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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Concorrente do iPad chega primeiro às lojas do Estado

Quatro dias depois do início oficial das vendas no Brasil, chegou a SC o primeiro lote de tablets do mercado ontem. O Galaxy Tab, da Samsung, começou a ser vendido antes do seu grande concorrente, o iPad, da Apple, por preços que variam entre R$ 599 e R$ 2.299.

Por enquanto, o computador em forma de prancheta estará disponível somente na loja Vivo no Beiramar Shopping, na Capital. A partir da semana que vem, haverá aparelhos em todas lojas e revendas autorizadas da operadora, garante o gerente regional da Vivo em SC, Josué Freitas.

Claro, Tim e Vivo deram início às vendas no Brasil em poucas lojas de São Paulo e Rio de Janeiro na sexta-feira passada. A Claro planeja começar as vendas no Estado em 1º de dezembro. A Oi não tem previsão e a Tim promete oferecer até o Natal.

O DJ Henrique Fernandes, que já tem um iPhone e um iPad, foi um dos primeiros a comprar o Galaxy Tab na loja em SC.

– Gostei do aparelho, ele tem funções que os outros não têm, como a videoconferência. Quero agilidade e mobilidade, então um complementa o outro – explica o DJ.

Os preços do tablet da Samsung variam conforme a operadora e planos contratados. Na Vivo, vai de R$ 599 (com plano mensal de R$ 545) a R$ 2.299 (sem plano). Na Tim, será vendido por R$ 2.280 parcelado em 12 vezes no cartão de crédito, sem vínculo a planos. A Claro oferece desde R$ 1.099 (mensalidade de R$ 199,90) a R$ 2.399 (sem plano). A Oi ainda não divulgou valores.

Os tablets são a nova tendência do mercado de tecnologia. Enquanto 2010 foi considerado o ano dos smartphones – telefones celulares desenhados para facilitar o acesso à internet –, em 2011 será a vez dos tablets conquistarem os consumidores, na opinião de Freitas.

Além do Galaxy Tab, lançado mundialmente há dois meses, o iPad deve ganhar um novo concorrente em breve por aqui. Em 2011 será a vez o PlayBook, da RIM, fabricante do smartphone BlackBerry.

iPad chega ao Brasil em 2 de dezembro

Apesar de todo o frisson e da disputa entre as operadoras, o iPad, lançado nos EUA em abril deste ano, chega ao mercado brasileiro em 2 de dezembro. Os preços ainda não foram definidos, mas a expectativa é de que a versão mais básica, de 16 GB e sem conexão 3G, custará R$ 1.699.

O aparelho desembarca no país pouco depois da Apple lançar a atualização do sistema operacional que roda no iPad, a versão 4.2 do iOS.

A nova versão permite ao tablet novas funções, como a multitarefa (operar mais de um aplicativo ao mesmo tempo), além de menus, teclado e dicionário em português do Brasil. O site brasileiro da Apple oferece oito vídeos, com dublagem em português, que demonstram os recursos do aparelho.

Fonte:

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vírus finge ser atualização para o iPad

Praga virtual Backdoor.Bifrose.AADY rouba senhas e números de série de softwares.

Uma nova praga virtual chega com um e-mail e a promessa de ser uma atualização importante para o iPad.

Segundo a empresa de segurança BitDefender, para contaminar os equipamentos de suas vítimas, os crackers enviam mensagens anunciando a atualização “necessária para manter a segurança do equipamento”, e pedem para o destinatário visitar um site.

Quem acredita no golpe e faz o download do arquivo recebe a praga virtual Backdoor.Bifrose.AADY, ameaça perigosa que rouba senhas de vários programas (Messsenger, e-mail...), além de números de série de softwares.
Saiba mais sobre essa ameaça na Macworld Brasil.

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Adobe desiste dos planos para levar Flash ao iPhone e iPad

A Adobe vai deixar de lado a continuidade dos seus planos para levar o Flash para o iPhone e o iPad, ambos fabricados pela Apple.

De acordo com o site da revista "Wired", a Adobe afirmou na noite de terça-feira (20) que abandonou o investimento em uma ferramenta de software que permitiria aos desenvolvedores a aplicar o Flash nos aparelhos da Apple.

"O principal objetivo do Flash sempre foi habilitar a plataforma e desenvolvimento para múltiplos navegadores. Isto é exatamente o oposto do que a Apple quer. Eles querem amarrar os desenvolvedores sob a sua plataforma, e restringir suas opções para tornar difícil para os desenvolvedores mirarem outras plataformas", escreveu o gerente de produtos da Adobe, Mike Chambers.

Ainda de acordo com a revista, a Adobe está reagindo a uma nova regra na convenção do colaborador do iPhone, que prevê que aplicativos para iPhone e iPad devem ser codificados com linguagens de programação aprovadas pela Apple, como o C + + ou C.

Se aplicadas, as regras baniriam efetivamente qualquer aplicativo codificado com Adobe Packager para o iPhone --ferramenta que permite a conversão do Flash para o iPhone, e que foi lançada na semana passada, junto à nova versão do Photoshop.

Em fevereiro, Steve Jobs, executivo-chefe da Apple, disse que a Adobe era "preguiçosa" porque "tem todo o potencial para fazer coisas interessantes, e se recusa a fazer isso".

A tecnologia Flash é problemática para a Apple, segundo Jobs, porque trava o computador Macintosh. Jobs disse ainda que a Apple não a apoia porque é falha. E fez a previsão de que "ninguém mais vai usar Flash" e que "o mundo está se direcionando para o HTML5".

A Adobe rebateu as críticas. O executivo-chefe de tecnologia da Adobe, Kevin Lynch, afirmou que a tecnologia Flash é usada, atualmente, em mais de 85% dos melhores sites --incluindo Nike, Hulu, BBC e a liga profissional de beisebol dos EUA --, e que ela está presente em boa parte do mercado de smartphones.

De acordo com o site da revista "PC World", o executivo declarou ainda achar improvável que o HTML5 suplante a tecnologia Flash no futuro.

"Se o HTML pode, com certeza, fazer tudo que o Flash [faz], certamente nos salvaria de muitos esforços". Mas Lynch afirmou que o Flash ainda está permitindo [executar] mais de 75% dos vídeos da internet.