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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

VMware e Samsung virtualizam dispositivos móveis








Durante o VMworld 2011, a VMware anunciou uma nova parceria estratégica com a Samsung para oferecer desktops virtuais em dispositivos móveis. A colaboração entre as empresas integra o VMware View e o VMware Horizon Mobile (ambos anunciados na semana passada) com os aparelhos móveis da Samsung, incluindo o Galaxy S II, o Galaxy Tab 10.1 e o 8.9. O objetivo é proporcionar o acesso transparente e seguro de dados pessoais e de trabalho no mesmo aparelho.

A parceria entre as empresas inclui a integração com o VMware Horizon Mobile, que se propõe a fornecer dados pessoais e profissionais no mesmo aparelho, com o VMware Horizon Mobile e os smartphones Samsung, permite que as empresas gerenciem com segurança o ambiente móvel conectado do seu funcionário (e-mail, aplicativos, dados etc.) de maneira isolada do ambiente pessoal deles. Isso dá ao setor de TI maior segurança aos dados corporativos, ao mesmo tempo em que permite aos usuários a proteção da sua privacidade e o controle dos seus diferentes ambientes móveis em um único aparelho.

Além disso também há a integração com o VMware View 5, que simplifica o gerenciamento e o controle de TI. O VMware View 5 e os dispositivos móveis da Samsung permitem o acesso aos dados corporativos de uma infraestrutura centralizada com uma experiência de alta fidelidade para usuários que precisam de aplicativos, comunicação unificada e gráficos para produtividade no mundo real sob demanda, de qualquer localização.

A Samsung também trabalhou de maneira próxima com a VMware no setor de thin-clients e zero-client (que não demandam a instalação de software no aparelho). Os Cloud Displays da Samsung são monitores thin e zero-client com LCD integrado. Os monitores zero-client usam chipsets da Teradici para entregar o ambiente zero-client. Em particular, o monitor NC220 com a sua tela LED de 22 polegadas conta com a tecnologia Universal Power Over Ethernet (UPOE), que promete fácil manutenção e um fluxo de trabalho transparente.

Como parte da sua nova relação, a VMware e a Samsung também vão colaborar em atuação conjunta no mercado e em compromissos de venda. Mais informações sobre soluções da VMware e da Samsung podem ser encontradas no site para empresas da Samsung.

Fonte: Assessoria de imprensa VMware

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cisco, NetApp e VMware formam aliança por segurança de virtualização Infra-Estrutura

Com a parceria, as empresas prometem uma arquitetura segura para múltiplos sistemas a partir de tecnologias das três. Objetivo é isolar aplicativos que utilizam a mesma rede física e com isso garantir maior segurabilidade do ambiente de rede.
 
A Cisco, NetApp e a VMware anunciaram um projeto para melhorar a segurança em implementações de virtualização. O foco é isolar aplicativos que utilizam a mesma rede física, os mesmos servidores e recursos de armazenamento em sistemas múltiplos.
 
O design da arquitetura foi pré-testados e validados, sendo direcionado aos clientes que tenham implantado os sistemas Cisco Unified Computing System, o Nexus Cisco Switches, o NetApp FAS Storage com o software MultiStore e o software de virtualização vSphere com o vShield.
 
Com o plano, os integradores de sistemas e parceiros de canal também serão capazes de usar o design para vender hardware e software com tecnologias das três empresas. Porém, este anúncio não inclui o desenvolvimento de qualquer nova tecnologia.
 
Segundo Jay Kidd, diretor de marketing da NetApp, a iniciativa é vista como aplicável tanto para empresas com projetos de virtualização abrangente quanto para prestadores de serviços em nuvens. “Qualquer um que estiver construindo um ambiente altamente virtualizado, compartilha uma infraestrutura em larga escala e deseja isolar aplicações para limitar os riscos de segurança e suspensão”.
 
Com o novo modelo de suporte cooperativo, os clientes que tenham implementado uma das arquiteturas de design citadas pode chamar qualquer um dos três fornecedores quando registrar algum problema de rede. Quem receber o chamado assumirá a liderança, porém todas as companhias irão trabalhar juntas para solucionar os casos.


Fonte: IPNews

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Celular com dois sistemas operacionais?

A novidade da VMWare - rodando Android e Windows CE no mesmo aparelho - é mais um passo rumo à hibridização de telefones e computadores.

