. O operador da planta será o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), uma associação civil de direito privado, de interesse comunitário, sem fins lucrativos, criado por meio de uma parceria da Fiocruz com o Governo do Paraná, por intermédio do Tecpar.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Conheça mais nova técnica para roubar créditos de passes eletrônicos usados em ônibus e metrôs.

Estudos mostram que a segurança dos cartões eletrônicos para transporte público não é tão boa assim. Saiba como os hackers poderão roubar créditos à distância e aprenda a se proteger desta ameaça.

A maioria das pessoas já ouviu falar em clonagem, seja da ovelha Dolly, do cartão de crédito ou mesmo do número de celular. A probabilidade de você ser roubado através desse tipo de prática está ficando cada vez mais comum do que se pensa.

Porém, achava-se que os passes de ônibus e metrôs (o chamado “Bilhete Único” de São Paulo ou o “Cartão Transporte”, como é conhecido em Curitiba) que utilizam cartões eletrônicos estavam fora deste tipo de roubo.

O tempo mostrou que isso está longe de ser verdade, uma vez que os passes eletrônicos são roubados e então clonados, sem grandes complicações. Agora, com a evolução da tecnologia, a clonagem se dará de uma forma um pouco diferente.

Tecnologia RFDI


A tecnologia RFID (Radio Frequency IDentification, ou IDentificação por Frequência de Rádio) parece ser a sensação do momento, devido à quantidade de possibilidades oferecida aos usuários. Através de transmissões de rádio é possível ler dados sem necessariamente ter contato com o artigo.
As lojas, por exemplo, se preparam para colocar etiquetas inteligentes nos produtos. Com isso, os estoques podem ser controlados sem a necessidade de contato humano, além da possibilidade de descobrir onde cada produto está naquele exato momento.
Os cartões eletrônicos também utilizam a tecnologia RFID, através de um chip minúsculo capaz de efetuar as tais transmissões de rádio. Com ele você não precisa encostar seu cartão no aparelho para ter os dados lidos.

Clonagem

Entretanto, estudiosos da Universidade de Nijmege, na Holanda, conseguiram clonar à distância cartões de transporte do sistema de trânsito londrino, mostrando como é fácil roubar com este tipo de operação.

Através de um aparelho que funciona como a catraca eletrônica, o hacker coleta os dados do seu cartão eletrônico em segundos. A seguir, as informações criptografadas são passadas para um computador, que transforma todos os dados para serem gravados em um novo cartão. Esta operação leva menos de três minutos.

O hacker precisa ficar bem perto da vítima (cerca de 10 cm) e deixar que o aparelho faça o resto do trabalho. Este aparelho pode ser adquirido pela internet pela quantia média de US$500,00, e precisa apenas de algumas modificações para que o dispositivo funcione para este fim para lá de ilegal.

Briga na Justiça

A Empresa NXP Philips, criadora da tecnologia dos passes eletrônicos (Mifare Classic) entrou com uma ação na Justiça para proibir a publicação deste estudo da Universidade holandesa, porém perdeu a causa. Agora, precisa correr atrás do prejuízo para criar cartões com chips mais seguros para não serem clonados.

Tendo em vista que não são apenas os cartões eletrônicos que usam este tipo de tecnologia, mas também as catracas “Sem Parar” dos pedágios e muitas das chaves de carros consideradas “seguras” por serem criptografadas, entre outros produtos, vale a pena ficar de olho quando estudos burlam certas seguranças.

No site oficial da Mifare, criadora dos cartões clonados, há algumas considerações sobre o assunto. Segundo eles, a tecnologia conta com algoritmos criptografados, e se estes forem descobertos há, de fato, o risco dos dados serem roubados.


Mas os desenvolvedores estão trabalhando para criar produtos cada vez mais seguros para o público. Para isso utilizam inclusive as pesquisas sobre o assunto para retomar algumas falhas do sistema de segurança dos algoritmos.

