terça-feira, 30 de junho de 2009

Dell pode desenvolver rival do iPod Touch


A Dell já está desenvolvendo um novo projeto que consiste em um dispositivo de acesso móvel à web para se tornar rival do iPod Touch da Apple.

Segundo informações do Wall Street Journal, o aplicativo seria um pouco maior que o iPhone, mas não será capaz de efetuar ligações. Ele terá conexão Wi-Fi e outros padrões da rede móvel.

Para concorrer com os smartphones que tem acesso à web, o dispositivo deve apresentar uma bateria melhor e uma tela maior, de acordo com o Info Online. A novidade pode chegar ao varejo até o final de 2009 e vai rodar o sistema operacional Android, desenvolvido com ajuda do Google.

A Dell não confirmou as informações e não se pronunciou oficialmente.

Redação Adnews

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Velocidade vendida do Speedy ficará mais próxima da realidade

O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, afirmou que assim que a operadora for autorizada pela Anatel a voltar a comercializar o serviço de banda larga Speedy, os planos de venda também serão diferentes, de maneira a reduzir a velocidade teórica para o cliente. Isso significa que a velocidade anunciada ficará mais próxima daquela realmente entregue. Embora tenha ressaltado que, na rede telefônica, muitos são os fatores que intereferem na qualidade da comunicação (cabos externos cortados, ou rede interna do assinante sem capacidade de receber dados) admitiu que a empresa tem muita responsabilidade pelas críticas que recebe dos órgãos de defesa do consumidor.

Segundo Roberto Pfeiffer, presidente do Procon- SP, muitos clientes afirmam que a velocidade do Speedy é muito menor do que a comercializada, além de reclamarem que, muitas vezes, a banda larga, depois de vendida, acaba não podendo ser instalada. O executivo disse que as medidas que a empresa irá tomar, de restringir o anel de atendimento do ADSL para dois quilômetros, tornará mais rígida a velocidade mínima diminuindo esses problemas .

Em todos os momentos em que esteve na Anatel, o presidente da Telefônica reconheceu os inúmeros problemas enfrentados pelos consumidores, demonstrando disposição em resolvê-los. "Temos consciência de que precisamos melhorar muito", afirmou. Segundo ele, com as medidas que serão adotadas, somente se acontecer um "tsunami" é que a rede voltará a ter quedas de qualidade.

Fonte: Tele Síntese

França prepara nova lei para cercear downloads ilegais

Apesar da decisão do Conselho Constitucional francês que, em 11 de junho, vetou artigos da lei Creátion et Internet, para garantir os direitos constitucionais de liberdade de comunicação e presunção da inocência, o governo francês prepara o contra-ataque. A adequação da lei às restrições impostas pelo Conselho Constitucional foi entregue ao Ministério da Justiça, e não ao da Cultura responsável pelo texto anterior, que apresentou o novo texto ao Conselho de Ministros, na terça-feira, 23, e a expectativa é que possa ser votado pelo Parlamento antes do final de julho.

Pelo novo projeto de lei, que gira em torno de cinco artigos, a Alta Autoridade para a difusão das obras e a proteção dos direitos na internet (Hadopi) estará autorizada a registrar as violações de direito de autor e tomar os depoimentos dos interessados. Não poderá, no entanto, aplicar as penalidades, como na versão da lei vetada pelo Conselho Constitucional. As sanções contra os autores dos downloads de materiais protegidos por direito autoral só poderão ser aplicadas pela Justiça que, para abreviar o rito processual, poderá se apoiar nos depoimentos colhidos pelo Hadopi.


Segundo notícia publicada pelo Le Monde, o governo pretende também aplicar multas de 1.500 euros a 3.000 euros no usuário assinante das conexões que fizeram o download considerado ilegal, sem necessidade de se provar que a responsabilidade do ato foi dele.Os defensores da liberdade na rede já começam o movimento para tentar impedir a aprovação do novo projeto de lei. De acordo com a entidade Quadrature du Net, essa proposta é ainda mais absurda que a lei anteriormente aprovada e corre o risco de gerar uma lei Hadopi “ainda mais cara e ineficiente que a anterior”.

Fonte: Tele Síntese

Sony prepara "PSP phone" para brigar com o iPhone

Aparentemente o Satio não está com nada frente ao iPhone: a Reuters publicou há pouco um artigo que levanta mais uma vez o rumor de um “PSP phone” da Sony, isto é, um misto de PlayStation portátil com smartphone para brigar com a duplinha iPhone/iPod touch. Em março deste ano a empresa afirmou não estar preocupada com a plataforma, mas aparentemente não é bem assim.

Boatos de um novo PSP parecido com o iPhone/iPod touch já correram por aí, e ainda em abril publicamos uma declaração bastante pesada de um ex-empregado da Sony: o “desenvolvimento [de jogos] para iPhone é melhor que para PSP”.


E o problema não é só esse, já que temos que considerar que hoje em dia a convergência de funções num só aparelho é fator chave de sucesso de produtos desse segmento. Não é à toa que, em dois anos, a Apple vendeu mais de 40 milhões de iPhones/iPods touch, enquanto a Sony só comercializou cerca de 50 milhões de PSPs. Em *quatro* anos.


Informações obtidas recentemente pela agência de notícias apontam para a possibilidade de a Sony estar preparando uma equipe para começar a trabalhar no novo gadget já a partir do mês que vem. O time incluiria pessoas tanto da Sony Corporation quanto da Sony Ericsson, sua companhia focada em telefones celulares.


Fonte: MacMagazine

quarta-feira, 24 de junho de 2009

HTML 5: conheça a linguagem que vai revolucionar sua navegação na web

São Paulo - Há 10 anos sem atualização, HTML evolui e abre caminho para browsers auto-suficientes com avanços em multimídia e aplicações offline.

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Quebrar as barreiras de compatibilidade na exibição de vídeos via internet, aprimorar o uso offline de aplicações web e exibir gráficos interativos com facilidade no browser estão entre os avanços permitidos pela evolução de uma linguagem que ficou uma década sem atualização, o HTML 5.

A quinta versão da linguagem de desenvolvimento HyperText Markup Language (HTML), responsável por organizar e formatar as primeiras páginas que visitamos na internet, é a grande aposta de empresas como Google, Mozilla, Apple e Opera para levar as aplicações à web. A versão final mais recente da linguagem é o HTML 4.0.1, aprovado em 1999.

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"Por isso o frisson em relação ao HTML 5. A linguagem ficou muito tempo sem evoluir e as pessoas adotaram maneiras alternativas de resolver os problemas de programação na web", afirma o professor do departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP), Marco Aurélio Gerosa.

A evolução do HTML influi na forma como os navegadores fazem a leitura dos códigos de programação e montam as páginas web para o internauta.
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Apesar de o HTML não ter mudado desde 1999, já passamos por uma boa e recente transformação na forma como escrevemos páginas Web, conta Rodrigo Leme, coordenador de projetos web da agência Espiral Interativa. “Há aproximadamente quatro anos, praticamente todos os sites eram ‘diagramados’ com a utilização do recurso de tabelas do HTML. Com a demanda por páginas mais leves, mais rápidas e com mais recursos, passamos a usar apenas a linguagem Cascading Style Sheet (CSS) para cuidar da parte visual de um site, deixando assim o HTML apenas com o conteúdo estruturado”, explica.