Máquinas virtuais já não são novidade alguma no mundo dos PCs. Desde programas caros e complexos como o Parallels Desktop até iniciativas de código livre como o VirtualBox, usar um sistema operacional “dentro” de outro é - além de fácil - prático e comum em alguns ambientes. Desenvolvedores multiplataforma, por exemplo, são grandes usuários desse tipo de adaptação.
Com os smartphones, a distância entre um computador e um telefone também diminui gradativamente. Se antes era difícil até mesmo escrever os nomes de seus contatos em um tecladinho alfanumérico, hoje com teclados QWERTY - físicos ou virtuais - é possível escrever documentos extensos sem grandes problemas.

Assim sendo, por que não arriscar transportar tecnologias? Os netbooks são uma tentativa de aproximar os computadores da portabilidade obtida com um celular, e agora a VMWare - empresa que se dedica quase exclusivamente ao desenvolvimento da tecnologia de máquinas virtuais - começou o caminho contrário.

Com seu novo projeto - o VMWare MVP (Mobile Virtualization Platform - plataforma de virtualização móvel) - os desenvolvedores da empresa levam aos smartphones a possibilidade de rodar ao mesmo tempo dois sistemas em um único aparelho.

Apesar de tradicionalmente consideradas como sinônimo de queda de performance, as máquinas virtuais - quando devidamente configuradas - não atrapalham muito o desempenho do equipamento. No caso de aparelhos celulares, que normalmente têm processadores um pouco mais fracos, isso poderia ser um problema grave.

Felizmente as fabricantes costumam colocar dois processadores nos aparelhos celulares - graças a uma exigência da FCC (Federal Communications Commision - comissão federal de comunicações americana) - sendo um deles dedicado exclusivamente ao controle da antena de telefonia. O segundo chip, portanto, ficaria responsável por processar o sistema operacional do telefone e seus aplicativos - entre eles a máquina virtual.

Vantagens

Certamente um sistema de virtualização não seria bem aproveitado em aparelhos não smartphones, tanto pela limitação de entrada - teclados restritos, apesar de alguns telefones inteligentes também sofrerem deste mal - quanto pela pouca capacidade de processamento.

Como os principais clientes - por enquanto - desta categoria de aparelhos são empresas que os fornecem a seus executivos e altos funcionários, uma das principais vantagens seria a possibilidade dessas pessoas manterem uma conta particular no mesmo aparelho, sem necessitar de dois chips GSM para isso - uma vez que poucos telefones suportam essa configuração - e principalmente sem comprometer a segurança dos dados hospedados no perfil profissional.

Outro ponto importante faz muita diferença para o consumidor, porém o maior beneficiado é o desenvolvedor. Em um dos testes da VMWare, a empresa colocou para funcionar um aplicativo do Android dentro do Windows CE, com uma máquina virtual de menor capacidade gerenciando apenas o programa. Se isso chegar ao consumidor, acaba o problema de “tem versão para BlackBerry? E para Symbian?” para qualquer aplicativo menos, naturalmente, a própria engine de virtualização, chamada pela VMWare de hypervisor.

Ressalvas

Apesar de ser uma tecnologia promissora - e comprovadamente interessante para o usuário, pela experiência com PCs - a virtualização de sistemas operacionais em celulares vai esbarrar em algumas dificuldades.

A primeira delas é o desinteresse dos fabricantes. Como alguns deles - principalmente a Apple - dominam com mão de ferro quais aplicativos estão disponíveis para seus smartphones, dificilmente colaborariam de fato com uma iniciativa dessa natureza.

Semelhante a isso, um outro problema é a compatibilidade dos sistemas operacionais para celular atuais com o aparato de virtualização. Como foi dito antes, a tecnologia favorece o desenvolvedor de aplicativos, pois ele para de depender de versões, diferentes sistemas etc., desde que a máquina virtual exista para cada SO usado. Aliado ao pouco interesse das empresas fabricantes, o mercado de virtualização móvel se inicia bastante restrito.

Porém, o maior desafio a ser enfrentado pela VMWare - e outras empresas que porventura entrem neste barco - é a falta de necessidade real pela tecnologia. Claro que ter aplicativos de Android, por exemplo, rodando em um aparelho da RIM - fabricante dos BlackBerry - porém tirando o fator “que legal!”, não existe de fato demanda para isso.

Enfim...

Só resta esperar para ver até aonde isso vai. A tecnologia existe, ainda que nos primeiros estágios em termos de celulares, e parece muito interessante. O usuário médio pode até não se aproveitar da mesma, mas empresas e hard users certamente se beneficiariam mais das possibilidades criadas a partir da virtualização. O fato é que só o tempo – e as pressões do mercado – poderão decidir o destino das máquinas virtuais em aparelhos celulares.

Fonte: Baixaki