De fato, as vantagens são bem maiores que as desvantagens do sistema. Além disso, o Mifare Classic é a versão mais simplificada dos cartões eletrônicos disponíveis, e pode sempre ser melhorada, desde que isso não influencie tanto no preço final, para que a implantação seja acessível.

Simples, mas funciona

Estima-se que os cartões eletrônicos sejam usados por 1 bilhão de pessoas. Isso quer dizer que, mesmo com as novas medidas de segurança, vai demorar um bom tempo para que todos os cartões sejam substituídos.

Porém, vai que a moda pega e os hackers resolvam roubar o “dinheiro do busão”, uma forma simples de resolver o problema é embrulhar o cartão em papel alumínio. Dessa forma ele não receberá sinais quando não estiver sendo usado, e pode ficar seguro dentro da bolsa ou carteira.

Algo parecido é recomendado para chaves de carro e outros objetos que utilizem esta tecnologia, ou seja, colocá-las em capas ou estojos metálicos, impedindo a detecção remota dos dados através das ondas de rádio.


Fonte: Baixaki

Tablet, a grande novidade da Apple?

Dizem por aí que a Apple vai lançar uma tablet, leitor de e-book, iPhonão ou coisa parecida. O Baixaki ouviu todas as versões e traz para você o que parece ser o próximo lançamento de Steve Jobs.

Há alguns anos, empresas de tecnologia parecem estar apostando nos netbooks, computadores realmente portáteis e que trazem um potencial promissor. Várias marcas conhecidas entraram na dança e uma das poucas que ficou de fora foi a Apple, conhecida por seus produtos elegantes e inovadores.



Se você conhece um pouco da história da Apple e da cultura que permeia a marca, sabe que os boatos sobre produtos novos e atualizações estão sempre rondando sites de tecnologia e blogs de fãs. Se os netbooks são um verdadeiro sucesso, é de se esperar que os macmaníacos e entusiastas da tecnologia aguardem ansiosamente por algum lançamento que se assemelhe a um notebook ultra portátil. 



Mais recentemente, os novos iPods com câmeras e acordos com gravadoras chamaram a atenção dos fãs de Steve Jobs. Apesar disso, foi um outro boato que realmente levantou poeira em toda a web. iTablet, Newton II, Mac Tablet, Apple Tablet: chame como quiser. Este grandioso boato (que muitos juram ser verdade) envolve uma tablet, algo entre o iPhone e o MacBook, que pretende abalar mais uma vez o mundo da tecnologia.

Ouvi falar que...

Os rumores sobre esta tablet já estão circulando há algum tempo, mas foi há alguns dias que ganharam uma dose de verdade. O aclamado jornal inglês Financial Times confirmou, no dia 27 de julho, que a Apple estaria fabricando tablets com telas de 10 polegadas e que o lançamento estaria previsto para antes do Natal de 2009. 



Se o Financial Times falou, o Barron’s, ligado ao Wall Street Journal, foi atrás e reconfirmou a toda a história. Disse ainda, que um analista veterano teve o prazer de testar um protótipo do produto e que, sim, a Apple Tablet existe de verdade! O mesmo artigo afirma que o lançamento é agora em Novembro e mais: o preço deve ficar entre $699 e $799.



Assim como já visto em produtos como o iPod, o iMac e a própria interface gráfica do sistema operacional da Apple, a empresa de Cupertino é especialista em pegar produtos já prontos e adicionar seu toque especial, transformando-o em um enorme sucesso de vendas. Será que a Apple Tablet entra nessa lista?

A tablet de Cupertino seria, nada mais nada menos, que uma mistura de iPhone e MacBook. Há quem diga que é uma jogada da Apple para acabar com o sucesso do Kindle, o leitor de e-books lançado pela gigante Amazon. Já outros, acreditam em uma espécie de “iPhonão”, produto que teria funções e características semelhantes ao do iPhone, sucesso mundial em vendas, só que em uma tela maior. 

Juntando todos os boatos relacionados à tablet, eis a lista de possíveis recursos do produto:


  • tela de 10 polegadas de toque sensível
  • conexão à internet
  • capacidade de leitura de e-books
  • suporte a aplicativos do iPhone
  • não custaria mais que $799


Como é de se esperar, a Apple não dá chances a seus fãs e esconde toda e qualquer informação sobre a tablet. Tudo o que está sendo dito neste artigo é baseado em boatos da web e as confirmações do Barron’s e do Financial Times, já que foram estes dois artigos, publicados em jornais respeitados, que deram toda a corda em um boato que estava quase que adormecido.

Analisando o inventado

Já que é para deixar a imaginação rolar solta e analisar um produto que é praticamente imaginário, eis alguns pontos contras da Apple Tablet, desvantagens, dúvidas e possíveis problemas que o novo produto de Jobs pode oferecer:

Leitura de e-books: a Apple Tablet, provavelmente, não irá fazer nada que um laptop não faça. A leitura de livros digitais, por exemplo, pode ser facilitada, mas a tela continua sendo de LCD, um ponto negativo para quem prefere e-ink ou papel.


Web: pode-se navegar na internet utilizando um smartphone ou netbook comum, pela metade do preço. Qual o grande diferencial?

Jogos: é provável que a ação de jogar em uma tela touchscreen grande seja tão irritante quanto jogar no iPhone.

Digitar: como digitar??? Você terá de deixar a tablet em seu colo ou em uma mesa?



Sistema operacional: a tablet trará uma versão modificada do OS do iPod Touch ou uma versão reduzida do OS X? O sistema operacional ficará mais para o lado do iPhone ou MacBoook?



Performance: entre um iPhone e um MacBook há uma evidente diferença em suas performances. Os usuários vão querer rapidez e um produto robusto. Será que a tablet dá conta?


Enquanto alguns reclamam, estão cercados por dúvidas e veem pontos bastante negativos, outros veem o lado iluminado da tablet. Confira alguns aspectos positivos:

Sem teclado, caneta ou mouse: a tablet não é voltada para o trabalho, mas para a navegação na internet, diversão e criatividade.

Jogos: os usuários podem não estar acostumados a jogar videogames em grandes telas sensíveis ao toque, porém, bastam algumas horas até que se acostumem a esta nova plataforma.

Como seria a tablet?

MacBook Touch Mockup por Tommaso Gecchelin


Sistema operacional: há alguns meses, a Apple mostrou ao mundo o Snow Leopard e, com ele, várias características sensíveis ao toque. Vale lembrar que os boatos confirmam o lançamento da tablet para Novembro, pouco depois de começar as vendas do novo sistema operacional, o que acontece em Setembro.

Cloud Computing: com uma conexão à internet e recursos de armazenamento básicos, é muito provável que a Apple Tablet seja um grande passo da empresa de Cupertino rumo à computação em nuvens, a grande aposta para o iminente futuro da tecnologia.

 Descubra o que é computação em nuvens aqui.

Design: charme, leveza e praticidade. Assim como todos os produtos da Apple, a tablet promete trazer o que há de melhor em design e funcionalidade. 

Enquanto os boatos crescem e a Apple permanece calada, cabe a nós, reles mortais fãs da tecnologia→, aguardar pelo anúncio de uma conferência em Setembro, época em que a Apple Tablet deve ser mostrada ao público.

A Apple tem experiência em criar produtos revolucionários. É com muita pesquisa e perfeccionismo que Cupertino mostrou ao mundo o iPod, o MacBook Air e, mais recentemente, o iPhone. Como dizem os fãs ortodoxos, “In Jobs we trust”. Ah, e se a iTablet sair antes de Dezembro, já vá encomendando com o Papai Noel!

Fonte: BAIXAKI